Startup distribui filtros de água em programa piloto de cervejaria

Criança indígena pega água em kit de filtro e armazenamento de água da startup Água Camelo na Aldeia Mutum, no Acre - Divulgação

A startup Água Camelo, que distribui kits de filtro e armazenamento de água, ampliou a sua operação no final do ano passado para a Aldeia Mutum, no Acre, e o Morro da Providência, no Rio de Janeiro, em um projeto-piloto que ocorre na Aceleradora 100+ da Ambev.

A empresa de inovação foi uma das selecionadas no ano passado pelo programa da cervejaria, ao lado de Afroimpacto, Aterra, Diversidade.io, Inspectral, IQX, Recigases, TRC Sustentável e Via Floresta. Além de treinamento e mentoria, as startups participantes têm a chance de receber aportes ao longo do programa.

As localidades foram escolhidas por causa de suas discrepâncias e estão passando por análises de metodologia. É a terceira turma contemplada pela iniciativa, em um momento em que a agenda ESG (sigla em inglês para os princípios ambiental, social e de governança) ganha força.

Fundada em agosto de 2020, a startup distribui kits que levam um filtro de água portátil, um suporte de parede e um manual de uso e manutenção para pessoas em situação de vulnerabilidade. Segundo os fundadores, o filtro tem validade de 10 anos: para limpar, basta passar a água pelo fluxo contrário.

“Muitas vezes, para trocar a vela do filtro a pessoa tem que fazer um deslocamento tão grande que ela acaba deixando de lado e bebendo uma água que não é própria para ser consumida”, afirma um dos fundadores da startup, Rodrigo Belli.

Cada kit é ofertado por R$ 500 —nos quais já está embutido o lucro da empresa—, mas o consumidor final sempre o recebe de graça. No início, pessoas físicas e jurídicas apadrinhavam beneficiários, mas hoje a startup mudou o seu modelo de negócio.

“Tem muitas empresas olhando para isso como um serviço que elas querem contratar”, diz Belli. Por isso, o foco atualmente é oferecer essa solução a grandes companhias, normalmente as que querem promover algum impacto social.

Chegar à Amazônia era uma meta do grupo, especialmente de João Manuel Piedrafita, acreano que cresceu em contato com comunidades indígenas por influência de seus pais —sua mãe trabalha com extrativistas e seu pai é antropólogo.

A empresa tem remunerado parceiros estratégicos nos locais, como líderes e assistentes sociais, para garantir a chegada e o uso do kit.

“A gente entendeu que, para escalar o nosso negócio, precisaria contar com pessoas na ponta que já tivessem uma troca fixa com a comunidade”, diz Piedrafita.

A ideia da startup começou na faculdade de design da PUC-Rio, onde os três amigos de infância se reencontraram, e tomou forma em 2020, quando distribuíram mais de 500 kits. Hoje o número passa de 800.

“Entendemos que poderia ser uma forma de mitigar os efeitos da pandemia. Muito se falava para lavar a mão, mas tinha gente que não tinha água em casa”, diz Belli. O terceiro fundador da marca é Daniel Ilg Leite.

A escolha de estruturar uma empresa, e não uma ONG, também foi pensada.

“O lucro faz a gente conseguir colocar gasolina para dentro dessa engrenagem. Com dinheiro a gente consegue reverter ainda mais dinheiro para a empresa, crescer e gerar mais impacto. A gente não quer ficar dependendo de doações ou dinheiro externo, quer gerar o nosso próprio dinheiro”, afirma o Belli.​

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/01/startup-distribui-filtros-de-agua-em-programa-piloto-de-cervejaria.shtml

Ambev anuncia nova gerente de saúde mental e diversidade

Michele Salles, fundadora da Carreira Preta, é a nova diretora de saúde mental, inclusão e diversidade da Ambev (Divulgação/Ambev)

A AmBev deve reportar crescimento na receita no Brasil no quarto trimestre de 2021, refletindo o A cervejaria Ambev anunciou nesta sexta-feira, 21, a contratação de Michele Salles como sua nova head de diversidade, inclusão e saúde mental. A executiva é a segunda a ocupar o cargo criado em 2020, assumindo a diretoria após a saída de Mariana Holanda.

A criação de uma diretoria focada em saúde mental marcou o processo de transformação da cultura organizacional da Ambev, que é conhecida pelo foco em metas e meritocracia.

A empresa se antecipou ao debate dentro da empresa de problemas que têm crescente relevância dentro do mundo corporativo: o estresse crônico e o esgotamento profissional. No início de 2022, entrou em vigor a nova classificação da OMS que coloca a Síndrome de Burnout como um fenômeno ligado ao trabalho.

O objetivo da empresa é construir um ambiente inclusivo e com segurança psicológica. Assim, os temas de diversidade e inclusão ficam nas mãos da mesma diretoria para criar um olhar para o ser humano em sua totalidade.

“Inclusão e saúde mental estão totalmente conectadas, se retroalimentam. Se temos um ambiente de respeito à individualidade e à singularidade, naturalmente a pessoa tende a se sentir incluída e única. Através disso, entregamos uma cultura diversa e de segurança psicológica, conectadas à saúde mental”, diz a nova gerente.

Michele Salles Villa Franca é formada como psicóloga e tem mais de 12 anos de experiência na área de recursos humanos e diversidade. Ela fundou e lidera a Carreira Preta, consultoria de soluções corporativas e educacionais de inclusão.

Para ela, seu papel será fomentar o cenário que fortalece uma cultura de performance, mas que respeita e acolhe a individualidade.

“Diversidade, inclusão e saúde mental são elementos-chave da estratégia da companhia que potencializam os resultados de negócio”, afirma.

Fonte: https://minha.exame.com/carreira/ambev-saude-mental-inclusao-diversidade/

No Carnaval, venda de cerveja depende dos rumos da covid

No segundo ano sem festas de Carnaval na rua, as cervejarias já conhecem caminhos para escoar a produção, como a venda pelo comércio on-line e em supermercados. As vendas devem ser ao menos levemente melhores do que as do Carnaval de 2021, quando o país atravessava a segunda onda de covid-19. Mas neste ano, por causa da pandemia, o cancelamento dos blocos em pelo 10 capitais como São Paulo, Rio e Salvador, joga água no chope das fabricantes.

A variante ômicron, que está infectando muitas pessoas com a covid-19, o tempo mais chuvoso em diversas partes do país e a inflação em alta, que reduz o poder de compra do consumidor, também não favorecem o mercado cervejeiro.

Depois de muitos meses de altas expressivas nos volumes em plena pandemia, a produção de cerveja começou a dar sinais de desaceleração no fim de 2021. Em novembro, a produção de bebidas alcoólicas caiu 11% ante o mesmo mês de 2020, segundo o IBGE. A cerveja é a principal bebida produzida pela indústria brasileira.

A equipe do Credit Suisse calcula que as vendas da Ambev, a maior produtora do país, caiam 2,5% no quarto trimestre, em relação a igual período de 2020. Na comparação com 2019, uma alta de 9%.

Os dados consolidados de 2021 não estão fechados, mas a estimativa feita pela consultoria Euromonitor, a pedido do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), é de que as vendas em todo o ano passado cresceram 7,7%, para 14,3 bilhões de litros (143 milhões de hectolitros), em relação a 2020.

O Carnaval, de 26 de fevereiro a 2 de março, era esperado pelo setor como uma virada de chave para os quase dois anos de isolamento social, quando o canal “on-trade” – os bares e restaurantes-, ficou parado. É nesse canal que a indústria tem maior rentabilidade.

“Existia um sentimento de retomada mais forte. O cancelamento traz o questionamento quanto à reabertura por conta da variante ômicron”, diz a analista do Credit Suisse para ações do setor de alimentos e bebidas, Marcella Recchia. Em pesquisa feita em dezembro pelo banco com 350 bares em São Paulo, o relato de crescimento de vendas das garrafas de 1 litro e de 600 ml trazia “tendências encorajadoras”, A volta do consumidor aos bares também sugeria menor participação do alumínio (usado nas latinhas que são mais vendidas nos supermercados) na estrutura de custos das empresas em 2022.

Com os cancelamentos das festas carnavalescas, as fabricantes estudam agora os próximos passos. O grupo Heineken diz que está acompanhando a decisão de cada Estado e seguirá as orientações e protocolos de saúde do poder público. “Com relação ao volume previsto para o período, informamos que o planejamento não sofrerá qualquer alteração apesar do cancelamento do Carnaval de rua das grandes capitais.”

Também citando as recomendações das autoridades médicas, a Ambev diz que “está conversando com os parceiros e, em conjunto, avaliando os próximos passos”. No ano passado, a empresa ofereceu um auxílio financeiro de R$ 255 para ambulantes cadastrados. O Grupo Petrópolis não quis comentar.

Ao tentar projetar o resultado dos próximos meses, a analista do Credit Suisse diz que o primeiro trimestre deve ser parecido com os últimos meses do ano passado. Assim como outubro, novembro e dezembro, janeiro registrou em grande parte dos dias temperaturas mais amenas e alto volume de chuvas. “Somado a isso está um ambiente de consumo mais fragilizado, que deve surtir efeitos ao longo do ano”, diz Marcella. Por isso a realização do Carnaval era esperada como uma injeção de ânimo.

Ainda assim, a vacinação e a indicação de que a grande maioria dos casos de covid-19 não tem evoluído para quadros clínicos graves dão esperança de que a folga no feriado de Carnaval ainda aqueça o consumo. “Não vai ter festa oficial, mas mais reuniões entre as pessoas. Não será capaz de compensar as festas de rua, pois terá um tom de celebração mais ameno, mas vamos ver aumento de consumo nesse momento ante ano passado”, afirma Rodrigo Mattos, analista da consultoria Euromonitor.

Luiz Nicolaewsky, superintendente do Sindicerv, que representa Ambev e Heineken, diz que o setor se adaptou às demandas dos consumidores e inovou com serviços diferentes para os que passaram a beber em casa. “Houve um aumento significativo do chamado ‘off-trade’, que incluiu supermercados e comércio eletrônico, e acreditamos que este hábito deve continuar entre os consumidores.”

Nicolaewsky aposta ainda nos bares e restaurantes como canais importantes e um diferencial para o resultado neste ano. Em 2021, com um pico de casos e mortes, o fim do verão foi de mais restrições e fechamentos para o setor de serviços.

Mas o cenário não é tão simples. Há dois fatores que preocupam justamente a recuperação dos canais fora do lar, tão importantes para ajudar as cervejarias a protegerem suas margens em um novo ano de preços de commodities elevados.

Um deles é o sentimento de receio causado pelo avanço da ômicron que já começa a afastar o consumidor das ruas. “Víamos o consumo fora do lar melhorando gradualmente desde julho, agora isso começa a mudar”, diz Hudson Romano, gerente sênior da Kantar. O outro, segundo Romano, é a frequência. “Há mais consumidores de cerveja, mas, com preços mais altos e renda pressionada, eles estão consumindo menos.”

Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/01/20/no-carnaval-venda-de-cerveja-depende-dos-rumos-da-covid.ghtml

iFood, Heineken e SOS Mata Atlântica se unem para o plantio de árvores

Neste mês, o iFood, em parceria com a HEINEKEN, promove a campanha “Plante uma Árvore”, iniciativa que visa arrecadar doações em prol do plantio de árvores nativas pela fundação SOS Mata Atlântica. A parceria surgiu pela sinergia das estratégias, no caso da HEINEKEN, Brew a Better World e do iFood – “iFood Regenera”, unindo esforços em busca de iniciativas mais sustentáveis e para contribuir para um futuro melhor para o planeta.

“Nosso intuito é promover ações de impacto positivo para a sociedade e também ajudar a engajar cada vez mais pessoas em movimentos como esse. Temos um espaço em nosso aplicativo totalmente dedicado para a realização de doações para diversas instituições e, uma das frentes que apoiamos e que contribuímos, é justamente pela regeneração de um dos biomas mais importantes do mundo. Se cada pessoa ‘plantar uma árvore’ e compartilhar essa ideia, teremos um grande mutirão em favor de uma causa tão necessária”, comenta André Borges, head de sustentabilidade do iFood.

“Os últimos acontecimentos enfrentados pela sociedade em escala global apresentaram a todos nós, de maneira dura, a emergência de cuidarmos cada vez mais de onde vivemos, das pessoas e de entender de uma vez por todas que as ações de um único indivíduo podem impactar o coletivo. Essa iniciativa, além de contribuir para a manutenção de uma das principais riquezas do país, representa mais um passo rumo a um futuro cada vez mais verde”, comenta Ornella Vilardo, gerente de Sustentabilidade do Grupo HEINEKEN.

As doações poderão ser realizadas acessando a página www.plantarumaarvore.com.br, pelo botão “Doe Aqui” ou através da leitura do QR Code. Após clicar no botão ou ler o QR, os doadores serão direcionados para o ambiente de doações do aplicativo do iFood, onde poderão concluir a contribuição. Além das doações feitas individualmente, a Heineken e o iFood farão doações institucionais. Confira o regulamento, aqui.

“A Mata Atlântica é a floresta mais ameaçada do Brasil — restam apenas 12,4% de sua área original. Temos um desafio imenso de recuperar o bioma e também evitar as mudanças climáticas. Com essa campanha, queremos atingir um resultado expressivo no plantio de árvores nativas e dar oportunidade para que mais pessoas se engajem na causa ambiental”, afirma Afra Balazina, diretora de Mobilização da SOS Mata Atlântica. Ela reforça que a situação crítica do bioma, que está presente em 17 estados e abriga 72% da população brasileira, exige uma união de esforços de diversos setores e da sociedade. “iFood e Grupo HEINEKEN mostram que isso é possível”, diz.

Ações de CO2 do iFood Regenera

A iniciativa faz parte do compromisso ambiental da companhia, que engloba diversos projetos para entregar mais para o meio ambiente do que consumimos dele. Até 2025 é almejado zerar a poluição plástica das entregas do iFood, ser neutro na emissão de CO2 nas entregas e ter 50% das entregas por modal não poluente.

Entre as principais iniciativas de redução de emissões de CO2 do iFood Regenera está o iFood Pedal. Realizado em parceria com a Tembici, o projeto tem como foco reduzir as emissões de dióxido de carbono por meio do uso de bicicletas e e-bikes. O iFood Pedal já fez parte de 600 mil pedidos e atua com 1000 bicicletas elétricas.Como parte das iniciativas de neutralização de emissões, o iFood realiza a compensação antecipada de emissão de CO2 das entregas, com foco em projetos de preservação da Amazônia e de energia renovável.

Nas ações de regeneração, em parceria com a SOS Mata Atlântica, promove a restauração florestal. Serão mais de 50 mil mudas plantadas ao longo de 2022, especialmente em regiões degradadas e de stress hídrico.

HEINEKEN – Brew a Better World

Em 2021, o Grupo HEINEKEN firmou o compromisso de neutralizar as emissões de carbono em toda a cadeia de valor até 2040 e de zerar as emissões na produção em 2023, sete anos antes da meta global da companhia. Dentre as diversas iniciativas para alcançar essas metas, estão a utilização de energias renováveis em todas as unidades produtivas e Centros de Distribuição do Grupo, espalhados nacionalmente, e facilitar o acesso à energia verde para bares e restaurantes nos quais o portfólio da companhia está presente e projetos colaborativos com outros parceiros e a sociedade. Além disso, até 2025, a meta é ter 100% de circularidade das embalagens utilizadas em bares e restaurantes.

 Sobre o iFood

O iFood, referência em delivery online de comida na América Latina, atende a 60 milhões de pedidos mensais. Há dez anos no mercado, a empresa de origem brasileira está presente também na Colômbia. Atua junto aos parceiros com iniciativas que reúnem inteligência de negócio e soluções de gestão para os cerca de 270 mil restaurantes cadastrados em mais de mil cidades em todo o Brasil. O iFood conta com importantes investidores, como a Movile, líder global em marketplaces móveis, e a Just Eat, uma das maiores empresas de pedidos online do mundo. Recentemente foi lançado o iFood News, portal de notícias do iFood que promove temas da atualidade como Nova Economia e conteúdos sobre as curiosidades do negócio, cases de sucesso dos parceiros além da abordagem de tendências e inovação do segmento.

Sobre o Grupo HEINEKEN

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas micro cervejarias em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC) e uma unidade de concentrados para refrigerantes em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Sol, Amstel, Tiger, Lagunitas, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau e Kirin Ichiban. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa.

Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira que tem como missão inspirar a sociedade na defesa da Mata Atlântica. Trabalha com as causas de clima, restauração da floresta, valorização de parques e reservas e água limpa para todos. Atua na promoção de políticas públicas para a conservação do bioma mais ameaçado do Brasil por meio do monitoramento da floresta, produção de estudos, projetos demonstrativos, diálogo com setores públicos e privados, aprimoramento da legislação ambiental, comunicação e engajamento da sociedade.

Zé Delivery produz cerveja para a Cufa

Para ajudar a população das regiões do Brasil afetadas pelas fortes chuvas nesse começo de ano, o Zé Delivery se uniu a Central Única das Favelas (CUFA) e trouxe ao aplicativo uma cerveja exclusiva que terá renda 100% revertida em doações para essas famílias em situação de vulnerabilidade. Denominada Sempre Juntos, a cerveja é produzida pela Ambev e se trata de uma puro malte, com malte pilsen e carahell, fermento único, casca de laranja e dry-hopping de lúpulo brasileiro.

A bebida está disponível nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte no app ou ou no site do Zé Delivery enquanto durarem os estoques, tem o valor de R$ 9 e a doação inclui o frete. A verba será destinada, principalmente, para as regiões do Nordeste, Goiás, Tocantins e em Minas Gerais.

“Para ajudar neste momento tão sensível do nosso País, trouxemos a Sempre Juntos que é leve e perfeita para agradar o paladar dos nossos consumidores mas, principalmente, para apoiar uma boa causa. E claro que atuando juntos potencializamos os resultados, por isso, convidamos a Cufa para estar conosco em mais esta jornada”, comenta Thais Azevedo, CMO do Zé Delivery.

A Cufa e o Zé Delivery já estiveram juntos anteriormente. A ação “Tabela Com Zé” ajudou empreendedores que vivem do movimento dos torcedores do futebol nos estádios e estavam sem renda durante o isolamento social.

 “Ainda vivemos momentos extremamente difíceis. Esperamos apoiar famílias de todo o País, principalmente nos estados da Bahia, Maranhão e Minas Gerais, onde tivemos recentemente situações de chuvas caóticas que prejudicaram centenas de famílias. É um momento muito delicado para milhares de brasileiros e precisamos nos unir para ajudar ao próximo”, adiciona Preto Zezé, presidente da Cufa.

Fonte: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2022/01/17/ze-delivery-produz-cerveja-para-a-cufa.html

Heineken promove intervenção de arte contemporânea em São Paulo

São Paulo é uma cidade com múltiplos espaços culturais e que é possível encontrar artes em vários lugares. Com isso, a Heineken convida o público a presenciar ainda mais a arte no dia a dia, principalmente de quem percorre o centro da cidade, com a intervenção arte_passagem.

A intervenção tem como principal objetivo democratizar o acesso à arte por meio de uma mostra pública e gratuita em um ponto central da cidade, que é também um cartão postal para os amantes da arquitetura modernista. Quem passa todos os dias pela Praça da República se surpreende com o formato inusitado do prédio e ressignificando o espaço, o arte_passagem endossa sua vocação de estimular a (con)vivência do edifício histórico.

O nome do projeto não vem por acaso, mas sim por um desejo de impactar o maior fluxo de olhares em um ambiente fora do eixo cultural, onde acontece a vida cotidiana, que abriga bombonieres, salões de beleza, oficinas e demais comércios. Em meio às vitrines, ironicamente reunidas em uma chamada “galeria comercial”, o espaço se torna propício para junção de arte e paisagem. “A ideia é que os projetos sejam conceitualizados e lidos em relação ao contexto onde estão inseridos, e vistos pelos transeuntes da cidade, no fluxo de suas passagens”, explica o idealizador e artista Ilê Sartuzi.

O endereço escolhido pelos idealizadores Ilê Sartuzi, Matheus Chiaratti, Pedro Zylbersztajn e o curador João Paulo Quintella, foi o prédio icônico projetado por Oscar Niemeyer na década de 50, o Edifício Eiffel, localizado no centro de São Paulo.

O projeto apresenta ao público um recorte da obra de Leonilson, um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira, estabelecendo um paralelo com Rafael RG, artista emergente de grande relevância na cena artística atual, que apresenta uma obra inédita e comissionada.

Em contraponto a um conjunto de cinco adesivos de Leonilson exibidos ao redor da galeria-vitrine, um piano no centro do espaço materializa a pesquisa Vox Noturna, realizada por RG e apresentada pela primeira vez na SP-Arte.

O projeto do arte_passagem também parte de uma pesquisa sobre a presença de pessoas racializadas no universo da música erudita, desde o levantamento de compositores e intérpretes negros e negras até as relações entre o movimento abolicionista brasileiro e a música lírica. Para isso, o artista convida o público a observar músicas serem tocadas, em uma espécie de ativação silenciosa de composições que foram silenciadas pela história hegemônica.

A intervenção é um projeto apoiado pela plataforma Green Your City, uma série de iniciativas que trazem o olhar da sustentabilidade para a vida noturna, a cena cultural e para as relações com as cidades.

Informações

arte_passagem

Abertura: 14 de janeiro, a partir das 16h.

Período expositivo: de 14 de janeiro a 26 de fevereiro, de segunda a sexta, das 9h às 18h e aos sábados, das 9h às 13h.

Entrada gratuita

Fonte: https://gkpb.com.br/81313/heineken-intervencao-arte/

Heineken contrata 2,5 mil e mulheres assumem caminhões

O ano de 2022 começa de um jeito bem diferente para o Grupo Heineken, comparado com um ano atrás: após assumir a distribuição própria de cervejas, a empresa precisou contratar quase 2,5 mil pessoas e aproveitou para investir na diversidade de gênero. Em outras palavras, tem muito mais mulheres digirindo caminhões do que antes.

Essas contratações representam um crescimento de cerca de 20% no tamanho da companhia em pouco menos de um ano. Foram contratados principalmente motoristas de caminhão, de empilhadeiras e vendedores.

Até 2021, o Grupo Heineken precisava contar com a Coca-Cola para chegar aos bares no Brasil. Era nos caminhões da empresa de refrigerantes que cervejas como a própria Heineken, Amstel e Eisenbahn eram distribuídas. Depois das contratações a Heineken alcançou 14,4 mil funcionários no país.

O modelo foi o encontrado pelo grupo holandês para conseguir escoar a produção e bater de frente com a gigante Ambev, que tem o sistema de distribuição próprio e capilarizado como uma das grandes vantagens no mercado. A Ambev lidera com 55% das vendas de cerveja, enquanto o Grupo Heineken tem 20%. Em terceiro lugar, está o Grupo Petrópolis, dono de marcas como Petra e Itaipava.

Segundo a Vice Presidente de Recursos Humanos do Grupo, Raquel Zagui, as contratações incluíram movimentações internas, contratações de dentro do parceiro Coca-Cola e pessoas do mercado. A executiva conta que a entrada de pessoal foi uma oportunidade de investir na agenda de diversidade. Antes, as contratações para posições de operação tinham uma média de contratação de mulheres de 11%. Nessas contratações de 2021, a taxa subiu para 25%.

“Quando a gente foi abrir as vagas para motorista de empilhadeira e motorista de caminhão, a gente abriu para pessoas que não tinham carteira de motorista dessa categoria. Com isso conseguimos atrair mulheres. Você tem o perfil da Heineken e os valores da Heineken? Beleza. Dirigir caminhão a gente consegue te ensinar”, explica Raquel. “Se a gente fala que quer contratar mulher, mas fala que quer uma motorista de caminhão ou empilhadeira com experiência é mais fácil falar que a gente não quer mulher, né?!”.

Para atrair mulheres para a posição de vendas, a Heineken permitiu que as funcionárias utilizassem o carro próprio na função. Tradicionalmente, a função costumava ser exercida em motos. Das mais de 2.400 pessoas contratadas, 44% são pessoas negras, sendo 24% para cargos de liderança.

Para Raquel, a oportunidade que se abriu com a abertura das vagas era perfeita para unir a agenda da diversidade de gênero com a mudança para a distribuição própria. “Se a gente não usasse essas contratações para alavancar a agenda, e deixasse o negócio correr naturalmente, a gente iria aumentar o gap entre homens e mulheres”.

Em 2021, a companhia divulgou um compromisso de atingir uma meta de que 50% dos cargos em posições de liderança fossem ocupados por mulheres até 2026. Hoje, o número é de 30%.

As vantagens da distribuição própria

Desde 2017, com a compra da cervejaria Brasil Kirin, o Grupo Heineken começou a ter a infraestrutura e desenvolver o know-how de vender e levar as cervejas aos pontos de venda. Com o novo contrato com a Coca-Cola, que foi parceira desde o início da cervejaria holandesa no país, Heineken ganha autonomia para se comunicar com os pontos de venda.

A nova distribuição ocorre de forma “espelhada”, que anda em paralelo com o que ficou com a Coca-Cola. O Grupo agora distribui a própria Heineken, Amstel, Baden Baden, Lagunitas e Blue Moon, enquanto a empresa parceira ficou com Eisenbahn, Sol e Tiger. Antes do novo acordo, 65% do que é produzido pela Heineken era distribuído pela Coca-Cola.

Para o presidente do Grupo, Maurício Giamellaro, a distribuição própria vai fazer diferença para o Grupo engajar melhor seus vendedores.

“Nós somos cervejeiros. Nós nascemos para fazer cerveja. E você precisa ser dono do seu destino quando você tem um negócio do tamanho do nosso. Nos últimos cinco anos, a Coca-Cola fez isso para a gente e fez muito bem, mas o negócio deles é 80% refrigerante e 20% de cervejas, e olha que Heineken cresceu muito. O negócio do Grupo Heineken é exatamente o contrário. 90% dele é cerveja. Vamos ser cervejeiros falando com pontos de venda cervejeiros. Dá para Coca-Cola fazer isso? Dá. Mas foco vale muito no nosso negócio. A gente cresceu e saiu de casa”, brinca Maurício.

Na prática, a empresa espera que os vendedores especializados em cerveja possam ter a habilidade de fazer os donos de bares abraçarem mais o portfólio da Heineken.

“O ponto não é se eu tenho ou não o cliente, mas é o quanto eu vendo para o cliente, é a qualidade. O objetivo é vender o máximo possível para esse PDV. Se ele vende 10 cervejas, o objetivo é que essas 10 cervejas sejam minhas, da Heineken”, diz Maurício.

Em um relatório sobre o mercado cervejeiro no país de outubro, o banco Credit Suisse destacou que é uma vantagem para o grupo apostar na distribuição própria porque assim consegue desenvolver a relação com bares. Isso porque a distribuição da Coca-Cola é mais forte em supermercados. No início de 2021, o Credit Suisse também destacou em relatório que a principal vantagem competitiva da concorrente da Heineken Ambev era justamente a ampla capacidade de distribuição.

Além dessas vantagens e de aumentar a diversidade de gênero, o novo contrato com a Coca-Cola tem permitido mais liberdade para o Grupo fazer peças de comunicação sobre as marcas. Antes, a Coca-Cola tinha o direito de comercialização em determinadas áreas, o que impedia a Heineken de se posicionar como grupo e uma “casa” de cervejas.

“Antes as marcas podiam se comunicar individualmente, mas não existiam campanhas corporativas do Grupo Heineken. Agora temos. Antes não tinha Eisenbanh e Heineken juntas na mesma imagem, por exemplo. É o mesmo Grupo Heineken, mas agora com a força de “casa”. A maioria das pessoas não sabe que Eisenbahn e Amstel são da Heineken”, explica Mauro Homem, diretor de Comunicação Corporativa do Grupo Heineken.

Corona lança primeira cerveja com vitamina D do mundo

A humanidade ainda não descobriu um jeito de engarrafar raios de sol, mas a Corona, cervejaria da Ambev que se orgulha por ser uma marca solar em suas campanhas publicitárias, acaba de anunciar um produto inédito que traz a adição de um ingrediente nunca antes utilizado em uma cerveja: a vitamina D.

A novidade, que além da vitamina D, também é zero álcool, se chama Corona Sunbrew. Com poucas calorias (são apenas 70 por garrafa), a bebida foi criada pelo time de inovação da AB InBev para trazer 30% da dose diária de vitamina D recomendada por especialistas da Health Canada.

O Canadá será o primeiro país a brindar com o novo rótulo, pensado especialmente para consumidores de países com pouca exposição à luz solar durante parte do ano, muitas vezes por causa das estações frias mais rigorosas. No hemisfério norte, o inverno vai até dia 20 de março. Nos extremos, como regiões do Canadá, a luz do sol é escassa nessa época do ano.

“Como uma marca que nasceu na praia, a Corona abraça o ar livre em tudo o que fazemos, porque acreditamos que lá fora é onde as pessoas melhor se desconectam e relaxam. A sensação do sol é uma das coisas que as pessoas mais amam no ar livre e a marca Corona está sempre inovando para lembrá-los dessa sensação”, disse Felipe Ambra, vice-presidente global da Corona. “Agora, estamos entusiasmados em oferecer aos consumidores Corona Sunbrew 0,0%, a primeira cerveja sem álcool com vitamina D, reforçando nosso desejo de ajudar as pessoas a se reconectar à natureza a qualquer momento.”

Além do Canadá, ainda em 2022 a Corona Sunbrew deve desembarcar no Reino Unido e outros mercados da Europa, América do Sul e Ásia. Por enquanto, a cerveja ainda não tem data para chegar ao Brasil.

Fonte: https://exame.com/casual/corona-lanca-primeira-cerveja-com-vitamina-d-do-mundo/

Como a Ambev tem agido para alcançar a meta de ser carbono zero até 2040

Firmado no fim de 2015, o Acordo de Paris exige a adoção de uma série de medidas para que se a redução das emissões de carbono no mundo se torne efetiva, com a maior parte das empresas tendo se comprometido a zerá-las até 2050. Mas em uma meta que pode ser considerada ambiciosa, a Ambev, a maior cervejaria do mundo, anunciou, nas últimas semanas de 2021, a intenção de alcançar tal objetivo dez anos antes, em 2040.

Ao mesmo tempo em que confirmou o objetivo de se tornar “net zero” até 2040, a companhia destacou o estabelecimento de um plano de ação climática baseado em três frentes, alinhado ao Science-based Targets Initiative (Iniciativa de Metas com Base Científica, em uma tradução livre), definido para conter o aquecimento global em 1,5ºC com base em práticas de desenvolvimento sustentável.

Uma das ações da Ambev envolve o engajamento do ecossistema de parceiros. Ele consiste na colaboração com fornecedores, realização de parcerias com startups com soluções inovadoras e envolvimento com a indústria em geral para a companhia avançar na descarbonização da cadeia de valor. “As frentes de economia circular e inovação em embalagens continuam sendo grandes aliadas nesse processo”, afirma, em comunicado à imprensa.

A companhia também assegura estar focada em soluções baseadas na natureza. Isso se relaciona ao envolvimento direto com agricultores ligados à cadeia de abastecimento da Ambev para a adoção de práticas regenerativas, que enriqueçam a saúde do solo e melhorem a capacidade de captura de carbono. “A companhia continua apostando em soluções baseadas na natureza para melhorar a saúde das bacias hidrográficas”, destaca.

Outra frente de atuação da Ambev envolve o impacto local, com a redução das emissões de carbono em suas operações e em toda sua cadeia de valor, inclusive por meio de investimentos para impulsionar a inovação.

A Ambev ressalta que as ações para se tornar “Net Zero” começaram a ser adotadas pela companhia em 2017, ano em que firmou compromissos focados em ação climática, gestão de água, agricultura e embalagem circular.

De acordo com a companhia, desde então as emissões totais de gases de efeito estufa de suas operações (escopos 1 e 2) no Brasil foram reduzidas em 35% até 2020. Além disso, 100% de suas 32 unidades no país já operam com energia renovável. Neste ano, a cervejaria da Ambev em Ponta Grossa (PR), a maltaria em Passo Fundo (RS) e o centro de distribuição em Joinville (SC) se tornaram carbono neutro.

“A sustentabilidade é fundamental nessa construção. O avanço na pauta de ação climática representa a solidez dos resultados das nossas ações e compromissos ambientais até aqui, e a certeza de que podemos e iremos fazer muito mais”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev.

Gerenciamento hídrico para bares

Além de ter revelado a meta de ser carbono zero até o fim de 2040, a companhia tem realizado várias ações práticas. Em uma iniciativa que envolve diretamente o engajamento de parceiros, a Ambev anunciou recentemente o desenvolvimento de uma solução para ajudar bares e restaurantes a reduzirem o consumo de água. O modelo foi criado pela startup TRC Sustentável, uma das nove startups selecionadas para a segunda etapa da 3ª edição do programa Aceleradora 100+, e usa tecnologia e predição para gerir o consumo de água.

De acordo com a TRC Sustentável, sua nova forma de gerenciamento hídrico e instalação de equipamentos evita desperdícios e reduz a quantidade de água gasta em até 60%. É essa a alternativa que a Ambev deseja expandir para estimular bares e restaurantes do seu ecossistema a realizarem um consumo inteligente da água.

Com essa tecnologia, a Ambev espera ampliar a atuação da plataforma SaveH, o seu sistema gratuito de gestão hídrica, a partir do desenvolvimento de um aplicativo no qual os pontos de venda consigam monitorar o consumo de água de maneira simples e confiável. A alternativa está em fase de testes.

Embalagem sustentável

Já em uma ação para reduzir o impacto causado pelas suas marcas, a Ambev trouxe uma solução de embalagem sustentável produzida com reaproveitamentos agrícola, basicamente da palha de milho, de forma 100% mecânica e sem uso de químicos. A novidade, adotada pela Colorado (https://www.instagram.com/cervejariacolorado/), pode ser descartada de maneira completamente compostável ou reciclada junto à cadeia do papel.

Na criação da embalagem, foi utilizada um biomaterial com ciclo de vida sustentável e com uso de 80% menos de água na sua produção. Além disso, a solução reduz em 50% as emissões de gás carbônico e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. “A embalagem é mais uma etapa de todo um processo em que estamos trabalhando para colaborarmos para a preservação do meio ambiente”, afirma o gerente de marketing da Colorado, Daniel Carneiro.

Fonte: https://guiadacervejabr.com/ambev-carbono-neutro-meta-acoes/

Heineken aplica método ágil para levar energia renovável a bares

O objetivo da Heineken é levar energia sustentável a 50% dos bares e restaurantes de 19 capitais brasileiras até 2030 (Crédito: Divulgação)

No ano de 2021, um dos principais esforços do Grupo Heineken no Brasil foi expandir seu projeto de implantação de energia renovável nos bares e restaurantes brasileiros. A plataforma Green Your City, por exemplo, se propõe a expandir as dinâmicas sustentáveis de consumo de energia e contribuir para que o setor de serviços reduza os custos de energia, elemento fundamental, sobretudo em um momento de recuperação pós-pandemia. O objetivo é levar energia sustentável a 50% dos bares e restaurantes de 19 capitais brasileiras até 2030.

O projeto, que contou com a integração de várias áreas da companhia, foi desenvolvido por meio de prototipagem, método ágil e de maneira que conseguisse levar para a prática as dinâmicas de inovação já aplicadas dentro da empresa. De acordo com Gabriel D’Angelo Braz, diretor de marketing da Heineken Brasil, a velocidade com que as transformações surgiram no setor fez com que a empresa atuasse de forma ainda mais consistente no uso de MVP, ou seja, desenvolvendo projetos, testando e os aprimorando conforme eles eram testados.

“Em outros projetos já havíamos entendido que era importante testar rápido. O My Heineken, aplicativo lançado em abril de 2021, por exemplo, nos ajudou a entender a velocidade de resposta e a importância, do ponto de vista de dados e tecnologia, na proximidade com nossos consumidores. É um desafio de atuar como startup na velocidade e escala com que se desenvolvem os projetos”, explica. “Outra forma de atuação aplicada neste ano foi o desenvolvimento de scrum, metodologia de dinâmicas ágeis que se propõe a otimizar a maneira como se desenvolve e acompanha os projetos”, completa.

No segundo semestre do ano passado, depois de dois anos de trabalho que precisaram ser revisitados em função da pandemia, o lançamento de Heineken, em outubro de 2020, por exemplo, ajudou a companhia enxergar que era necessário reduzir os ciclos de tomada de decisão. “Existiam uma série de desafios neste projeto por se tratar de um segmento novo, e mesmo com dois anos de trabalho desse projeto precisamos começar do zero por que veio uma pandemia e mudou toda a dinâmica. Essa experiência serviu de grande aprendizado para a maneira que basearíamos nossas dinâmicas em novos projetos”, explica Gabriel.

Sobre o Green Your City, Gabriel explica que o projeto traz uma complexidade, pois conecta não só o olhar para os parceiros e a cadeia, mas também para o foco em entrega de entretenimento e experiência aos consumidores. “Quando determinamos que o quarto ingrediente de Heineken seria energia renovável foi importante levar esse projeto muito além da produção da cerveja em si, mas ter uma plataforma que materializasse esse novo momento e como tudo isso se integra dentro de uma plataforma maior de repensar o espaço, a cidade, a sustentabilidade, o entretenimento e a tecnologia”, destaca Gabriel.

Um dos grandes desafios, segundo Gabriel, foi mostrar para os parceiros o universo de possibilidade que existia em um projeto como este. “Fizemos vários pilotos na nossa base em determinadas regiões para entender como seria essa conexão geográfica, mas sobretudo, era importante deixar claro que os parceiros tinham não só a questão ambiental por trás de um projeto como este, mas também a possibilidade de melhorar a gestão e reduzir os custos com energia”, destaca.

Luiz Gustavo Pacete

Fonte: https://forbes.com.br/forbesesg/2021/12/heineken-aplica-prototipagem-para-levar-energia-renovavel-a-bares/