74% dos brasileiros valorizam ainda mais bares e restaurantes após restrições

Relatório publicado pela International Alliance for Responsable Drinking (IARD) revelou o impacto e a relevância de bares, cafés e restaurantes no bem-estar social e mental das pessoas no mundo, incluindo os brasileiros.

De acordo com o estudo, após o período de restrições da Covid-19, 74% dos brasileiros entrevistados passaram, a valorizar ainda os estabelecimentos em seu dia a dia.

Para 71%, o fechamento teve efeito negativo em suas vidas e 60% afirmam que foram afetados durante a pandemia do novo coronavírus

Ainda segundo a pesquisa, a retomada do funcionamento desses estabelecimentos e a socialização com os amigos fora de casa têm gerado bem-estar e sentimento de felicidade para 40% dos brasileiros. Além disso, 33% afirmam que bares, cafés e restaurantes e oferecem espaços significativos para as pessoas se reconectarem com outras a seu redor e evitarem a solidão.

Para 80% dos brasileiros, as medidas restritivas melhoraram a experiência nesses estabelecimentos e as três exigências mais importantes dos frequentadores foram atendidas: 57% consideram que houve melhorias nos padrões de limpeza; 54% disseram que há mais ventilação; e 40% que houve melhorias nas instalações ao ar livre.

Retomada

Com o avanço da vacinação e o fim das restrições, a expectativa é que a retomada beneficie não só os consumidores, mas toda a cadeia produtiva do País. De acordo com Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o setor pode preencher 600 mil vagas de trabalho apenas neste semestre – o que representa 31% das empresas do setor com intenção de aumentar o quadro de funcionários.

 “O setor de bares e restaurantes foi um dos mais afetados pelas medidas de restrições adotadas durante a pandemia, mas os danos vão além dos econômicos. A paixão cervejeira é o marco do nosso país, por isso estamos presentes nas celebrações. Como entidade representativa do setor, nós apoiamos a retomada segura e o consumo responsável”, afirma Luiz Nicolaewsky, Superintendente do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja).

Impacto Global

No mundo, 66% concordam que o bem-estar social e mental da população sofreu impacto e 45% reconhecem efeitos negativos diretos em sua saúde com o fechamento dos estabelecimentos. Além disso, 57% passaram a valorizar ainda mais a contribuição do setor em sua saúde; 22% avaliam que os estabelecimentos evitam a solidão e que a socialização fora de casa, após as restrições, trouxe sentimentos de felicidade (45%).

A maioria (71%) concordou que as medidas introduzidas por causa do Covid-19 trouxeram melhorias na experiência nos estabelecimentos. Por fim, o resultado geral aponta ainda três aspectos que se tornaram mais importantes desde a pandemia: socializar fora de casa (44%); relaxar e aproveitar o ambiente (43%); desfrutar de comidas e bebidas preparadas por outra pessoa (36%).

O relatório foi divulgado em 14 de outubro e produzido pela International Alliance for Responsable Drinking (IARD) com base em uma pesquisa feita pela YouGov – uma das principais empresas de sondagens globais pela internet – e diversos focus group conduzidos pela WorldThink.

A pesquisa ocorreu, entre maio e agosto de 2021, e contou com 11.444 entrevistas, com maiores de 18 anos, nos Estados Unidos, Reino Unido, México, África do Sul, Espanha, Austrália, França, Japão, Brasil e República Checa. A amostra do Brasil foi de 1010 questionamentos.

CNI destaca ações de sustentabilidade na indústria da cerveja

Em parceria com a Confederação Nacional da Indústria(CNI), o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja apresentou a implementação de ações e práticas sustentáveis no processo de fabricação e distribuição de cerveja.

As iniciativas das associadas estão alinhadas à estratégia da CNI rumo a uma economia brasileira de baixo carbono, baseada em quatro pilares: transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal.

Segundo o gerente jurídico do Sindicerv, Fábio Ferreira, o Sindicerv tem um compromisso incansável com uma agenda de crescimento e desenvolvimento ambiental do Brasil e está sempre em busca de fontes que resultem em menor impacto para o meio ambiente.

“Nosso foco está na redução das emissões de carbono ao longo de nossa cadeia produtiva, por isso utilizamos formas eficientes de gerar, produzir e distribuir energia limpa, além de levar conhecimento do consumo de energia renovável aos consumidores e varejo”, afirma Ferreira.

COP26: 100% de energia renovável e carbono zero na produção é meta até 2023

Em meio as metas anunciadas durante a 26ª edição da COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Glasgow, para reduzir os impactos gerados ao meio ambiente e na preservação dos recursos naturais, a indústria da cerveja reafirma seu compromisso de garantir até 2023 que toda produção seja abastecida com energia limpa, reduzindo a zero a emissão de carbono em todo processo.

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SINDICERV), que reúne as empresas Ambev e Heineken, responsáveis por 80% da produção e fabricação de cerveja no país, atua na implementação de práticas sustentáveis no processo de fabricação e distribuição de cerveja no país.

“Estamos cada vez mais comprometidos com uma agenda de crescimento e desenvolvimento ambiental do Brasil e sempre em busca de fontes que resultem em menor impacto ambiental. Nossas incansáveis ações têm foco na redução do impacto das operações na emissão de carbono ao longo de nossa cadeia produtiva, do campo ao copo”, explica o gerente jurídico do Sindicerv, Fábio Ferreira.

Na geração de energia eólica, o setor já tem suas operações funcionando em um parque no Ceará e um outro em construção na Bahia, juntos, devem atingir 202 mil MWh por ano para produção e fornecimento de energia nas fábricas. Com isso, haverá uma redução de 32 mil toneladas na emissão de CO2 por ano, equivalente à retirada de mais de 50 mil veículos de circulação.

Na produção, a estratégia é alcançar até 2023 zero emissões de carbono relativas à energia comprada e 100% da produção abastecida por energia limpa. Para isso, o setor tem trabalhado na diversificação de energia elétrica por solar, eólica e térmica e na substituição de combustíveis fósseis, como gás natural e óleo BPF, e de energia elétrica não renovável, por eletricidade de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal e biogás. No total, já são três cervejarias abastecidas com energia limpa e a previsão é de 100% de produção abastecida e zero emissão de carbono, até 2023.

Já na distribuição, até o fim do ano serão incorporados mais de 220 caminhões elétricos na frota como uma alternativa para otimização do consumo de combustível e redução da emissão de carbono. Os veículos serão abastecidos por energia renovável gerada pelo setor em suas instalações ou através da compra de energia renovável certificada.

Outra medida adotada, é a conversão de caminhões a diesel para veículos elétricos, bem como a de empilhadeiras nos centros de distribuição, que deverá ter sua frota abastecida por energia renovável até 2025. Os 130 centros comerciais de distribuição espalhados pelo Brasil, serão abastecidos 100% com energia renovável até 2023.

Para consumidores e varejo, a indústria investe na conscientização, incentiva e facilita o uso da tecnologia – medida que pode reduzir em, no mínimo, 10% os custos com energia. Além disso, a indústria é parceira de plataformas que conectam pequenos e médios pontos de venda a geração de energia limpa.

Segundo a Resenha Energética Brasileira, divulgada pelo Ministério de Minas e Energia, a matriz energética do Brasil é de 48,4%, em comparação com a média mundial, de 14,9%, o que coloca o setor cervejeiro brasileiro na posição de liderança na conversão e utilização de energia renovável.

O avanço de tecnologias aplicadas no setor cervejeiro tem impulsionado de forma significativa o desenvolvimento da indústria. Para a eficiência dessa operação em toda a cadeia, as associadas ao Sindicerv, fazem uso das vantagens geográficas brasileiras com o objetivo de contribuir com a aceleração e desenvolvimento das metas de sustentabilidade, o que as coloca à frente de outros países na implementação da tecnologia.

A redução das emissões de Gases de Efeito Estufa é uma preocupação constante do setor, que tem como meta reduzir em até 30% as emissões até 2030.

Heineken tem lucro seis vezes maior nos primeiros nove meses de 2021

A Heineken registrou lucro líquido acumulado de três bilhões de euros nos primeiros nove meses de 2021 (mais de R$ 19 bilhões pela cotação da moeda), anunciou a empresa nesta quarta-feira (27), multiplicando por seis o lucro visto entre janeiro e setembro de 2021 e 84,8% maior que o apurado em 2019.

Os volumes de cerveja da empresa holandesa alcançaram 60,2 milhões de hectolitros no terceiro trimestre, uma queda no crescimento orgânico de 5,1% sobre o mesmo período de 2020 e recuo de 4,3% no crescimento total. Considerando somente a marca Heineken, o volume foi de 12,8 milhões de hectolitros no trimestre, crescimento orgânico de 8%.

No entanto, o volume dos nove primeiros meses de 2021 alcançou 170,1 milhões de hectolitros, uma alta de 4% no crescimento orgânico e de 2,8% no crescimento total. Considerando somente a marca Heineken, o volume foi de 35,5 milhões de hectolitros entre janeiro e setembro, crescimento orgânico de 15,1%.

“O cenário macroeconômico continua volátil e estamos tomando as medidas necessárias para acompanha-lo. Estamos reajustando preços e custos em todos os nosso mercados para responder a esse desafio”, diz Dolf van den Brink, diretor-presidente da Heineken, em nota.

Os volumes de cerveja no continente da América somaram 21,2 milhões de hectolitros no trimestre, queda de 3,4% no crescimento orgânico e de 3,7% no crescimento total. A marca Heineken cresceu organicamente 10,2% no continente, a 4,9 milhões de hectolitros.

A companhia fala que sua estratégia de priorizar marcas premium no Brasil continua a impactar os volumes totais do continente. No país, os volumes das suas principais marcas, Heineken, Eisenbahn, Devassa e Amstel cresceram, mas uma queda de cerca de 40% no seu portfólio econômico derrubou os volumes totais em aproximadamente 10% no período.

Os volumes de cerveja na Europa tiveram queda de 2,3% no crescimento orgânico durante o trimestre, a 23,5 milhões de hectolitros. Na Ásia-Pacífico a queda foi de 37,4%, a 5,9 milhões de hectolitros. Já na África, Oriente Médio e Europa Oriental, houve crescimento de 5,5%, a 9,6 milhões de hectolitros.

No início da manhã de hoje no Brasil (27), a ação da Heineken na Bolsa de Amsterdã tinha queda de 0,40%.

Fonte: https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2021/10/27/heineken-tem-lucro-seis-vezes-maior-nos-primeiros-nove-meses-de-2021.ghtml

Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja apoia manifesto da CNI em prol da PEC 110

A indústria brasileira — tendo o setor da cerveja como um grande player — está atenta aos principais movimentos da agenda de desenvolvimento econômico e social do país e um dos seus pontos mais importantes é a reforma tributária. Nesse sentido, o Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja), em apoio à Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinou o manifesto favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110, em tramitação no Senado, para acabar com as distorções do sistema tributário brasileiro.

A proposta prevê a substituição dos impostos federais, estaduais e municipais por dois modelos de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), um federal e outro subnacional. Em linhas gerais, trata-se de um caminho mais próximo da ampla reforma tributária que o setor tanto aguarda. Para o Sindicerv, caso seja bem conduzida será fundamental para a retomada econômica, a geração de empregos e o aumento da renda da população brasileira pós-pandemia.

“A indústria brasileira da cerveja é um dos setores de extrema relevância no Brasil. Afinal de contas, somos o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, com uma das cadeias produtivas mais extensas que gera mais de 2 milhões de postos de trabalho, R$ 25 bilhões por ano de tributos e representa pouco mais de 2% do PIB. Por este motivo, podemos afirmar que o setor cervejeiro é peça fundamental nesse processo de retomada do crescimento econômico”, afirma o superintendente do Sindicerv, Luiz Nicolaewsky.

Confira o manifesto

Spaten e Schornstein serão as cervejas oficiais da São Paulo Oktoberfest

A Spaten, da Ambev, e a Schornstein, da CBCA, vão patrocinar o evento, marcado para ser realizado de 25 de novembro a 12 de dezembro, na capital paulista.

Lançada neste ano pela Ambev no Brasil, a Spaten é uma cerveja alemã criada em 1397. Por lá, tem forte ligação com a Oktoberfest de Munique, sendo servida durante a festa e tendo a sangria do seu barril como um marco do início da celebração. Além disso, a sua origem, no século XIV, está ligada ao surgimento do estilo Munich Helles. Agora, então, a Spaten se associa à Oktoberfest de São Paulo.

Já a Schornstein é de Pomerode (SC), considerada a cidade mais alemã do Brasil. No evento na capital paulista, o público poderá aproveitar o chope Schornstein OktoberfestBier Edição 2021, cerveja recém-lançada pela marca da CBCA. Inspirado em um dos estilos tradicionais da Oktoberfest alemã, o rótulo possui 5,3% de graduação alcoólica.

“Temos muito orgulho em fazer parte deste festival, junto de marcas tão grandes, e ainda mais feliz por apresentar nossa receita artesanal neste festival junto do período de aniversário de dois anos do grupo CBCA”, destaca o CEO da CBCA (http://cbca.com.br/), Gustavo Barreira.

Esta será a quarta edição da São Paulo Oktoberfest, que não aconteceu em 2020 e neste ano ocorre após o período tradicional da festa para viabilizar a sua realização com o avanço da vacinação contra o coronavírus. E a expectativa é de que atraia 70 mil pessoas à Vila Alemã, montada no bairro do Brooklin.

“A São Paulo Oktoberfest marca neste ano a retomada dos grandes eventos de entretenimento da capital. Vamos proporcionar uma diversão segura e de qualidade para toda a família e ao mesmo tempo voltar a celebrar a alegria e a amizade entre a comunidade alemã e brasileira, seguindo todos os protocolos sanitários”, comenta Walter Cavalheiro, fundador da São Paulo Oktoberfest.

O evento

A festa cervejeira vai ser realizada na Vila Alemã, sempre de quinta-feira a domingo. Em anos anteriores, a festa aconteceu no Anhembi. “O novo espaço é o início de um projeto ainda maior para os próximos anos, que deverá marcar a celebração de 200 anos da imigração alemã, em 2024”, revela Cavalheiro. Serão mais de 60 shows de bandas de pop rock e outras típicas, que valorizam a cultura alemã.

No dia 25 de novembro, na abertura do evento, o show principal será do Queen Experience In Concert. Já o encerramento, em 12 de dezembro, se dará com o Sambô. Também haverá mais de 60 opções gastronômicas, incluindo 25 pratos do chef Werner Rotzinger.

A organização vai exigir o passaporte de vacinação contra a Covid-19 ou a apresentação de comprovante de teste realizado há menos de 48 horas para a entrada no evento. O protocolo de acesso ao festival medirá a temperatura, orientará sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras e disponibilizará totens de álcool em gel.

Os preços dos ingressos vão variar de R$ 45 a R$ 180. Na quinta e na sexta, a inteira custará R$ 90, com meia-entrada a R$ 45 e ingresso solidário a R$ 55, assim como para quem vestir trajes típicos. No sábado e no domingo, os preços serão dobrados. Às quintas-feiras, nos dias 2 e 9 de dezembro, os primeiros 1.000 ingressos serão gratuitos para quem estiver com trajes típicos – nas sextas-feiras, sábados e domingos terão o mesmo benefício do ingresso solidário.

Além da Spaten e da Schornstein, a São Paulo Oktoberfest terá Aurora, Cepêra, Movida e Grupo Vamos como patrocinadores.

Sindicerv assina termo em gestão de resíduos sólidos

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, por meio da Coalizão Embalagens, assinou Termo de Compromisso com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). O objetivo do acordo é atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos por meio da logística reversa de embalagens, buscando equilíbrio e responsabilidade compartilhada entre o poder público e as empresas fabricantes de embalagens.

O sistema de logística reversa é o processo pelo qual fabricantes, importadores, comerciantes e consumidores implementam um sistema de coleta, recebimento e recuperação de embalagens. O acordo prevê metas conjuntas de recuperação e reciclagem, dos materiais como vidro, papelão e plástico colocados no estado de São Paulo pelas empresas e entidades signatárias.

Para este ano, a meta de medição de recuperação e reciclagem será de 22%, e subirá anualmente, meio ponto percentual, chegando a 24% em 2025.

Como medida de fomento e gestão de resíduos sólidos, o acordo prevê que o volume de recuperação de embalagens retornáveis seja contemplado no cumprimento do termo pelas empresas.

Como forma de incentivar o uso de embalagens retornáveis, o acordo prevê uma redução proporcional ao grau de utilização desse tipo de embalagem. A cada 5% de embalagens retornáveis reinseridas no sistema, será descontado 1% de sua meta total, não podendo ser reduzida a menos de 50% do volume originário.

O acordo reconhece a experiência das empresas adquirida ao longo dos anos na reciclagem e reintrodução de vidro no mercado. Atualmente, o percentual de massa de vidro retornável utilizado pelas empresas que assinam o termo é de aproximadamente 60%.

Para o superintendente do Sindicerv, Luiz Nicolaewsky, a assinatura do termo com a CETESB oficializa e reforça o compromisso das entidades signatárias com a destinação ambientalmente adequada de embalagens e colaboração com os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.  

O termo terá validade de cinco anos e se aplica para o estado de São Paulo. As empresas integrantes da Coalizão Embalagens deverão apresentar um relatório anual contendo os resultados e dados operacionais do conjunto de embalagens que colocaram no mercado.

Também assinaram o acordo, em 30 de setembro, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (ABIR), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA),  Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE) e Associação de Logística Reversa de Embalagens (ASLORE), que fazem parte da Coalizão Embalagens.

Ambev: inscrições de estágio regular e para maiores de 50 anos em Jaguariúna

A Cervejaria Ambev abriu inscrições para programa de estágio regular e para pessoas a partir de 50 anos, em Jaguariúna (SP). O processo seletivo acontece inteiramente de forma virtual e as inscrições vão até o dia 31 de outubro.

Ao todo, são 14 vagas disponíveis, sendo 12 para o estágio regular e duas para pessoas com 50 anos ou mais. De acordo com a cervejaria, o número pode aumentar caso sejam identificadas mais pessoas com o perfil da companhia na etapa final.

As vagas são para a unidade de Jaguariúna, mas a Ambev aceita candidatos de cidades como: Campinas (SP), Sumaré (SP), Indaiatuba (SP), Hortolândia (SP), Americana (SP), Valinhos (SP) e Amparo (SP).

Os candidatos devem acessar a página referente ao programa que pretendem ingressar. Os interessados no estágio regular devem acessar o site oficial e os candidatos com mais de 50 anos devem consultar a página da vaga.

A carga horária é de 6 horas por dia, e o trabalho será feito de forma híbrida, sendo duas vezes por semana de forma presencial e três de forma remota.

Programa de estágio

Os interessados em participar do processo precisam estar cursando o penúltimo ou o último ano da graduação de qualquer curso, com formação prevista para até dezembro de 2023. A exigência vale para os dois programas de estágio.

Os programas oferecem vale alimentação, vale transporte ou fretado, além de seguro de vida, assistências médica e odontológica e outros benefícios.

Os candidatos do estágio com mais de 50 recebem um treinamento em Excel, Word, Power point e Power BI.

Segundo a Ambev, o objetivo é promover uma maior diversidade e interação entre gerações ao longo do processo para fomentar a inovação e criatividade.

Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego/noticia/2021/10/18/ambev-abre-inscricoes-em-programa-de-estagio-regular-e-para-maiores-de-50-anos-em-jaguariuna.ghtml

Embalagem sustentável é um dos desafios da Ambev na agenda ESG

No primeiro vídeo da série ESG 360, o VP de sustentabilidade da Ambev, Rodrigo Figueiredo, fala sobre os compromissos e os desafios na Ambev na busca por embalagens sustentáveis.

A Ambev tem duas metas importantes para 2025: garantir que 100% dos produtos utilizem embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de material reciclado e, no Brasil, acabar com a poluição plástica das embalagens.

No vídeo, Rodrigo Figueiredo explica os desafios para engajar os consumidores a reciclar e retornar suas embalagens. “Temos de pensar em meios para facilitar a vida dos consumidores”, diz Rodrigo. Uma das medidas é o Zé Delivery funcionar como uma logística reversa, retirando as garrafas vazias ao fazer novas entregas. Outra ideia é o consumidor poder deixar suas garrafas usadas em postos de coletas, e receber um voucher em troca.

A busca por embalagens sustentáveis depende também de inovação. A Ambev está fazendo parcerias com startups que incentivam a reciclagem, além de buscar novos produtos e processos. Isso inclui a ideia de postos de abastecimento, onde o consumidor pode levar sua garrafa e abastecer. “Qual é a melhor embalagem? Aquela que não existe”, explica Figueiredo. Quando o consumidor tiver uma garrafa refil, a embalagem deixará de existir.

Mas o dia no qual as embalagens deixarão de existir ainda está longe. Até lá, a Ambev quer que as embalagens não causem impacto negativo no ambiente. Assista ao vídeo completo, o primeiro da série ESG 360, para ver como a Ambev está fazendo isso.

Fonte: https://invest.exame.com/esg/ambev-embalagem-sustentavel

Conexões para ir Além: Ambev busca por startups em seu programa de inovação aberta

A Ambev, empresa reconhecida pela 100 Open Startups como a corporação que mais pratica inovação aberta no Brasil, mais uma vez vai além e promove a segunda edição do programa que busca inovação conjunta com startups. Como o próprio nome já diz, o programa Além foi criado para ultrapassar os limites de solução para possíveis problemas da Ambev.

“As startups têm a oportunidade de explorar sua tecnologia, seu modelo e sua solução para unir forças com as expertises da companhia. Dessas conexões, nascem projetos para além da Ambev”, afirma Eduardo Horai, CTO da companhia.

Os participantes encontram no programa mais que recursos financeiros. A Ambev proporciona a eles oportunidades de novos negócios, conhecimento de uma nova metodologia, acesso à expertise de gestão e negócios da Ambev, conexão com lideranças de diferentes áreas de negócios e acesso a métodos de gestão de negócios em escala para que possam testar novas soluções.

O programa é destinado a startups em fase de tração ou escala, com solução pronta e modelo de negócios validado no mercado. É exigido, também, que as startups possuam ao menos dois sócios de dedicação exclusiva. As inscrições estão abertas até o dia 20 de outubro. Uma boa notícia é que não há número limitado de vagas! A ideia é atrair a maior quantidade de conexões com potencial.

Por dentro dos desafios

A segunda edição do Além será dividida em cinco etapas: inscrições, reuniões one-to-one, imersão para co-criação dos pilotos, execução dos pilotos e demoday para apresentação dos resultados. Os desafios serão direcionados para a co-construção, mas oportunidades de cocriação serão analisadas. Tome nota dos desafios propostos pela empresa:

  • Gestão automatizada para Pontos de Venda (PDV) que promovam uma visão única de distribuição dos produtos e atualização do status dos PDV de forma automatizada.
  • Oportunidades de entretenimento Out of Home que possam ser oferecidas a donos de bares e restaurantes.
  • Soluções e tecnologias para comunicação e vendas que ajudem a chegar onde o consumidor está, da forma como ele quer e quando ele quer.
  • Tecnologias para bebidas que proporcionem uma melhor experiência do consumidor por meio de personalização e funcionalidades.
  • Soluções em bebidas que possam promover saúde e bem-estar do consumidor, que ajudem, por exemplo, na concentração, no foco, no aumento de rendimento, e que fujam das soluções tradicionais.
  • Inspeção inteligente de tanques fermentadores.
  • Soluções para transporte e armazenagem compartilhados (crowdshipping e crowdstorage) que possam flexibilizar a estrutura de atendimento da Ambev.
  • Soluções que possam gerar uma visão única do consumidor, independente do produto adquirido e canal de venda.
  • Gerenciamento de benefícios on trade e off trade que possam desenvolver uma dinâmica única para transação de benefícios para o consumidor.
  • Novas soluções de meios de pagamentos para PDV em substituição aos meios de pagamento atuais.
  • Sucesso em engajamento

A primeira edição do Além aconteceu no primeiro semestre de 2021 e teve duração de três meses. Foram escolhidos sete projetos para desenvolvimento dos pilotos, o que resultou na participação direta de 54 pessoas.

Um desses projetos foi desenvolvido pela SporTI, startup desenvolvedora de tecnologia para gestão e marketing esportivo. Junto ao time da marca Fusion Energy Drink, a startup desenvolveu a CapudoCup, uma competição do jogo eletrônico de ação e aventura FreeFire para gamers de todo o Brasil.

“Quando o Além abriu as portas da Ambev para a SporTI, nós fomos desafiados a expandir a conexão entre os universos esportivos e das marcas, cocriando a Plataforma AmBev de Esportes (PLAE)”, conta Sandrelise Chaves, COO da SporTI.

Com a união da tecnologia da gestão esportiva com a experiência da marca, o campeonato foi um grande hit dentro da comunidade gamer. Em pouco mais de 3 dias de inscrição, foram registrados mais de 7 mil inscritos espalhados por 892 cidades de todo o país. A transmissão da competição e o conteúdo de lives alcançaram cerca de 9 milhões de views em apenas quatro dias do campeonato.

A primeira edição do programa aconteceu de forma remota no primeiro semestre deste ano.

Parcerias que vão Além

O Programa Além é desenvolvido em parceria com a Innoscience. Juntas, a empresa de produção de bebidas e a consultoria de inovação aplicam a metodologia e acompanham todo o desenvolvimento dos pilotos.

O envolvimento intenso das duas empresas durante o programa é o que garante o seu sucesso. Para a segunda edição, tanto a Ambev quanto a Innoscience esperam intensificar parcerias importantes com as startups e, consequentemente, encontrar soluções inovadoras.

“A primeira edição do programa trouxe aprendizados de refinamentos da abordagem que foram incorporados para a segunda edição. A expectativa agora é gerar negócios ainda mais relevantes para o ecossistema da Ambev e evidenciar como a relação Corporate-startups pode, sim, ir Além”, comenta Maximiliano Carlomagno, sócio fundador da Innoscience.

Saiba mais sobre o programa e se inscreva em www.ambev.com.br/alem.

Fonte: https://www.projetodraft.com/conexoes-para-ir-alem-programa-ambev-inovacao-aberta-startups/