Grupo Heineken reforça ESG com criação de vice-presidência

Para ter mais foco e ação na agenda ESG no Brasil, o Grupo Heineken anuncia a criação da vice-presidência de sustentabilidade e assuntos corporativos com a nomeação de Mauro Homem como líder da área, que atuará diretamente com Mauricio Giamellaro, presidente da cervejaria.

“Esta foi uma decisão da alta liderança da empresa, especialmente do presidente, que vê a necessidade de se posicionar mais, trabalhar o tema nas marcas e ter um acompanhamento do comitê de direção. Fico feliz pela oportunidade de ampliar a atuação na agenda ambiental e social, principalmente”, diz Homem em entrevista à EXAME.

Segundo o executivo, ainda não há detalhes sobre rotina com comitê, por exemplo, mas a intenção é ampliar uma jornada que contou, em novembro, com o lançamento da plataforma Green Your City, de iniciativas de sustentabilidade para a vida noturna de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com compromissos firmados em três diferentes pilares: economia circular, cidades mais verdes e consumo responsável.

Além disso, há o acompanhamento de metas anunciadas, como a neutralização das emissões de carbono em toda a sua cadeia de valor até 2040 e levar energia renovável a 50% dos bares e restaurantes de 19 capitais brasileiras, até 2030. “Meu desafio é continuar o trabalho com a marca institucional e também ampliá-lo nas outras marcas do Grupo”, diz Homem.

Segundo ele, foi ao pensar nessa estruturação com as marcas que se optou pela unificação de sustentabilidade e assuntos corporativos. “O Brasil é o país de maior mercado para o Grupo Heineken, em volume, e é impossível prosperarmos sem responsabilidade social e sustentabilidade. Para isto, é preciso realizar comunicações com diferentes partes, ter relações públicas e mais, assim entendemos a sinergia das áreas”, explica. Deste modo, haverá um trabalho também com a vice-presidência de jurídico e governança.

“Acreditamos que a agenda ESG nas empresas precisa estar em um nível de maturidade ainda mais elevado e, para além de firmar compromissos públicos, é preciso atuar com base no propósito e nos valores da companhia. Estamos fazendo esse trabalho há alguns anos e, com essa nova estrutura, conseguiremos colocar ainda mais foco e agilidade no que queremos construir e deixar de legado para a sociedade”, diz Giamellaro.

Marcas e ESG

Cada marca do Grupo Heineken tem um papel para reforçar a comunicação ESG com o consumidor final. Enquanto a cerveja Heineken encabeça a plataforma Green Your City, a cerveja Amstel realiza ações sociais com foco em diversidade e inclusão, especialmente para a população LGBTQIA+; a Devassa tem uma plataforma de criatividade cultural e igualdade racial; a Lagunitas trabalha com proteção de animais abandonados; e as marcas de não alcóolicos carregam compromissos como a redução de 80% no uso de garrafas PET, ocasionando em menos 25% do uso do plástico no portfólio.

“Percebemos a oportunidade de gerar diferenciação por meio das marcas, ao levar as mensagens da companhia, reforçar o propósito e gerar vantagem competitiva”, diz Homem.

Fonte: https://invest.exame.com

Ambev planeja atingir zero emissões de carbono até 2040

Terceira maior indústria cervejeira e quinta maior produtora de bebidas do mundo, a Ambev planeja zerar as emissões de carbono de toda sua cadeia de valor até 2040. O anúncio, de caráter global, foi feito no final de 2021, junto com a apresentação do novo propósito da companhia: “Sonhamos grande por um futuro com mais razões para brindar”.

O anúncio marca um movimento que começou em 2017, quando a Ambev assumiu compromissos importantes focados na melhoria dos processos de gestão de uso de água, agricultura, embalagem circular e outros relacionados à sustentabilidade até 2025. Desde então, a companhia vem avançando consideravelmente nessa jornada.

O anúncio marca um movimento que começou em 2017, quando a Ambev assumiu compromissos importantes focados na melhoria dos processos de gestão de uso de água, agricultura, embalagem circular e outros relacionados à sustentabilidade até 2025. Desde então, a companhia vem avançando consideravelmente nessa jornada.

Os avanços

Só no Brasil, as emissões totais de Gases de Efeito Estufa (GEE) de suas atividades foram reduzidas em 35% até 2020 e 100% de suas 32 unidades nacionais já operam com energia renovável.

Em 2021, a fábrica de produção de malte em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e o centro de distribuição em Joinville, Santa Catarina, se tornaram as primeiras unidades nacionais da Ambev a operar com carbono neutro.

Metas para 2025

Entendendo que sua responsabilidade vai além do último gole de cerveja, a Ambev agora está de olho em 2025, ano limite para que 100% de toda a eletricidade que move a empresa venha de comprada fontes renováveis, para que as emissões de carbono já estejam reduzidas em 25% e para que todas as embalagens sejam retornáveis ou feitas majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

“O novo propósito traduz a união entre a nossa capacidade de mobilizar pessoas em um objetivo comum e nossas ações para construir um futuro melhor. A sustentabilidade é fundamental nessa construção. O avanço na pauta de ação climática representa a solidez dos resultados das nossas ações e compromissos ambientais até aqui, e a certeza de que podemos e iremos fazer muito mais”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev.

Nos últimos quinze anos, a empresa reduziu as emissões diretas das fábricas em mais de 60% e está próxima de atingir 100% de uso de energia renovável. Com isso, está em 32% de sua meta atualmente. Pelo futuro do planeta, esperamos que passos ousados como esses influenciam de forma positiva outras companhias. Para conhecer todas as iniciativas da Ambev, clique aqui.

Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br

A reforma tributária precisa caminhar

Falar em retomada econômica é a previsão mais incerta do momento. A escalada da taxa de juros para conter a inflação de 10%, a mais alta nos últimos seis anos, somada ao aumento dos custos de produção e desemprego, reduz de forma drástica o poder de compra da população, além de afastar investimentos.

Diante desse cenário é indispensável voltar a discutir projetos que abram espaço para o Brasil retomar o ritmo de crescimento econômico e desenvolvimento social. E um deles é a reforma tributária, que precisa ser aprovada com a maior celeridade possível para aumentar a competitividade da indústria brasileira.

Entre os projetos abrangentes em tramitação no Congresso Nacional, que unificam e simplificam os diversos tributos que incidem sobre o consumo, temos as Propostas de Emenda à Constituição, a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal.

Fruto de um extraordinário esforço do senador Roberto Rocha (PSDB/MA), temos visto maiores chances de a PEC 110 avançar ainda este ano. Em meio ao recesso parlamentar, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, sinalizou que o projeto terá prioridade na Casa, com a leitura de seu relatório na Comissão de Constituição e Justiça, votação no plenário e envio à Câmara dos Deputados, até o fim de fevereiro.

Em linhas gerais, trata-se de um caminho mais próximo que o setor industrial brasileiro tanto aguarda: um sistema tributário que reduza a burocracia, o contencioso jurídico, a quantidade de impostos, a complexidade e o custo da sua operação. E que traga segurança jurídica para a indústria, mas sem aumentar a carga tributária, uma das mais altas do mundo para a atividade produtiva. O impacto atual dos tributos no preço final da cerveja chega a 56%.

O Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos, com uma produção anual de mais de 14,3 bilhões de litros. Movimenta uma cadeia do “Campo ao Copo” que se estende desde o agronegócio, com destaque para a produção de diversos grãos, mais de 40 mil veículos empregados na distribuição e 1,2 milhão de postos de vendas espalhados por todo o país, até o consumo final das famílias.

Em números, o setor cervejeiro representa 14% da indústria de transformação e 2% do Produto Interno Bruto. Contribui com mais de R$ 25 bilhões em impostos, gera uma massa salarial de R$ 27 bilhões e é responsável por mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos. Estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas para o Sindicerv revela que, a cada emprego em uma cervejaria, outros 34 novos postos de trabalho são criados na cadeia produtiva.

Daí a importância da indústria da cerveja como uma das principais molas propulsoras na geração de empregos e retomada do país em meio à crise sanitária que vivemos.

Entendemos que a reforma tributária é um tema complexo e mesmo diante da agenda eleitoral há sensibilidade do Poder Legislativo federal para a aprovação de uma reforma estruturante que conta com o apoio e o consenso entre indústria, Estados e sociedade civil. A reforma tributária precisa caminhar para que o Brasil retome os trilhos de desenvolvimento.

LUIZ NICOLAEWSKY Superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv)

Publicado inicialmente em: https://congressoemfoco.uol.com.br/projeto-bula/opiniao/a-reforma-tributaria-precisa-caminhar/

A convite de cervejaria, artistas baianos criam obras inspiradas na festa de Iemanjá

Os artistas plásticos baianos Amanda Santana, Andressa Moniqui, Suzane Lopes, Ani Ganzala, Eder Muniz e Tárcio V foram convidados pela cervejaria Bohemia para, sob suas óticas, traduzirem em obras de arte a representação da cultura e tradição do 2 de Fevereiro, data em que se presta homenagens à Iemanjá. As obras estão expostas online, nas redes sociais de cada criativo.

“Em 2020 propomos a troca do presente manufaturado a Iemanjá por uma flor. Neste ano, ainda sem poder celebrar como a tradição manda, convidamos esses artistas para não apenas retratar a importância cultural da festa, mas fazeram as obras chegarem as pessoas pelo digital”, comenta Juliana Vianna, head da draftLine Ambev.

Fonte: https://aloalobahia.com