Grupo Heineken lança puro malte sem glúten

O Grupo Heineken anuncia o lançamento de Amstel Ultra, cerveja que reforça o portfólio de bebidas com baixo teor de calorias para atender aqueles que buscam mais equilíbrio no dia a dia, sem abrir mão da qualidade e sabor.

A novidade passa a compor a linha de Amstel, conhecida por transformar o segmento de mainstream com mais qualidade e preços acessíveis. Os produtos já estão disponíveis nos pontos de venda das regiões sul e sudeste. Amstel Ultra é uma cerveja com baixo teor de carboidratos, sem glúten e com versões de até 72 calorias (Long Neck 275ml com 72 calorias e lata 269ml com 71 calorias), além de ser a única puro malte neste segmento. O objetivo é desenvolver e liderar esta promissora categoria de cervejas.

Mauricio Giamellaro, presidente do Grupo Heineken no Brasil, afirma: “O ano de 2021 está sendo de grande importância para o Grupo no segmento mainstream, com dois grandes lançamentos que reforçam nossa posição no mercado: Tiger e agora, Amstel Ultra. Com isso, seguimos no nosso compromisso de levar ao consumidor opções de qualidade, com um portfólio de produtos que atendem às diferentes demandas e ocasiões de consumo. Agora, por meio de rota dupla de distribuição, estamos certos de que estamos no caminho certo”.

Para Vanessa Brandão, diretora de marketing das marcas mainstream do Grupo, “Amstel Ultra é um convite para que todos aproveitem os momentos da vida com equilíbrio e no estilo próprio de cada um. Trazer uma cerveja mais leve e puro malte ao mesmo tempo ao mercado brasileiro reforça nossa atenção à inovação e às demandas de um público cada vez mais exigente e conectado. Temos certeza de que será um sucesso de vendas por aqui”.

Fonte: https://www.baressp.com.br/noticias/grupo-heineken-lanca-puro-malte-sem-gluten-

Sindicerv assina termo em gestão de resíduos sólidos

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, por meio da Coalizão Embalagens, assinou Termo de Compromisso com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). O objetivo do acordo é atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos por meio da logística reversa de embalagens, buscando equilíbrio e responsabilidade compartilhada entre o poder público e as empresas fabricantes de embalagens.

O sistema de logística reversa é o processo pelo qual fabricantes, importadores, comerciantes e consumidores implementam um sistema de coleta, recebimento e recuperação de embalagens. O acordo prevê metas conjuntas de recuperação e reciclagem, dos materiais como vidro, papelão e plástico colocados no estado de São Paulo pelas empresas e entidades signatárias.

Para este ano, a meta de medição de recuperação e reciclagem será de 22%, e subirá anualmente, meio ponto percentual, chegando a 24% em 2025.

Como medida de fomento e gestão de resíduos sólidos, o acordo prevê que o volume de recuperação de embalagens retornáveis seja contemplado no cumprimento do termo pelas empresas.

Como forma de incentivar o uso de embalagens retornáveis, o acordo prevê uma redução proporcional ao grau de utilização desse tipo de embalagem. A cada 5% de embalagens retornáveis reinseridas no sistema, será descontado 1% de sua meta total, não podendo ser reduzida a menos de 50% do volume originário.

O acordo reconhece a experiência das empresas adquirida ao longo dos anos na reciclagem e reintrodução de vidro no mercado. Atualmente, o percentual de massa de vidro retornável utilizado pelas empresas que assinam o termo é de aproximadamente 60%.

Para o superintendente do Sindicerv, Luiz Nicolaewsky, a assinatura do termo com a CETESB oficializa e reforça o compromisso das entidades signatárias com a destinação ambientalmente adequada de embalagens e colaboração com os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.  

O termo terá validade de cinco anos e se aplica para o estado de São Paulo. As empresas integrantes da Coalizão Embalagens deverão apresentar um relatório anual contendo os resultados e dados operacionais do conjunto de embalagens que colocaram no mercado.

Também assinaram o acordo, em 30 de setembro, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (ABIR), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA),  Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE) e Associação de Logística Reversa de Embalagens (ASLORE), que fazem parte da Coalizão Embalagens.

Ambev faz ação de arrecadação de alimentos em troca de cerveja no Rio de Janeiro

Uma garrafa de cerveja puro malte especial para cada quilo de alimento doado. É assim que a Ambev, neste momento de aumento de insegurança alimentar no país, vai realizar uma ação de arrecadação de alimentos no Estado do Rio de Janeiro. Além da capital, cidades como Petrópolis, Cachoeiras de Macacu e Piraí terão um drive-thru solidário neste sábado (11), das 9h às 16h, para receber a doação de alimentos não perecíveis. A expectativa é arrecadar 140 toneladas de alimentos que serão doados para entidades carentes da região selecionadas pelas ONGs Instituto Reação, Abraço Campeão, Instituição Espírita Oasis no Caminho, Todo Juntos e Ninguém Sozinho, Associação Pestalozzi de Cachoeiras de Macacu, entre outras.

“Nos juntamos a importantes parceiros para fazer essa campanha tão importante ganhar vida em um momento mais do que necessário. Queremos estimular a população a participar e apoiar a causa na luta contra a falta de comida para, pelo menos, parte das famílias do nosso Estado”, explica João Rua, Diretor de Vendas da Ambev no Rio de Janeiro.

Os interessados só poderão acessar ao local dentro de veículos motorizados, sob o protocolo de segurança estabelecido pelas prefeituras das cidades participantes. Além disso, os consumidores devem levar um quilo de alimento não perecível para cada cerveja que desejam trocar, sendo limitado ao máximo de quatro garrafas por pessoa. A cerveja será entregue em temperatura ambiente, para que o consumidor possa aproveitá-la somente em casa, e documento de identidade original com foto será exigido no momento da troca da cerveja para garantir a maioridade dos participantes.

Uma nova cerveja, uma nova oportunidade para as famílias.

A campanha surge dando continuidade às diversas ações de apoio no enfrentamento à pandemia promovidas pela Ambev. Agora, o time de cervejeiros e cervejeiras do CIT, o Centro de Inovação e Tecnologia Cervejeira da Ambev, no Rio de Janeiro, criou uma receita especial em prol dessa ação.

“Desenvolvemos uma nova cerveja com a cara do Brasil, utilizando ingredientes nacionais de muita qualidade. Os participantes da ação podem esperar por uma cerveja puro malte na pegada mais craft, com malte pilsen e malte carahell, com fermento único, casca de laranja e um dry-hopping de lúpulo brasileiro, com parte dele cultivado na nossa fazenda em Santa Catarina”, explica o mestre-cervejeiro da companhia, Renato Correia dos Reis.

Para a ação ser possível, grandes parceiros, como Pety Transportes, Conlog, Vitoria Log, Prakolar, WestRock, LNF, Dimona, Prezunic, Rota Cervejeira e as ONGs Instituto Reação, Abraço Campeão, Instituição Espírita Oasis no Caminho, Todos Juntos e Ninguém Sozinho, Associação Pestalozzi de Cachoeiras de Macacu, entre outros, fazem parte do projeto.

Descubra como encontrar o ponto de troca mais próximo de você

Moradores da capital fluminense contarão com cinco pontos de troca espalhados pela cidade, na Sapucaí e nas unidades da rede de supermercados Prezunic do Campinho, Campo Grande, Recreio e Ilha do Governador.

Em Petrópolis, o drive-thru acontece na Cervejaria Bohemia e no Lago Quitandinha.

Para Cachoeiras de Macacu, o local de troca é Praça Manoel Diz Martinez e, para Piraí, o Centro de Convenções.

SERVIÇO

Ação : SEMPRE JUNTOS .  Drive-Thru Solidário

Data: 11 de setembro de 2021, sábado

Horário: das 9h às 16h (ou enquanto durarem os estoques)

Onde:

Rio de Janeiro:

• Sapucaí (Rua Marquês de Sapucaí, Santo Cristo)

• Supermercados Prezunic do Campinho (Rua Cândido Benício, 20); do Campo Grande (Estrada do Cabuçu, 1654); do Recreio (Avenida das Américas, 16100); da Ilha do Governador (Estrada do Galeão, 1800).

Petrópolis:

• Cervejaria Bohemia

• Lago Quitandinha

Cachoeiras de Macacu:

• Praça Manoel Diz Martinez

Piraí:

• Centro de ConvençõesInformações em geral: Esta é uma iniciativa que segue rigorosamente os protocolos de segurança das prefeituras das cidades participantes. Para participar do drive-thru, é necessário estar dentro do veículo motorizado, com máscara, portando pelo menos 1 quilo de alimento não perecível, sendo eles arroz, feijão, macarrão, óleo ou leite em pó, além de ser maior de 18 anos. A ação é limitada ao estoque de cada ponto de troca, obedecendo à ordem de chegada na fila de troca.

Brasil tem duas cervejas entre as 20 mais valiosas do mundo; veja lista

(kazoka30/Thinkstock)

O Brasil figura com duas cervejas no ranking da BrandZ da Kantar das 20 destas bebidas mais valiosas do mundo em 2021. As marcas Skol, em nono lugar e com valor de US$ 7,303 milhões, e a Brahma, em 16º de posição e valor de US$ 3,834 milhões, são as brasileiras neste levantamento.

No topo de destaque está a chinesa Moutai, que cresceu 103% no último ano e atingiu um montante de US$ 109,3 milhões.

A Moutai é um baijiu (licor) feito à base de sorgo produzido pela Kweichow Moutai. Uma garrafa de meio litro custa em média 1.498 yuan (cerca de R$ 1.250), segundo a Kantar.

“A marca vem sendo adquirida, principalmente, por integrantes da crescente classe média do país, que buscam a sensação de luxo e o status que seu consumo traz”, frisa o levantamento BrandZ Marcas Globais Mais Valiosas 2021, produzido pela Kantar, líder em dados, insights e consultoria.

De acordo com a análise, as 20 maiores companhias de bebidas alcoólicas totalizaram US$ 245,3 milhões, o que aponta uma alta de 49% em relação ao ranking de 2020. O valor ainda posiciona o setor acima de categorias como Cuidados Pessoais, Automóveis e Luxo.

Destaques

Outro destaque no ranking Kantar foi a marca Wu Liang Ye, baijiu feito com cinco grãos orgânicos e fabricado pela Wuliangye Yibin, concorrente direto da Moutai. A companhia ocupa a terceira posição da categoria, com valor de mercado de US$ 14,5 milhões.

A mexicana Corona, por sua vez, reforçou seu posicionamento graças a um lançamento. Trata-se da Corona Hard Seltzer, água com gás alcoólica saborizada que está fazendo sucesso nos Estados Unidos, a ponto de render US$ 40 milhões para a empresa.

“No México, o aumento nas vendas em mercearias e lojas de bebidas cobriu a queda de 50% nos restaurantes. No BrandZTM, a marca ocupa a sétima colocação, com US$ 8,8 milhões”, detalha a pesquisa.

Veja 20 marcas de cerveja mais valiosas no BrandZ 2021

Ranking 2021

Marca

País de Origem  Valor 2021 (Milhões)  Valor 2020 (Milhões)

1             Moutai   China   US$ 109,330       US$ 57,755

2             Budweiser          EUA      US$ 16,173          US$ 14,654

3             Wu Liang Ye   China        US$ 14,539         N/A

4             Heineken  Países Baixos                US$ 12,879         US$ 11,136

5             Stella Artois   Bélgica      US$ 10,901         US$ 9,975

6             Bud Light  EUA    US$ 9,373         US$ 9,702

7             Corona México US$ 8,893            US$ 7,853

8             Jack Daniel’s EUA             US$ 7,766            N/A

9             Skol       Brasil     US$ 7,303  US$ 6,819

10           Cass       Coreia do Sul     US$ 7,024 N/A

11           Hennessy            França US$ 5,845             N/A

12           National Cellar 1573  China         US$ 4,921            N/A

13           Tecate  México US$ 4,186   N/A

14           Smirnoff              Rússia   US$ 4,113      N/A

15           Guinness             Irlanda  US$ 3,846            US$ 3,930

16           Brahma Brasil     US$ 3,834            US$ 3,733

17           Yanghe China     US$ 3,718     N/A

18           Michelob Ultra  EUA       US$ 3,715  N/A

19           Modelo México US$ 3,472            US$ 3,326

20           Asahi     Japão    US$ 3,472            N/A

 Fonte: Kantar

Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2021/08/24/brasil-tem-duas-cervejas-entre-as-20-mais-valiosas-do-mundo-veja-lista.html

A cerveja e a reforma tributária

A indústria brasileira – tendo o setor da cerveja como um grande player – está atenta aos principais movimentos da agenda de desenvolvimento econômico e social do país e um dos seus pontos mais importantes é a reforma tributária. Em discussão no parlamento, se bem conduzida, a reforma será fundamental para a retomada econômica, a geração de empregos e o aumento de renda da população brasileira.

No entanto, a Câmara dos Deputados tem trabalhado com o fatiamento do que seria uma reforma ampla, pontuando ajustes da legislação do Imposto de Renda e a unificação de PIS e Cofins, instituindo a Contribuição sobre Bens e Serviços, conhecida como CBS. De outro lado, o Senado busca retomar a sua proposta inicial (PEC 110) com um texto mais sólido, amplo e abrangente. Entretanto, em um ponto todos concordam. O avanço da reforma tributária hoje no Brasil é urgente e crucial. Não apenas para este ou aquele setor, mas para todos os brasileiros.

Terceiro maior produtor de cerveja do mundo

Somos o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, com uma das cadeias produtivas mais extensas e complexas do país, que gera mais de 2 milhões de postos de trabalho, R$ 25 bilhões por ano de tributos e representa pouco mais de 2% do PIB. Por este motivo, podemos afirmar que somos uma das principais forças motrizes do país.

Neste momento tão particular e delicado, aprendemos a repensar nossas atitudes, rever nossos valores, viver com menos e de forma mais simples. E essa lógica precisa ser aplicada também ao nosso sistema tributário e a indústria da cerveja é peça fundamental nessa jornada.

E é nesse cenário que temos apoiado uma ampla reforma tributária, abrangendo todos os tributos sobre o consumo e que seja efetivamente transformadora, tendo como fim maior a simplificação de todo o sistema, a eliminação da burocracia e da insegurança jurídica, sem que se promova um aumento da atual carga impositiva, que já é uma das maiores do mundo.

Um potencial incremento, nos moldes do que tem sido preconizado através das propostas que tramitam na Câmara Federal, acarretará redução expressiva na renda, nos empregos, nos investimentos e na arrecadação por parte dos Estados e da União.

Não é um prognóstico de uma única indústria. A cadeia produtiva da cerveja começa no campo, passa por transporte, energia, veículos, alumínio e vidro, só para citar alguns exemplos. Ou seja, toda e qualquer iniciativa tem impacto – para o bem ou para o mal – nessa cadeia.

Como o médico e físico Paracelso disse: “A diferença entre o remédio e o veneno é a dose”. Em exagero, ambos podem matar; já em doses insuficientes, um não mata e o outro, jamais cura.

Uma reflexão bastante adequada mediante as recentes discussões ao redor do complexo sistema tributário no Brasil.

Uma coisa é certa. Não é hora de aumentar imposto.

O momento agora é de acertar a dose para que o remédio não se torne veneno. Defendemos, por isso, a ampla discussão, a reflexão e a união para trabalharmos a favor de uma indústria nacional forte e colaborativa para reencontrar o caminho do crescimento de que tanto necessitamos.

*Luiz Nicolaewsky é superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv)

Editora Krater e Ambev anunciam concurso para encontrar novo escritor de livro

Uma iniciativa inédita chega para impulsionar a literatura brasileira quando o assunto é cerveja. Neste Dia Internacional da Cerveja (6), estudantes maiores de idade, professores, acadêmicos, sommeliers e entusiastas dessa bebida icônica têm novos motivos para brindar. A Editora Krater, junto com a Academia da Cerveja, escola de conhecimento e cultura cervejeira da Ambev, lançam, hoje, o concurso para encontrar o mais novo autor ou autora de uma publicação cervejeira no país.

Em um cenário ainda pouco favorável de incentivo e estímulo ao desenvolvimento e reconhecimento de talentos nas pesquisas nacionais sobre ingredientes, manejo de plantações, processos produtivos e estilos cervejeiros, a iniciativa literária surge como uma porta de entrada para a democratização e fomento do conhecimento brasileiro sobre a ciência por trás da cerveja. O vencedor ou vencedora contará, inicialmente, com pelo menos mil exemplares de sua obra impressos, além do adiantamento de royalties no valor de R$ 5.000,00.

“Temos grandes especialistas em cerveja aqui no Brasil, e o histórico da Editora Krater mostra que há uma enorme demanda por referências bibliográficas de qualidade sobre o assunto. Desde o início, sempre tivemos a intenção de não apenas traduzir obras estrangeiras, mas também de fomentar autores nacionais”, conta o cofundador da Editora Krater, Diego Masiero.

Ainda de acordo com o gestor, o Edital da Nova Publicação Cervejeira é uma iniciativa que busca viabilizar o desenvolvimento de novas obras escritas em português, que já são publicadas com o aval de um grupo de jurados especialistas e a garantia de retorno financeiro para o autor.

Um novo capítulo está sendo escrito

O projeto deve impactar uma legião de entusiastas com projetos e ideias guardados na gaveta e preencher uma lacuna de anos no setor, que gera, direta e indiretamente, mais de dois milhões de empregos, de acordo com dados da SINDICERV, Sindicato Nacional de Indústria Cervejeira.

“Desde a criação da Academia da Cerveja, vemos o quanto a ciência por trás da cerveja interessa o brasileiro. E é indiscutível quantos talentos nós vemos nascer todos os dias, seja com o estudo de uma nova técnica de cultivo, a defesa de um novo estilo de cerveja brasileiro, ou pesquisas sobre uma nova levedura. Assuntos que merecem ser registrados para ampliar e compor a nossa literatura, que ainda engatinha”, explica Alexandre Esber, professor, mestre-cervejeiro e gerente da Academia da Cerveja.

A Academia da Cerveja, que fomenta conhecimento e cultura cervejeira, foi lançada pela Ambev, em 2020, com o objetivo de democratizar o acesso à informação sobre uma das bebidas mais consumidas no país. O executivo afirma que a parceria com a Editora Krater não poderia chegar em melhor momento, “estamos muito animados em apoiar um projeto que empodera talentos no Brasil, ao lado de uma empresa que é referência em educação cervejeira para todo beer lover”.

Acessibilidade na educação cervejeira

Qualquer pessoa, maior de 18 anos, que tenha interesse em transformar sua ideia sobre a temática da cerveja em publicação, pode se inscrever no Edital da Nova Publicação Cervejeira até 30 de novembro de 2021. Após a data, começam as fases do voto popular e avaliação do corpo de jurados.

Para participar, é necessário preencher, gratuitamente, a ficha de inscrição pelo site, apresentando título da obra, sumário do livro, obra completa ou trecho com número de caracteres mínimo. O conteúdo proposto deve ser inédito e não há limite de subscrição de material por candidato.

Serviço | Edital Nova Publicação Cervejeira
Período de inscrições: de 6 de agosto de 2021 até 30 de novembro de 2021
Requisito: Concurso válido somente para maiores de 18 anos
Site: https://www.editorakrater.com.br/edital/.

Fonte: https://oestadoce.com.br/arteagenda/editora-krater-e-ambev-anunciam-concurso-para-encontrar-novo-escritor-de-livro-cervejeiro-no-brasil/

Heineken dobra lucro, mas alerta para alta de custos

A Heineken, segunda maior cervejaria do mundo, divulgou nesta segunda-feira (2) resultado de primeiro semestre acima do esperado pelo mercado, mas alertou sobre fraqueza no restante do ano por causa de custos em alta e impactos contínuos da pandemia nas principais regiões do grupo.

A companhia teve lucro operacional recorrente de 1,63 bilhão de euros ante expectativa média do mercado compilada pela empresa de 1,22 bilhão.

Dolf van den Brink, presidente-executivo da Heineken, afirmou que a empresa ficou satisfeita com o forte desempenho do primeiro semestre, mas afirmou que há motivo de cautela, uma vez que a expectativa é que os resultados de 2021 como um todo fiquem abaixo dos níveis de antes da pandemia.

O aumento dos custos de commodities também começou a afetar a Heineken no segundo semestre e deve ter um “efeito material” em 2022.

Anteriormente, a Heineken havia informado que esperava que as condições de mercado no segundo semestre melhorariam em 2021, dependendo do ritmo da vacinação.

Cervejas regionais da Ambev mais que dobram impacto na agricultura familiar

Com estímulo ao desenvolvimento sustentável da agricultura no Brasil e fomento às economias locais, os estados do Maranhão, Ceará, Pernambuco, Piauí e Goiás já somam mais de 16 mil pessoas impactadas

Raízes e frutos tipicamente brasileiros têm ganhado um novo mercado e dado protagonismo à agricultura familiar. Hoje, eles são motivo de celebração para famílias e, ao mesmo tempo, possibilidade de brinde para milhares de consumidores brasileiros. Desde 2018, quando a Ambev lançou seu Projeto Roots, que estimula o uso de matéria-prima local para o desenvolvimento de novas cervejas, o impacto e incentivo à agricultura familiar em cinco estados cresceu 250%. Neste Dia do Agricultor (28), a certeza é que há muito a se comemorar para quem encontra nessas matérias-primas cervejeiras sua nova fonte de renda.

A iniciativa, promovida pela maior cervejaria do mundo, registrou um salto no número de famílias impactadas com a compra dos ingredientes regionais. A companhia calcula que, somente em 2021, pelo menos 8.800 pessoas de estados como Maranhão, Ceará, Pernambuco, Piauí e Goiás estejam sendo direta e indiretamente beneficiadas pelo projeto, aumentando em mais de 138% a adesão à iniciativa no último ano – um marco significativo para a comunidade.

“O Projeto Roots nasceu com a missão de transformar matérias-primas típicas de cada região em fonte de renda estável a essas pessoas”, explica Vitor Antunes Monteiro, Gerente de Sustentabilidade Agro da Ambev. De acordo com o executivo, ingredientes como a mandioca, por exemplo, eram destinados somente à produção de farinha, um processo muito mais trabalhoso e que nem ao menos aproveitava todas as funções da raiz. O mesmo acontecia com a polpa do caju, já que 40% de seus produtores a descartavam. Agora, o remanescente da produção, antes focada só na castanha, se tornou ingrediente cervejeiro.

Com a compra da mandioca e do caju cultivados por esses pequenos produtores para produção de cervejas, é possível garantir uma demanda constante de pedidos ao longo do ano, gerando oportunidade de renda e desenvolvimento. Somente nos últimos três anos, graças ao projeto, cinco cervejas foram criadas pela companhia com ingredientes de cinco estados: Magnífica, do Maranhão; Nossa, de Pernambuco; Legítima, do Ceará; Esmera, de Goiás; e Berrió, do Piauí.

A participação de todos esses estados no projeto representa um impacto expressivo em toda a cadeia produtiva. De sua criação para cá, cerca de 16 mil pessoas foram beneficiadas nessas regiões, desde os pequenos agricultores, produtores e arrancadores, até transportadores. “Mesmo com esse impacto relevante, para não perdemos o ritmo de produção, criamos uma rede para assegurar o cultivo dos ingredientes e movimentar a economia local, contribuindo também para o desenvolvimento socioeconômico de regiões mais carentes dos Estados”, conta Monteiro.

De portas abertas para os pequenos produtores

A seleção dos produtores é feita a partir do interesse deles em participarem do projeto e não há presença de atravessadores, o que torna a compra direta e, consequentemente, garante maior retorno econômico para o agricultor. Após essa manifestação de interesse, é realizado um rigoroso processo de análise, antes da assinatura do contrato de compra, para garantir que esses produtores cumpram com todas as diretrizes de compromissos alinhados com as políticas de governança da Ambev, incluindo Contratação Responsável, Compliance e Anticorrupção.

Os bastidores da produção regional

Além da aquisição dessa matéria-prima, a Ambev ainda garante o acesso à assistência e conhecimento técnico para contribuir ainda mais com o know-how de cultivo deles. “Pensando em soluções para todos os produtores, criamos uma ferramenta inédita, junto com a startup ManejeBem, que oferece assistência técnica aos agricultores para ajudá-los a aumentar sua produtividade e garantir a qualidade das suas plantações”, complementa Monteiro.

Da matéria-prima à cerveja

Após à venda de ingredientes como mandioca e caju, dos pequenos produtores à Ambev, todo o processamento e distribuição são realizados pela companhia, que conta com cervejarias e estrutura nessas regiões. Essas cervejas são somente comercializadas nos locais de origem, o que contribui para a circulação local da economia.

Sopa Cultural

Dossiê: O mercado brasileiro de cervejas de fato cresceu na pandemia?

Ampliação no número de fábricas registradas, risco real de fechamento de algumas companhias e aumento no consumo de cerveja. Essas informações, compiladas em diferentes pesquisas e levantamentos realizados nos últimos meses, ajudam a explicar cenários de alguns dos mais difíceis e imprevisíveis meses da história do setor cervejeiro no Brasil, modificado bruscamente pela pandemia do coronavírus.

Mas também indicam um desafio para o segmento de artesanais, que viu apenas as grandes cervejarias conseguirem se beneficiar desse novo contexto. Ao menos é essa a opinião majoritária das lideranças e especialistas do setor cervejeiro ouvidos pela reportagem do Guia, que preparou um dossiê para acompanhar o momento do mercado (acompanhe nas próximas semanas a segunda matéria especial sobre o assunto).

Em 2020, o Brasil registrou aumento de 5,3% no volume de cervejas vendidas, atingindo 13,3 bilhões de litros, a maior quantidade desde 2014, de acordo com um levantamento do Euromonitor. Mas ele se tornou muito mais residencial, com 68,6% de brasileiros com mais de 18 anos dizendo que beberam em casa no ano passado contra os 64,6% de 2019. Um dado que ajuda a explicar os desafios encarados pelas marcas artesanais.

A sommelière Bia Amorim alerta que essa expansão do consumo se concentrou nas principais cervejarias, que têm acesso a canais de venda que não ficaram fechados na pandemia, como os supermercados, uma alternativa que não existe para os pequenos empreendimentos.

“Nos falta ainda poder olhar para o pequeno/nano mercado, sem comparar ele com as grandes. A fatia que cresceu com certeza foi embasada em canais de venda que ganharam força, os supermercados. Para o mercado de cervejarias muito pequenas e locais, essa oportunidade não bateu à porta e nem é viável”, avalia Bia.

Presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Nadhine França lembra que a pandemia veio acompanhada por uma crise econômica, o que afetou as escolhas no momento de compra. “Temos em paralelo à pandemia uma crise financeira, que diminuiu o poder de compra dos consumidores entrantes no mundo das artesanais.”

Até por isso, como destaca Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), o aumento do consumo de cerveja, especialmente no ambiente residencial, se concentrou nos rótulos mais baratos, algo que pouco pôde ser aproveitado pelas marcas artesanais.

Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Carla Crippa relembra que os efeitos da pandemia foram sentidos primeiramente pelas marcas artesanais, em função da indisponibilidade dos seus principais canais de venda. Ela destaca, porém, que o setor cervejeiro, em geral, conseguiu encontrar alternativas para chegar ao consumidor, o que explica esse aumento das vendas, mesmo em um ano tão desafiante – o que incluiu a dificuldade de acesso a insumos.

“Em 2020, havia cerca de 1.400 cervejarias cadastradas no Ministério da Agricultura, em sua grande maioria micro cervejarias que sofreram seja com retração no fluxo de caixa, seja com dificuldades de dar vazão ao produto final. Ao longo de 2020 houve várias iniciativas de apoio ao canal frio, bem como outras iniciativas criativas para fazer com que o produto chegasse ao consumidor final. Por exemplo, por meio de práticas como delivery, take-away e drive thru”, afirma Crippa.

Expansão que não reflete a crise

Outro dado de crescimento encarado com cautela é o da expansão em 14% no número de fábricas registradas no Brasil em relação a 2019, chegando às 1.383, de acordo com o Anuário da Cerveja. Na avaliação de Bressiani, diretor da ESCM, essa abertura de empreendimentos representa a concretização de planos prévios à pandemia.

Assim, os efeitos da crise ainda vão demorar a se refletir no Anuário da Cerveja. “Você tem a abertura das cervejarias porque os projetos são de prazo longo de maturação, refletindo projetos iniciados de 2017 a 2019.  O que vai acontecer é que em 2022 deverá ter menos abertura, porque aí pega a pandemia”, explica Bressiani.

Presidente da Federação Brasileira das Cervejarias Artesanais (Febracerva), Marco Antonio Falcone pondera, ainda, que o registro de uma marca no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento não significa que a empresa esteja, de fato, em funcionamento.

“Isso não quer dizer que estão em operação. Há o projeto, o registro, mas não entra em operação, ainda mais em uma crise como a de 2020. Isso o anuário mascara. Assim como o aumento no número de rótulos, que muitas vezes são registrados, mas não entram em circulação”, destaca Falcone.

Já na visão de Alexandre Prim, especialista em finanças do mercado cervejeiro, a expansão tem relação direta com a existência de mercados que ainda não foram conquistados pelo setor. São nessas regiões que podem ter se concentrado essas aberturas, em sua avaliação. E foi, inclusive, o que aconteceu no Acre, onde foi registrada a primeira cervejaria do estado, a Seringal Bier.

“Há regiões no país que ainda possuem uma baixa oferta de produtos cervejeiros, como Norte e Nordeste, e, portanto, há grande oportunidade de atender este mercado. Isso ressoa como uma oportunidade para empreendedores investirem em negócios com maior propensão de lucratividade”, afirma o especialista.

Além disso, para Prim, a abertura de cervejarias também pode representar a busca por uma alternativa financeira, em uma tentativa de empreender em meio a uma grave crise econômica. “O custo de entrada para registrar uma cervejaria, produzir e vender é relativamente baixo. Quero dizer, se alguém conseguiu juntar R$ 100 mil e tem dúvidas no que investir, este cidadão consegue abrir uma cervejaria de baixa escala e iniciar uma jornada empreendedora. Aos poucos consegue levantar grana e tomar maiores proporções. Este fato torna-se relevante em um momento de reorganização profissional (em caso de perda de empregos) e/ou recolocação no mercado.”

Dificuldade de adaptação

Mas, se o Anuário da Cerveja registrou um aumento no número de fábricas registradas, muitas delas convivem com o temor de encerrarem as atividades. Um levantamento realizado pela Abracerva indicou que 24% dos empreendimentos têm alto risco de fechar.

Na avaliação de Nadhine, esse elevado risco à sobrevivência de diversas cervejarias artesanais se dá pela dificuldade de mudança no foco das suas operações, somado ao apoio quase irrelevante vindo do estado para a sobrevivência dos negócios de pequenos empreendedores durante o período de crise.

Com opinião complementar, Falcone avalia que o quadro de ameaça às artesanais se dá pela perda de vários canais de venda durante a pandemia. “Tivemos uma queda brusca no faturamento. O aumento do consumo foi em casa, com a venda de supermercados e deliveries. O que se perdeu foi a venda nos bares e restaurantes. A minha marca, a Falke Bier, tinha 160 postos de venda e isso se perdeu. É um espelho do que aconteceu em todo o setor. O quadro de ameaça de cervejarias é real”, alerta o presidente da Febracerva.

Para Prim, a incerteza provocada pela pandemia explica essa possibilidade de fechamento de parcela tão relevante de empreendimentos. Ele destaca que muitos deles tiveram seus planos – e investimentos – arruinados pela mudança drástica no mercado e na sociedade.

“Por exemplo, foi realizado um investimento arrojado e tomou o capital de giro da empresa. Com a pandemia surgindo, as vendas caíram, então este empreendedor não teve condições de investir em e-commerce ou outros canais de venda. Ao contrário, acabou o ‘fôlego’ que ele tinha para manter o negócio a longo prazo”, argumenta o especialista.

Embora reconheça que cervejarias dependentes da venda de chopes estejam em situação mais complicada, Bressiani não crê que o cenário seja tão dramático. Para ele, é improvável que uma parcela tão grande de empreendimentos feche as portas. Mas muitos, na sua opinião, vão submergir.

“Uma parcela está com a vida complicada. São aqueles que estavam focados em bares, restaurantes e eventos. Quem trabalhava só com chope está sofrendo. Mas fechar é uma decisão demorada a se tomar. O que se faz é reduzir a produção e esperar passar a tempestade”, conclui o diretor da ESCM.

Consumo de cerveja ‘migra’ para dentro de casa e volume de vendas no Brasil é o maior desde 2014

A pandemia tem feito o brasileiro beber mais cerveja. Com as restrições de funcionamento de bares e o medo de contágio da Covid-19, o consumo migrou para dentro de casa e o volume total de vendas no país atingiu um nível que não era visto há anos, de acordo com dados de empresas que monitoram o mercado.

Levantamento inédito da Euromonitor, antecipado para o G1, mostra que o volume de vendas de cerveja no Brasil em 2020 foi o maior dos últimos 6 anos, atingindo 13,3 bilhões de litros, perdendo só para 2014, ano em que o país sediou a Copa do Mundo.

Já dados da Kantar revelam que o consumo nas residências bateu um recorde histórico. O percentual de brasileiros com mais de 18 anos que bebeu cerveja dentro de casa saltou para 68,6% em 2020, ante 64,6% em 2019.

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