Ambev abre mais de 300 vagas para trabalhar com tecnologia e inovação

O processo seletivo será 100% online para trabalhar nos escritórios de Blumenau, Maringá, Jaguariúna, Campinas e São Paulo — mas profissionais de todo o Brasil podem concorrer às vagas, uma vez que o trabalho poderá ser realizado de forma remota, presencial ou híbrida.

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Para se inscrever, basta clicar neste link. Estão abertas vagas para as seguintes áreas:

  • Desenvolvimento de software: 130
  • Arquitetura de software: 24
  • Dados & Analytics: 25
  • Produto / Negócio: 27
  • Infraestrutura: 30
  • Design: 17
  • QA: 15
  • Agilidade: 10
  • DevOps: 9
  • Gestão: 21

“Já temos mais de 1,6 mil talentos em nosso time de tecnologia, sendo pelo menos 1,2 mil profissionais ligados ao desenvolvimento de plataformas e soluções para toda a Ambev, de fábricas a escritórios”, conta Eduardo Horai, CTO da Ambev, em comunicado enviado ao CNN Brasil Business.

“Estamos passando por um momento de transformação profunda e abrangente na Ambev, que passa pela nossa estrutura, portfólio, comportamentos, forma como nos relacionamos com a sociedade e, também, a maneira de fazer negócios. E a tecnologia é uma peça fundamental nessa transformação”, ressalta.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/05/18/ambev-abre-mais-de-300-vagas-para-trabalhar-com-tecnologia-e-inovacao

Ambev é premiada por incentivar a agricultura regional

Popular na culinária brasileira por ser um alimento de fácil cultivo e baixo custo, o aipim, ou a mandioca – dependendo da região do Brasil, ganhou uma nova configuração na mesa do brasileiro. Além do prato, o aipim também entrou para o copo, desta vez, em uma das versões mais consumidas do país: a cerveja. Após inúmeros testes, a Ambev, em parceria com a Questtonó, consultoria de inovação e design, viabilizou a produção da bebida incluindo esse ingrediente em sua formulação.

A partir daí, foram criados quatro rótulos de bebidas regionais: Magnífica – do Maranhão, Nossa – de Pernambuco, Legítima – do Ceará e Esmera – de Goiás. Além do aipim, outro alimento típico do Brasil, o caju, entrou na mira da Ambev e, assim, nasceu o quinto rótulo regional: a Berrió – do Piauí. Para manter o ritmo de produção adequado, a empresa criou uma rede com cerca de 10 mil moradores de baixa renda desses estados para assegurar o cultivo dos ingredientes e, de quebra, conseguiu movimentar a economia local, contribuindo com a redução da desigualdade social.

E foi justamente esse indicador social que premiou a Companhia, em maio, na categoria Pandemic Response 2021 do World Changing Ideas Awards, promovido pela Fast Company, uma publicação americana com foco em tecnologia, negócios e design. O projeto comprovou que as lavouras de cada região podem – e devem – ser valorizadas. Diferente dos modelos tradicionais das corporações, os agricultores têm a oportunidade de cultivar os ingredientes nativos de sua região, que vão dar origem a novos sabores de cervejas, verdadeiros símbolos culturais.

Importante ressaltar que todas as cervejas são produzidas e comercializadas apenas em seus respectivos estados, criando raízes e gerando identidade com o público.

Sobre a Cervejaria Ambev:

Unir as pessoas por um mundo melhor. Esse é o sonho da Ambev, empresa brasileira, com sede em São Paulo, e presente em 18 países. No Brasil, somos mais de 32 mil pessoas que dividem a mesma paixão por produzir cerveja e trabalhamos juntos para garantir momentos de celebração e diversão. A Ambev é uma cervejaria inovadora e temos o consumidor no centro de nossas decisões e iniciativas. Nosso portfólio conta com cervejas, refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos e sucos, de marcas reconhecidas como Skol, Brahma, Antarctica, Budweiser, Stella Artois, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica, Fusion, do bem e AMA, a água mineral que destina 100% de seu lucro para projetos que levam acesso à água potável para famílias do semiárido brasileiro. Somente nos últimos cinco anos, investimos R$ 17,5 bilhões no país e deixamos um legado além dos investimentos com nossa ampla plataforma de sustentabilidade. Esse compromisso inclui metas claras, divulgadas publicamente, e se traduz em cinco pilares: água, agricultura, mudanças climáticas, economia circular e ecossistema de empreendedores. Esse trabalho é feito com uma rede de parceiros, pois acreditamos que a construção de um mundo melhor se torna mais rica quando feita em conjunto.

Fonte: https://www.segs.com.br/demais/290003-ambev-e-premiada-por-incentivar-a-agricultura-regional

Ambev abre 308 vagas de emprego para ampliar área de tecnologia; veja lista

Cervejaria Ambev abre programa Trainee — Foto: Divulgação

A Ambev está com 308 vagas de emprego abertas para profissionais de tecnologia, com destaque para 130 oportunidades em desenvolvimento de software. A empresa possui escritórios em Jaguariúna (SP), Campinas (SP), São Paulo (SP), Blumenau (SC) e Maringá (PR). Veja, abaixo, a relação de vagas.

Entre as modalidades de trabalho oferecidas, presencial, remota e híbrida são opções para os colaboradores. Por isso, candidatos de todo o Brasil podem participar do processo seletivo.

A seleção é online e os interessados em se candidatar podem se inscrever pelo site da empresa.

Vagas abertas

  • Desenvolvimento de software – 130 vagas
  • Arquitetura de software – 24 vagas
  • Dados & Analytics – 25 vagas
  • Produto/negócio – 27 vagas
  • Infraestrutura – 30 vagas
  • Design – 17 vagas
  • QA – 15 vagas
  • Agilidade – 10 vagas
  • DevOps – 9 vagas
  • Gestão – 21 vagas

A Ambev informou que vem investindo em tecnologia após experiências positivas com a criação de um aplicativo que entrega cerveja e também com vendas através do e-commerce na pandemia.13

Brasil já é o 3º país que mais consome cerveja no mundo

(kazoka30/Thinkstock)

Um estudo divulgado pela plataforma de descontos cupomvalido.com.br que reuniu dados de pesquisas do Credit Suisse, Euromonitor e Statista revela que o Brasil se tornou o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, ficando atrás somente da China dos Estados Unidos. Na frente da Alemanha e da Rússia.

Segundo o estudo, o brasileiro consome, em média, seis litros de cerveja por mês. E gasta, em média, R$ 46, por semana. Isso quer dizer que no mês, a cota de cerveja, na média, fica em R$184. Ou seja, o brasileiro gasta o equivalente a 16% do salário-mínimo com a “loirinha’. Mas tem gente gasta mais. Ao menos 9% dos pesquisados afirmaram que chegam a gastar R$ 101, por semana.

O estudo comprova o que o mercado já sabe. E confirma as marcas das cervejas preferidas pelos brasileiros cujo ranking é liderado pela Skol, a cerveja mais vendida no Brasil. A seguir vem a Brahma e, em terceiro, a Antarctica. Detalhe: As três marcas mais vendidas são da Ambev, que tem origem no Brasil e se tornou a maior cervejaria dop mundo.

Somente na quarta posição é que vem a Schin, hoje pertencente ao grupo Heinekene, e finalmente, a Itaipava do Grupo Petrópolis, em quinta posição.

A cerveja Heineken também está entre as mais preferidas, porém segundo avaliação do Credit Suisse, a diferença entre as cervejas preferidas e mais consumidas, pode ser explicada por falta de estoque e preços elevados, dois problemas recentemente citados pelos donos de bares.

Continue lendo em https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/jc-negocios/2021/05/12122165-brasil-ja-e-o-3-pais-que-mais-consome-cerveja-no-mundo.html

Ambev avança no digital e amplia volume de vendas para patamar pré-pandemia

Enquanto o consumo de bebidas não volta para os bares e restaurantes, afetados pelas medidas de restrição para conter o avanço do coronavírus, a Ambev apostou em suas plataformas digitais e registrou aumento de 11,6% no volume de vendas do primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. O total chegou a R$ 43,530 bilhões

“Apesar da pressão de custos, voltamos a patamares pré-pandemia de volume no trimestre e devemos terminar o ano no patamar de 2019”, disse o diretor Financeiro da companhia, Lucas Lira, ao Estadão/Broadcast.

O grupo fortaleceu seus canais digitais, como o Zé Delivery e a plataforma BEES, voltada para empresas. O delivery de bebidas da Ambev atingiu 14 milhões de pedidos no primeiro trimestre.

“Continuaremos concentrados na expansão da plataforma”, informou a empresa em seu relatório trimestral, divulgado na quinta-feira, 6. Com o aumento do consumo de cerveja em casa, aliás, a Ambev testa no Brasil uma assinatura de cervejas, por meio do aplicativo.

Na venda para bares e restaurantes, a companhia já atingiu 65% de sua base de clientes comprando através da plataforma digital BEES. “Desde o início de sua implementação no ano passado, já atingimos 100% de nossos centros de distribuição operando no novo modelo”, pontuou a companhia.

Em março, a fabricante anunciou a combinação de esforços da Menu.com com o BEES para impulsionar o desenvolvimento de novos recursos e acelerar a expansão da plataforma.

Lira explica que a plataforma não exclui os representantes de vendas da companhia e que eles passam a atuar como um consultor para os clientes, mas que a operação das vendas fica no BEES. “A plataforma foi importante para entregar boa performance comercial”, afirmou o CEO do grupo, Jean Jereissati, em teleconferência com investidores. Segundo ele, a tecnologia ajudou a companhia a formatar estratégias promocionais também mais acertadas.

Impacto do dólar

A Ambev registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,761 bilhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 125% ante o mesmo período de 2020. A receita líquida da empresa totalizou R$ 16,639 bilhões nos meses de janeiro a março, incremento de 32% na mesma base de comparação.

Jereissati explicou que a companhia escolheu focar em recuperar volumes em vez de margens. Segundo ele, boa parte do impacto se dá por custos da empresa indexados ao dólar.

Lira conta que a companhia opera com um câmbio médio de R$ 5,29 para 2021, o que dá previsibilidade para a operação. Algumas commodities também já tiveram preços fechados no ano passado. A maior incerteza está nos custos de commodities para as quais não é possível fazer contratos adiantados e para os contratos que são fechados agora, mas têm efeito só no próximo ano.

Além disso, como em 2020 a companhia não teve altos pagamentos de bônus, essa remuneração variável pressiona agora as despesas da empresa. O aumento de receita, porém, ajuda a equalizar a conta. “Despesas são pressionadas por bônus, mas alta da receita ajuda a compensar”, disse Lira aos investidores.

Destaques

Os analistas de mercado consideraram os resultados da companhia sólidos no trimestre e destacaram o aumento de 16% no volume de cervejas no Brasil. “Mais uma vez vimos uma estratégia comercial bem-sucedida em Brasil Cerveja, com um aumento de preços mais fortes do que esperávamos em cima de uma base de volume sólida, que cresceu 16% na comparação anual, pouco abaixo da nossa projeção de 18% de crescimento anual, apesar do cancelamento do carnaval e da redução do auxílio emergencial”, apontaram os analistas da XP Leonardo Alencar e Larissa Pérez.

“Acreditamos que a inovação no portfólio e a estratégia digital estão dando cada vez mais frutos, impulsionando o desempenho da empresa”, acrescentaram.

Ambev deve aumentar participação de mercado

O crescimento de 16% no volume de cerveja da Ambev no Brasil vai se refletir e ganho de participação de mercado. De modo geral, é possível, sim, dizer que setor tem encontrado mais dificuldades do que a empresa.

No primeiro trimestre, por exemplo, o setor de bebidas alcóolicas registrou crescimento de 4% na produção, cerca de 90% corresponde a cervejas.

Se a comparação for com o grupo Heineken, um do principais concorrentes da Ambev (juntas, as companhias detém em torno de 15% do mercado), também se nota diferenças importantes. A cervejaria de origem holandesa viu uma queda de um dígito no volume total de cervejas. Sua marca premium Heineken cresceu cerca de 20% e as marcas Devassa e Amstel também tiveram “crescimento contínuo”, mas o portfólio de cervejas econômicas caiu 25%.

No pré-mercado de Nova York, o desempenho positivo da Ambev (o volume de cervejas em todos os mercados que a companhia opera cresceu 11,6%) se reflete no avanço de 3,94% do recibo de ações (ADR) da companhia, a US$ 2,91.

A equipe da XP Investimentos escreveu que os resultados da Ambev foram “sólidos apesar do cancelamento do Carnaval juntamente com o ritmo lento de reabertura”. Os analistas deram destaque para o forte desempenho da Brahma Duplo Malte e para o portfólio premium crescendo quase 20%, juntamente com o crescimento de um dígito alto (cerca de 9%) para as marcas convencionais.

“Ou seja, mais uma vez vimos uma estratégia comercial bem-sucedida em Brasil Cerveja, com um aumento de preços mais fortes do que esperávamos em cima de uma base de volume sólida que cresceu 16% ano contra ano, pouco abaixo da nossa projeção de 18% de crescimento anual, apesar do cancelamento do Carnaval e da redução do auxílio emergencial.” A XP manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 17,15.

Eles afirmam que as três principais estratégias implementadas em 2020 pela Ambev permanecem em vigor: aumentos de preços, inovação de portfólio e promoções inteligentes. No entanto, lembram que os custos da AmBev devem aumentar cerca de 20% ao longo de 2021, como a empresa já havia anunciado na divulgação de resultados do quarto trimestre. A margem bruta da divisão de cervejas da Ambev para o Brasil caiu 3,7 ponto percentual no primeiro trimestre ante o ano anterior, para 52,3%.

Em relatório de ontem do Credit Suisse, a equipe do banco deveria ganhar participação de mercado. Os ganhos de participação da Ambev, segundo eles, são apoiados por: maior distribuição no off-trade tradicional (supermercados e atacarejos), que se tornou mais relevante após a pandemia; restrições de capacidade e maiores aumentos de preços entre os concorrentes; e o sucesso das inovações de marca no portfólio mainstream, como a Brahma Duplo Malte.

https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2021/05/06/ambev-deve-aumentar-participacao-de-mercado-com-avanco-no-volume-de-cerveja.ghtml

Ambiente de preços está mais favorável para setor cervejeiro, diz Credit Suisse

O ambiente de preços está mais favorável para o setor cervejeiro, avaliam os analistas do Credit Suisse em relatório distribuído hoje com números do primeiro trimestre.

“Acreditamos que o ambiente de preços para cerveja no Brasil e em outros mercados emergentes sofreu uma inflexão positiva, que deve ajudar a compensar parcialmente o efeito do câmbio e ‘ventos contrários’ no custo da commodity.”

A produção de cerveja no Brasil cresceu 11,6% em março na comparação com o mesmo mês de 2020, quando esse indicador tinha registrado uma queda, na base anual, de 21%. Ante o mesmo mês de 2019, período anterior à covid-19, a produção de cerveja de março de 2021 caiu 12%, um resultado negativo depois de fevereiro ter mostrado um ganho de 5% na comparação com dois anos antes. No acumulado do trimestre, os primeiros três meses de 2021 cresceu 4% ante o mesmo período do ano passado e caiu 1,3% ante 2019.

O banco diz que a Ambev deve ter ganhado participação de mercado no primeiro trimestre. Os analistas dizem que em março a indústria apresentou ciclos de desestocagem significativa enquanto os volumes do primeiro trimestre da Ambev devem chegar a 16%. Além disso, preveem um crescimento de 8% na relação preço / mix da companhia.

Segundo eles, os ganhos de participação da Ambev são apoiados por: maior distribuição no off-trade tradicional (supermercados e atacarejos), que se tornou mais relevante após a pandemia; restrições de capacidade e maiores aumentos de preços entre os concorrentes; e o sucesso das inovações de marca no portfólio mainstream, como a Brahma Duplo Malte.

A Heineken, uma das principais concorrentes da Ambev, teve problemas de capacidade e necessidade de aumento de preços no começo deste ano. Isso, porém, deve melhorar, lembram os analistas do banco.

“A expansão da cervejaria da Heineken em Ponta Grossa deve ser concluída no final do segundo trimestre, o que deve ajudar a aliviar os problemas de capacidade. Além disso, a Heineken agora controlará a distribuição de cerca de 90% de seu portfólio premium e mainstream superior, que responde por cerca de 50% de seus volumes de cerveja do Brasil e a maior parte de seus lucros. Isso deve apoiar uma maior penetração no canal de negociação de margem mais alta.”

Fonte: https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2021/05/05/ambiente-de-preos-est-mais-favorvel-para-setor-cervejeiro-diz-credit-suisse.ghtml

Brasil é o terceiro país onde mais se consome cerveja no mundo

O Brasil é o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, ficando atrás somente da China e dos Estados Unidos. É o que releva um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br, que compilou dados de pesquisas da Credit Suisse, Euromonitor e Statista sobre o consumo da bebida.

O brasileiro consome em média seis litros de cerveja por mês, e seu gasto médio por semana com o produto foi de R$ 46. No mês, totaliza R$ 184, o que representa 16% do custo do salário mínimo nacional. Além disso, 9% dos pesquisados gastam acima de R$ 101 por semana.

De acordo com o levantamento, a Skol é a cerveja mais vendida no Brasil, seguida por Brahma e Antarctica, respectivamente – as três marcas pertencem à Ambev. Na quarta posição fica a Schin, e a Itaipava na quinta.

A Heineken também está entre as preferidas, porém, segundo avaliação do Credit Suisse, a diferença entre as cervejas preferidas e as cervejas mais consumidas pode ser explicada por falta de estoque e preços elevados, dois problemas recentemente citados pelos donos de bares.

O principal fator para a escolha de uma marca em detrimento da outra foi o sabor. O preço e o estilo da cerveja também entraram em consideração, porém na segunda e na terceira posição, respectivamente.

A embalagem de preferência, com 47% das escolhas dos entrevistados, é a garrafa de vidro. Cerveja em lata foi a segunda opção, com 39% da preferência.

A China é o país onde mais se bebe cerveja, com 27% do consumo mundial. Os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 13%, e o Brasil ocupa a terceira posição, com um índice de 7%.

No cenário mundial, a cerveja mais vendida é a Snow, com 5,5% de participação de mercado, e a segunda é a Tsingtao (ambas são chinesas). A Bud Light e a Budweiser, ambas dos Estados Unidos, ficam na terceira e na quarta posição, respectivamente. Em quinto na pesquisa aparece a Skol, do Brasil, com 2,1% de participação de mercado.

Fonte: https://www.agazeta.com.br/entretenimento/gastronomia/brasil-e-o-terceiro-pais-onde-mais-se-consome-cerveja-no-mundo-0521

Heineken lança programa global de sustentabilidade e diversidade

A cervejaria Heineken anunciou a divulgação do programa global “BREW A BETTER WORLD (BaBW) – Produzir um Mundo Melhor”. Com um diverso conjunto de metas e compromissos, o programa pretende criar um impacto positivo a nível ambiental e de sustentabilidade social.

O BaBW divide-se em três pontos principais, “No caminho para emissões de carbono zero”, “No caminho para uma empresa e para um mundo inclusivo, justo e equitativo” e “No caminho para um consumo moderado e fim do consumo abusivo de bebidas alcoólicas”.

No primeiro ponto, a Heineken compromete-se a descarbonizar a sua produção até 2030 e a sua cadeia de valor total até 2040, a eliminar o transporte de resíduos para aterros sanitários das suas 166 instalações de produção, até 2025, acelerando a utilização de embalagens retornáveis e a reduzir o consumo médio de água em zonas com escassez de água em todo o mundo.

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/heineken-lanca-programa-global-de-sustentabilidade-e-diversidade/

Poli e Ambev lançam Programa de parceria no dia 13 de maio

No dia 13 de maio de 2021, das 17h30 às 18h30, será realizado o Lançamento do Programa Ambev On POLI-USP. A cerimônia contará com a presença de representantes da Ambev e da Escola Politécnica (Poli) da USP.

O Programa Ambev On POLI-USP irá oferecer capacitação, orientação e recursos para apoiar projetos realizados por equipes de estudantes. O objetivo é o aprimoramento na formação de estudantes para a inovação, com ênfase em temas relevantes para a sociedade, como a sustentabilidade ambiental. O Programa será sediado em um espaço multiusuário no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, que está em fase avançada de implantação.

Durante o evento será lançado um Desafio de Inovação para Equipes de Estudantes.

Participe do evento no Youtube: https://youtu.be/JptHnatZ7DQ.

Fonte: https://www.poli.usp.br/noticias/destaque-home/52322-poli-e-ambev-lancam-programa-de-parceria-no-dia-13-de-maio.html