Ambev: inovação constante e digitalização na mira dos acionistas

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Assembleia geral de acionistas da Ambev ocorre nesta quinta-feira, 29. O encontro deve reforçar os objetivos da empresa que passa por transformações com a diversificação de produtos, marketing e digitalização dos negócios

Nesta quinta-feira, 29, a fabricante de bebidas Ambev realiza a assembleia geral de acionistas. O encontro deve reforçar os objetivos sobre a empresa que passa por uma enorme transformação, focada em diversificação de produtos, marketing e digitalização.

A companhia que, divulga dia 6 de maio os resultados do primeiro trimestre de 2021, fechou o ano anterior com lucro líquido acumulado de R$ 11,7 bilhões, 3,7% menor do que em 2019. O desafio para se recuperar neste ano se dá em meio a alta do dólar, ao fechamento – muitas vezes definitivo – de bares e restaurantes e o desemprego a 14% no país.

Para superar as barreiras, a Ambev foca na digitalização e tem um ecossistema com mais de 13.000 startups. Um dos resultados do uso da tecnologia vem do Zé Delivery, app que já está em mais de 200 cidades no Brasil e em 2020 realizou 27 milhões de entregas. “A Ambev tem uma história bem-sucedida de crescimento nos últimos 20 anos, mas agora estamos olhando para os próximos 20. O caminho será com inovação, tecnologia e uma mudança sísmica”, disse Jereissati em entrevista exclusiva à EXAME em novembro.

Para ser mais inovadora, a empresa passa também por um processo de atrair talentos mais diversos, que possam pensar em produtos para atender a necessidade de cada perfil de consumidor em diferentes ocasiões.

Em março, a Ambev abriu processo de inscrição para 300 vagas para estudantes e recém-formados de todo o Brasil para o trainee, o estágio regular, o estágio Representa, exclusivo para pessoas negras. Ao eliminar barreiras como a exigência do inglês, a a média de inscritos no trainee passou de 38.000, entre 2016 e 2019, para 120.000, em 2020.

No portfólio, os lançamentos dos últimos meses reforçam a necessidade de se fazer presente em todos os momentos possíveis. Para além das tradicionais marcas Skol e Brahma, que apostam na cerveja pilsen e também puro malte, a companhia lança opções como cerveja de baixa caloria e até suplemento alimentar.

Agora, basta saber qual impacto todas as mudanças têm na visão dos acionistas e como as opiniões influenciam os planos para 2021, em meio a pandemia que não parece dar trégua tão cedo para esse mercado.

Fonte: https://exame.com/negocios/ambev-inovacao-constante-e-digitalizacao-na-mira-dos-acionistas/

Heineken: neutralidade de carbono na produção em 2030

Esta é a primeira de uma série de ambições que fazem parte da estratégia de sustentabilidade da cervejeira, denominada EverGreen.

“Nesta década de ação, comprometemo-nos a acelerar as nossas ações para abordar as alterações climáticas. O nosso objetivo é ser neutros em carbono nos nossos locais de produção, em 2030, para cumprir com o objetivo de 1,5ºC estabelecido pelo Acordo de Paris. Reduziremos, ainda mais, as nossas emissões, através da eficiência energética e aceleraremos a transição para a energia renovável”, assegura Dolf van den Brink, diretor executivo da Heineken.

Cadeia de valor

Uma grande parte da pegada de carbono geral, além da produção, provém da agricultura, do embalamento, da distribuição e da refrigeração. “Isso significa que trabalharemos em estreita colaboração com os nossos fornecedores e parceiros para alcançar o nosso objetivo ambicioso de uma cadeia de valor neutra em carbono para 2040. Sabemos que a Heineken apenas pode prosperar se o nosso planeta e as nossas comunidades prosperarem”.

Fonte: https://grandeconsumo.com/heineken-compromete-se-a-alcancar-a-neutralidade-de-carbono-na-producao-em-2030/#.YILNGpBKjIU

Ambev reduz consumo de água por litro de cerveja produzida

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A Ambev anunciou recentemente que reduziu o consumo de água por litro de cerveja produzida.

De acordo com a companhia, em 2020 o consumo de água foi 4,7% menor do que em 2019. Comparado com o consumo de água em 2002, a redução foi de 55%.

Para chegar a esses resultados, a empresa afirma estar investindo em processos, diretrizes, objetivos e metas a serem seguidas. “Por isso, criamos o nosso Sistema de Gestão Ambiental, um conjunto de procedimentos periodicamente revisado que serve como guia para o nosso trabalho”, diz Mariana Appel, especialista em meio ambiente da Ambev, em entrevista à coluna.

Uma das principais inovações para melhorar o índice de economia de água foi a instalação de medidores em todas as etapas do processo produtivo. “Essa medição nos possibilita um controle mais eficaz, já que é possível analisar os indicadores de cada fase do processo. Outra ação eficaz para economia de água é a padronização de processos e a replicação de boas práticas que surgem por iniciativa dos nossos próprios funcionários”, afirma.

Mariana diz que a empresa estabeleceu metas de sustentabilidade com objetivos de curto, médio e longo prazo. “No curto prazo, estabelecemos quatro metas a serem batidas até 2025, mas cujo impacto significativo contribui para um futuro melhor no longo prazo. São elas: agricultura sustentável, gestão de água, embalagem circular, mudança climática e empreendedorismo. A ideia é melhorar cada vez mais nossos índices de ecoeficiência.”

Fonte: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2021/04/16/ambev-reduz-consumo-de-agua-por-litro-de-cerveja-produzida.htm

Heineken tira R$ 4,5 mi do marketing do Rock in Rio para ajudar no combate à Covid-19

Após o adiamento do evento, cervejaria fez parceria com BNDES para investir em usinas de oxigênio

A Heineken vai tirar R$ 4,5 milhões do orçamento de marketing que seria direcionado ao Rock in Rio de 2021 para investir nos esforços de combate ao coronavírus.

A ação vai ser feita em parceria com o BNDES, que promete colocar uma doação com o mesmo valor para a causa.

Segundo a cervejaria, o dinheiro será usado para instalar quatro usinas de oxigênio e fornecer equipamentos para 40 hospitais filantrópicos.

A participação do BNDES acontece por meio do projeto “Salvando Vidas”, em que o banco se compromete a dobrar valores destinados ao apoio à linha de frente do enfrentamento à Covid-19.

A nona edição do Rock in Rio aconteceria em setembro e outubro deste ano, mas foi adiada para 2022 por causa do agravamento da pandemia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2021/04/heineken-tira-r-45-milhoes-do-marketing-do-rock-in-rio-para-ajudar-no-combate-a-covid-19.shtml

Heineken faz acordo com governo para adotar parque na Amazônia

Nesta segunda-feira, o Grupo Heineken assina com o Ministério do Meio Ambiente um protocolo de intenções para apoiar a preservação de uma área da Amazônia, a Reserva Extrativista Quilombo do Flexal, no município de Mirinzal, no Maranhão. A iniciativa faz parte do programa do governo federal “Adote um parque”, lançado em fevereiro.

No acordo que será assinado às 11h de hoje, a cervejaria se compromete a investir R$ 466,9 mil na reserva de 9.338 hectares. A área é equivalente a mais de 9 mil campos de futebol. A cifra é estabelecida de acordo com valores constantes no programa, de R$ 50 ou 10 euros por hectare ao ano. As doações são enviadas diretamente pelas companhias às unidades de conservação, na forma de serviços e produtos.

Esta é sexta adoção do programa federal. O Carrefour foi a primeira empresa a apoiar uma unidade de conservação por meio do “Adote um parque”. A filial da rede francesa no Brasil se comprometeu a investir R$ 3,8 milhões por ano numa área de 75 mil hectares na Amazônia, a Reserva Extrativista Lago do Cuniã, em Rondônia. Ao todo, 132 unidades de conservação fazem parte da primeira etapa do programa.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/bela-megale/post/heineken-faz-acordo-com-governo-para-adotar-parque-na-amazonia.html

Ambev anuncia doação de R$ 1,2 milhão para ajudar os profissionais de eventos de Salvador

A cervejaria é a primeira empresa a aderir ao SOS Cultura, projeto da Prefeitura de Salvador, em apoio aos profissionais do setor cultural e de eventos da cidade

A Ambev, uma das principais patrocinadoras dos grandes eventos de Salvador, anunciou na manhã desta segunda-feira (5), a adesão ao programa SOS Cultura. A comunicação foi feita ao gabinete do prefeito. A Ambev doará o total de R$ 1.2 milhão ao fundo, valor que será destinado exclusivamente ao pagamento do auxílio emergencial aos trabalhadores do setor.

A doação da Ambev representa quase 40% da cota do SOS Cultura destinada ao setor privado. Com essa iniciativa, a cervejaria quer incentivar outras empresas a fazerem o mesmo.

“O segmento cultural sempre esteve ao nosso lado nos momentos de celebração, promovendo os grandes eventos da cidade. Nesse momento tão difícil, é hora de retribuir a parceria”, afirma Rodrigo Moccia, diretor de relações institucionais da Ambev. “O setor de entretenimento da Bahia sempre contou e sabe que pode continuar contando conosco. Convidamos outras empresas e marcas que atuam no estado a abraçarem o projeto”, pontuou o diretor.

O SOS Cultura busca minimizar os impactos econômicos causados pela crise sanitária e pelas medidas de isolamento social, que levaram à suspensão total dos eventos. O setor foi o mais impactado com a pandemia, sendo o único que não retornou às atividades e permaneceu parado por mais de um ano.

Como o programa, a prefeitura vai conceder auxílio emergencial no valor de R$ 1.1 mil para profissionais do setor. A expectativa é atingir cerca de 6 mil profissionais de diversas áreas da cultura, impactados com a ausência de eventos na capital baiana. O investimento total será de R$ 6.6 milhões. Deste valor, 50% serão pagos pela prefeitura e os demais 50% subsidiados pela iniciativa privada.

Fonte: https://www.cidademarketing.com.br/marketing/2021/04/05/ambev-anuncia-doacao-de-r-12-milhao-para-ajudar-os-profissionais-de-eventos-de-salvador/

Heineken lança programa contra abuso de álcool

Além de água, lúpulo e malte, o grupo Heineken enxerga o consumo responsável de álcool como outro ingrediente fundamental da sua receita de receita de sucesso. Na empresa, o que impera é o mantra do ex-ceo global da companhia, Jean-François van Boxmeer: “É melhor vender nove cervejas para nove pessoas do que nove cervejas para uma”.

Para isso, a empresa entendeu que deveria agir além da conscientização e atuar de forma mais prática, principalmente junto do público jovem no Brasil. A empresa lançou nesta semana uma versão online com 200 vagas para jovens de todo o Brasil do seu programa WeLab.

A ideia é abordar com pessoas de 18 a 24 anos questões socioemocionais e desafios da juventude que são o pano de fundo do consumo excessivo de álcool.

Em 2018 e 2019, o programa passou por versões que podem ser consideradas “piloto” de forma presencial em São Paulo e Rio de Janeiro, com 50 integrantes. Agora, ele deve ganhar escala.

“A gente queria trabalhar num território de mudança de comportamento, com relação ao uso nocivo do álcool”, explica Ornella Vilardo, gerente sênior de sustentabilidade do grupo.

Um episódio de uso nocivo é considerado, em geral, o consumo de cinco doses ou mais em uma única ocasião nos últimos 30 dias. Para mulheres, esse número cai para quatro ou mais.

No caso da cerveja, uma dose é uma latinha. O consumo nocivo, porém, não é o alcoolismo. Segundo Ornella, o alcoolismo deve ser tratado de outra maneira e dentro de um aspecto de saúde pública.

Em todo o mundo, 3 milhões de mortes por ano resultam do uso nocivo do álcool, representando 5,3% de todas as mortes, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde.

Mas como falar sobre consumo excessivo de álcool com jovens? O desafio para a empresa era trabalhar com os jovens de um jeito que tivesse apelo.

A resposta veio deles próprios: em sondagens, eles disseram que não gostariam de um curso de consumo responsável porque achariam “chato”, mas adorariam falar de forma mais significativa sobre a vida, uma oportunidade que nem sempre eles têm. No meio dessa conversa, fatalmente o álcool estaria.

O segundo insight que veio a partir do momento em que a empresa foi a campo ouvir como os jovens gostariam de participar do programa. Eles disseram que a relação entre o equilíbrio da própria vida e o de consumo de álcool é direta.

Assim nasceu o programa, que a empresa não chama de curso, mas de experiência e é focado em desenvolver habilidades socioemocionais e empreendedoras. Todo o seu “desenho” foi pensado em parceria com a empresa Maker Brands.

Do autoconhecimento ao empreendedorismo

O programa Welab foi desenhado com 40 horas e a proposta de durar um mês. Nele, os jovens devem colocar em prática principalmente o autoconhecimento, que gera o equilíbrio.

Na visão de Carol Romano, líder de estratégia da Maker Brands, que também é psicanalista, o programa oferece uma oportunidade de ampliar o repertório e de autoconhecimento:

“Oferecemos a oportunidade deles se investigarem internamente para poder fazer as melhores escolhas, escolhas mais autênticas. O livre-arbítrio tem que estar sempre ali, até no quesito bebida. O que a gente faz é aumentar a possibilidade desse consumo ser qualitativo”.

Na metodologia do curso, uma das primeiras etapas fornece informações sobre quando há um exagero. Também entra uma capacitação sobre soft skills e o estímulo para, depois das discussões, eles empreenderem. A percepção da existência de gatilhos também é fundamental.

“Chega o momento em que eles começam a valorizar o equilíbrio como futuro para eles. Eles pensam: ‘poxa, eu exagerar como estou me atrapalha naquilo que eu quero fazer na minha vida, desde coisas pequenas. Começa a ter valorização do consumo equilibrado, que habilita o jovem a conseguir as coisas que ele mesmo deseja”, afirma Carol Romano.

“Esse momento dos 18 aos 24 é um momento que a gente tem que fazer as grandes escolhas da vida, como a profissional. É um período de transição difícil. É muita responsabilidade. É nesse sentido que às vezes o álcool vem e isso pode acabar sendo uma coisa negativa”, destaca Carol Romano, que ajudou a idealizar o WeLab.

Para o futuro, a empresa acredita que parceria com organizações que atuam com jovens e a digitalização causada pela pandemia devem ajudar a expandir o projeto.

Serviço

Inscrições: 31 de março a 30 de abril

Site: www.welabheineken.com.br

Pré-requisito: ter entre 18 a 24 anos

Com turno de 24h, cervejaria quer envasar 120 cilindros de oxigênio por dia

A Ambev está transformando uma parte da cervejaria Colorado, em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo, para produzir e envasar oxigênio hospitalar suficiente para manter até 166 pessoas por dia com oxigênio.

De acordo com a empresa, os equipamentos já foram adquiridos, estão em fase de montagem e a expectativa é que a produção comece no início de abril.

Os cilindros de oxigênio serão doados para unidades de saúde em situação crítica. “Estamos em contato com a Secretaria de Saúde de SP e recebendo indicação das UPAs e unidades a serem atendidas”, declarou a Ambev, por meio de sua assessoria de imprensa.

A usina terá capacidade para produzir 120 cilindros de 10 metros cúbicos por dia e será operada pelos times da Ambev, que trabalharão em turnos para garantir a produção durante 24 horas diariamente.

Segundo a Ambev, a empresa está arcando com todo o investimento e conta com parceiro regulatório, consultoria de licenciamento e parceiro de fornecimento de equipamentos.

Fonte: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2021/03/29/cervejaria-em-sp-vai-produzir-e-envasar-oxigenio-para-o-sistema-de-saude.htm?cmpid=copiaecola

Ambev reconhece startups com projetos que reduzem impacto ambiental

Em busca de soluções inovadoras para suas práticas ambientais, sociais e de governança, a Ambev reconheceu, por meio da Aceleradora 100+, iniciativas de startups que usam tecnologia para aprimorar processos produtivos e reduzir impactos ambientais.

As grandes vencedoras foram a Zoomagri, com software que realiza testes de qualidade em insumos agrícolas; a Growpack, que transforma compostos orgânicos em biomaterial para produção de embalagens; e a Bommera, vencedora do Prêmio Empreendedor Social do Ano em 2019, que reaproveita plásticos unindo catadores, indústria e academia.

As iniciativas foram premiadas no evento de encerramento do programa, que conta com apoio institucional da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.

“O fomento à criação de tecnologias disruptivas é uma prática importantíssima para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirma Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global. Para ele, a transformação social e ambiental ocorrerá a partir da combinação de inovação e da conscientização crescente dos mercados consumidor e de capitais e, consequentemente, das empresas.

A startup vencedora Zoomagri desenvolveu um software que funciona como espécie de scanner. A tecnologia detecta propriedades de cada matéria-prima, possibilitando melhor aproveitamento e, consequentemente, menor uso de recursos naturais para o plantio. Com isso, há menos desgaste da terra e desperdício de água, além de diminuir emissão de gases poluentes.

A Growpack apresenta tecnologias inovadoras para transformar compostos orgânicos, descartados no plantio, em biomaterial que pode ser utilizado para a produção de embalagens. A principal matéria-prima usada pela startup é um dos grandes rejeitos da indústria agrícola: a palha do milho.

Com isso, ela consegue economizar 80% de água, 25% no uso de energia para produção de papelão e redução de 50% nas emissões de gás carbônico.

A Boomera transforma lixo em uma linha de novos produtos, por meio de tecnologia, design e cooperativas de catadores. Com isso, a startup incentiva a economia circular e retira cerca de 60 mil toneladas de lixo por ano do meio ambiente.

Um dos resultados alcançados, no decorrer da Aceleradora 100+, foi o desenvolvimento de “capas” para os pallets utilizados nas fábricas da Ambev, necessárias para o transporte seguro dos produtos.

“Enxergar o ecossistema conectado, poder dividir conhecimento, conhecer novas ferramentas digitais e construir ideias junto a parceiros e novos talentos são movimentos que estão totalmente alinhados à cultura que estamos criando de dentro para fora da Ambev”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da cervejaria.

A princípio, apenas a vencedora e a segunda colocada receberiam prêmio, mas o painel deliberou empate para o segundo lugar, e a Ambev optou por dobrar o prêmio do segundo lugar. A Zoomagri, que saiu vencedora, receberá R$ 100 mil; GrowPack e Boomera receberão R$ 30 mil cada uma.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2021/03/ambev-reconhece-startups-com-projetos-que-reduzem-impacto-ambiental.shtml

Empresas privadas vão financiar revitalização de bacias hidrográficas

Pelo menos 26 empresas privadas vão financiar a revitalização de bacias hidrográficas, por meio do programa Águas Brasileiras, lançado pelo governo federal. A assinatura das parcerias ocorreu nesta segunda-feira (22), no Palácio do Planalto, em Brasília, em comemoração ao Dia Mundial da Água.

A assinatura do contrato teve a participação de representantes das 10 primeiras companhias selecionadas: Anglo American, Rumo Logística, MRV Engenharia, Stone, Vale, Engie Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, JBS e a fabricante de cervejas AMBEV. O diretor da AMBEV, Jean Jereissati, destacou a importância da água para a produção de cervejas e a finalidade de reduzir o consumo para a produção.

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cervejas, a AMBEV utiliza quase 3 litros de água para a fabricação de um litro de cerveja.

Até o momento foram 26 empresas selecionadas para a parceria, entre 48 inscritas, segundo o Ministério da Infraestrutura. Presente ao evento, o presidente Jair Bolsonaro deu destaque ao uso da água para atividades econômicas, como o plantio e a criação de animais.

O financiamento da revitalização vai alcançar mais de 250 municípios de 10 estados brasileiros. A proposta é que as empresas façam o uso sustentável dos recursos naturais e melhore a disponibilidade da água em quantidade e qualidade para diversos usos.

A Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco vai ficar com 16 projetos. Outros dois, vão para a do Rio Parnaíba e mais dois para a do Rio Taquari. Já a bacia do Rio Tocantins-Araguaia, foi contemplada com seis iniciativas.

Está previsto com a parceria, o plantio de 100 milhões de árvores nas quatro principais bacias hidrográficas, para a recomposição das matas ciliares e a proteção das áreas de nascentes. As empresas parceiras do programa Águas Brasileiras acabam levando algumas vantagens com a iniciativa, a exemplo da melhoria no valor das cadeias produtivas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2021-03/empresas-privadas-vao-financiar-revitalizacao-de-bacias-hidrograficas22