Setor cervejeiro segue crescendo a cada ano, aponta anuário

Mais uma edição do Anuário da Cerveja foi divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) durante o evento ‘Confraria Sindicerv: Números do Setor’. Os dados, referentes ao ano de 2022, mostram que o setor cervejeiro cresceu 11,6%, com a abertura de 180 novos estabelecimentos. Ao todo, o Brasil registra 1.729 cervejarias.

Não houve diminuição do número de estabelecimentos em nenhuma unidade da Federação. O destaque vai para Minas Gerais que, com aumento de 33 cervejarias registradas, superou Santa Catarina em 2022 e alcançou a terceira posição no ranking com 222 estabelecimentos. São Paulo se mantém como o primeiro Estado com maior número de cervejarias registradas, com total de 387 estabelecimentos, seguido do Rio Grande do Sul com 310 cervejarias.

Segundo o levantamento, a tendência de concentração de cervejarias na região Sudeste permanece, apresentando 798 estabelecimentos registrados, o que representa 46,2% do total de cervejarias do Brasil. Já a região que teve o maior crescimento relativo no ano foi a Norte, que apesar de contar apenas com 36 estabelecimentos, apresentou 20% de aumento no número de estabelecimentos registrados em comparação a 2021.

O número de municípios com pelo menos uma cervejaria também aumentou e agora um a cada oito municípios brasileiros possuem pelo menos uma cervejaria registrada. Isso quer dizer que são 722 municípios brasileiros com pelo menos uma cervejaria, o que representa um aumento da dispersão em 7,4% se comparado a 2021, quando havia ao menos uma cervejaria em 672 municípios brasileiros.

O Acre, Amapá e Roraima seguem sendo as únicas unidades federativas que possuem apenas um município com presença de cervejaria.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância do setor cervejeiro para a economia nacional. “O setor é muito relevante, e os números apresentados aqui hoje mostram isso. O Mapa está aberto para que possamos continuar tendo números impressionantes”, disse.

Mercado em expansão

O Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos e deve alcançar, em 2023, o volume de vendas de 16,1 bilhões de litros, um crescimento de 4,5% em relação a 2022, de acordo com dados da empresa de mercado Euromonitor International, para o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV.

Para o Presidente Executivo do SINDICERV, Márcio Maciel, os números comprovam o potencial do mercado do setor cervejeiro nacional, que demonstrou evolução, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, marcado por taxa de juros em alto patamar e expectativa de inflação em elevação.

“A cadeia produtiva da cerveja contribui com mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos e geração de 2% do Produto Interno Bruto Nacional. Para cada emprego em uma cervejaria são criados 34 novos postos de trabalho em toda a cadeia produtiva, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para SINDICERV. Em números, a cadeia gera mais de 27 bilhões em salários e é responsável por mais de R$ 49,6 bilhões (base 2022) de tributos por ano, sendo um dos principais colaboradores para o crescimento do Brasil.

Para o presidente da ABRACERVA – Associação Brasileira de Cerveja Artesanal, Gilberto Tarantino, os dados do Anuário refletem a maturidade do mercado de cerveja artesanal e o poder empreendedor das micro, pequenas e médias cervejarias.

“Seguimos crescendo, estamos cada vez mais presentes no território nacional e movimentando a economia local. A enorme quantidade de produtos e marcas ilustram o alto poder de inovação deste segmento”, afirma.

Densidade cervejeira

O Brasil possui uma cervejaria registrada para cada 123.376 habitantes. A marca representa um aumento de 10,4% na densidade cervejeira do país, que em 2021 era de 137.713 habitantes para cada estabelecimento.

Santa Catarina é a unidade da Federação em que os habitantes estão mais bem servidos com cervejarias, alcançando a primeira posição com a marca de um estabelecimento para cada 34.132 habitantes. Já São Paulo, apesar de ser o estado com maior número de estabelecimentos, se encontra na sexta posição, por ser mais populoso, apresentando uma cervejaria para cada 120.540 habitantes, valor próximo ao nacional.

Em relação aos municípios, essa é a primeira vez que uma cidade apresenta densidade cervejeira abaixo de mil habitantes por estabelecimento. Tal feito foi alcançado por Linha Nova/RS, o município com a mais alta densidade cervejeira no Brasil, apresentando uma cervejaria para cada 862 habitantes. O município conta com 2 cervejarias, para um total de 1.724 habitantes.

Registros de Produtos

As cervejarias brasileiras alcançaram 42.831 produtos e 54.727 marcas de cerveja. Em relação a novos produtos, houve um crescimento de 19,8 % ao total de produtos registrados que havia em 2021, o que representa 7.090 produtos a mais.

A exemplo do que ocorre para estabelecimentos registrados, há uma concentração de registros de produtos nas regiões Sul e Sudeste, com a marca de 91,8% de todos os produtos registrados em cervejaria do país.

São Paulo lidera como o estado com maior número de marcas nos registros de cerveja (16.528) e maior número de produtos registrados (12.319) e, também, como o município com maior quantidade de registro de cervejas (1.817).

“Houve avanços significativos no processo regulatório dos últimos anos, inclusive com modernização dos padrões de identidade e qualidade da cerveja, o que proporcionou um incremento significativo no número de registros de produtos e de cervejarias. Como resultado, temos benefícios direto ao setor, conforme números retratados no anuário, e também aos consumidores que têm acesso a uma gama de produtos diferenciados, aproveitando ingredientes regionais e tipicamente brasileiros”, destacou o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

Geração de Empregos

O setor cervejeiro no Brasil é historicamente relevante para economia nacional, gerando mais de 42 mil empregos diretos.

A região sudeste detém 57,8% dos empregos diretos, seguida das regiões Nordeste e Sul com, respectivamente, 16,8% e 14,7%. Na sequência temos o Centro-Oeste com 7,1% e a região Norte com apenas 3,7%.

O evento contou com o apoio institucional da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal – ABRACERVA, da Federação Brasileira das Cervejas Artesanais – FEBRACERVA, da ABRALATAS – Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio, Associação Brasileira das Indústrias de Vidro, da Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo – APROLÚPULO, e da ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

Cerveja Stout surpreende pelo sabor marcante e aspecto encorpado

As variações de sabores, texturas e aromas tornam a cerveja uma bebida única. A partir de diferentes métodos de fabricação é possível agradar diferentes paladares e ocasiões. A Stout, por exemplo, é produzida com alta fermentação e o aspecto encorpado e coloração escura desse tipo de cerveja a torna perfeita para temperaturas mais frias

Originária da Irlanda, a Stout, que em alemão significa forte, é feita com cevada torrada, tem um gosto marcante, associando o amargo do lúpulo ao adocicado do malte e harmoniza com diversos tipos de pratos: desde carnes grelhadas e queijos a sobremesas com chocolate.

“No mercado brasileiro temos à disposição diversos rótulos de cerveja Stout, inclusive incorporando novos ingredientes pensando no paladar do consumidor nacional, como café, cacau, baunilha e manjericão”, destaca o presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV, Márcio Maciel.

Confira os diferentes tipos de cerveja no site do Sindicerv

Pilsener: a cerveja da leveza

Se você gosta de uma bebida leve e para beber bem gelada, a Pilsener é para você. A bebida que lidera a preferência entre os brasileiros – chega a 98% do total ingerido, agrada pelo sabor leve, refrescante e coloração clara.

“Por ser um país tropical, com clima predominantemente quente, a cerveja Pilsen é mais consumida no Brasil. Atrás dela estão as do tipo Bock, Light, Mazbier e Stout”, explica o presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV, Márcio Maciel.

A cerveja do tipo Pilsener nasceu em Pils, na Tchecolováquia, em 1842 e também é a mais conhecida e consumida no mundo. 

Confira os diferentes tipos de cerveja no site do Sindicerv

Sobre o Sindicerv

O Sindicato Nacional da Industria da Cerveja é a entidade que representa as empresas responsáveis por cerca de 80% da produção de cerveja no Brasil. Atua continuamente para o debate de regulamentos, leis, normas, políticas públicas e práticas que contribuam com o desenvolvimento da indústria e suas respectivas cadeias produtivas.

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Setor da cerveja: o parceiro da retomada da economia brasileira

A cerveja é a bebida que une as pessoas em todo o mundo. Está no centro das principais celebrações e seu consumo é bastante variado: em festas, happy hours, encontros, churrasco e em grandes eventos. Seja para socializar, relaxar, gerar renda e empregos, movimentar o agronegócio, apoiar o empreendedorismo e a reciclagem, a cerveja faz parte da vida dos consumidores e é um excelente indicador do desenvolvimento sociocultural. E por ser tão relevante, gostaria de propor um brinde e ressaltar à forma como a cerveja apoia as economias no Brasil e em todo o mundo.  

Recente estudo realizado pela Oxford Economics para a Worldwide Brewing Alliance (WBA), associação que representa aproximadamente 90% da produção mundial, avaliou o impacto econômico global do setor cervejeiro e a contribuição para Produto Interno Bruto (PIB), empregos e impostos. Em 2019, ainda sem o reflexo da crise sanitária em 2020, a cerveja apoiou US$ 555 bilhões em PIB, uma média de 0,8% do PIB por país. A indústria também gerou mais de 23 milhões de empregos e US$ 262 bilhões em receitas fiscais para os governos.  

No levantamento, a indústria da cerveja mundial foi a responsável pela geração de US$ 262 bilhões de tributos e 23,2 milhões de empregos (1 em cada 110 empregos diretos e indiretos no mundo) nos 70 países estudados, entre eles, o Brasil. 

A geração de empregos diretos, indiretos e induzidos pelo nosso setor atingiu mais de 2 milhões de vagas em 2019. Isso foi equivalente a 2,1% do emprego nacional ou 98% dos empregos de Fortaleza, no Ceará. 

De fato, por aqui o setor cervejeiro é um multiplicador de postos de trabalho. Segundo estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas para o SINDICERV, a cada emprego em uma cervejaria, outros 34 novos postos de trabalho são criados na cadeia produtiva, o que gera uma massa salarial de R$ 27 bilhões.  

Isso sem contar que o setor da cerveja movimenta uma extensa cadeia de valor, composta pelas indústrias dos insumos e da distribuição. Está conectada com outros setores econômicos, como o agronegócio, transporte, energia, veículos, alumínio e vidro, entre outros, e que gera R$ 49,6 bilhões de reais por ano em arrecadação de impostos. 

A cadeia produtiva representa 2% do Produto Interno Bruto do país, o que nos coloca no ranking de terceiro maior produtor de cerveja do mundo, com uma produção de 15.4 bilhões de litros em 2022, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.  

O impacto é tão grande que o setor global de cerveja contribuiu com US$ 28,7 bilhões do valor que a atividade agrega aos bens e serviços consumidos no seu processo produtivo, para o PIB do Brasil em 2019. Isso foi equivalente a 97% da economia de Porto Alegre. 

Mesmo em um período tão desafiador para a indústria e economia, com as restrições impostas pela pandemia da covid-19, o mercado demonstrou evolução e foi considerado um dos setores mais importantes para garantir a retomada da economia brasileira. 

O setor vem experimentando crescimentos constantes nos últimos quatro anos. Em 2022, o volume de vendas teve incremento em 8%, em comparação com 2021.

Mesmo diante do cenário macroeconômico desfavorável nos últimos anos, o setor cervejeiro nacional conseguiu expandir suas atividades. É o que revelou o último Anuário da Cerveja, publicação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em que o Brasil tem 1.549 cervejarias registradas, um crescimento de 28% em relação a 2019, quando havia 1.209 cervejarias.

Além de impulsionar a economia, a indústria também exerce um importante papel social, que o Brasil necessita para construir bases sólidas para o desenvolvimento sustentado. 

No entanto, reconhecemos que o crescimento do setor deve estar sempre associado ao compromisso de garantir que os nossos produtos sejam comercializados e consumidos de forma responsável. Por isso, seguimos ampliando os investimentos em inovação e apresentando ao consumidor uma gama de opções para quem busca consumir os nossos produtos em ocasiões tradicionais em que não se deve e não se pode consumir álcool, caso da categoria da cerveja zero que teve um crescimento de 37% de 2021 para 2022. 

Temos orgulho em pertencer a um setor que oferece tanto para milhares de pessoas. E acreditamos que podemos contribuir ainda mais para o desenvolvimento econômico e social do nosso país e que a cerveja continue sendo essa parceira do crescimento do Brasil neste e nos próximos anos.  

*Márcio Maciel é presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) 

Dia Nacional do Turismo: rotas cervejeiras ganham força e impulsionam a economia local

Os brasileiros descobriram que é possível conhecer os principais destinos do País e ao mesmo tempo degustar uma cerveja gelada, no local onde é produzida. Opções de rotas não faltam, afinal são mais de 1,5 mil cervejarias registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Diante desse cenário, os eventos e rotas cervejeiras despontam como grandes propulsores da economia local. Por esse motivo, o Dia Nacional do Turismo, comemorado nessa quinta-feira (2), também celebra o Turismo Cervejeiro, atividade que atrai cada vez mais visitantes de diversas parte do país, seja para participar de eventos temáticos ou simplesmente conhecer uma cervejaria.

O turismo cervejeiro contribui também para que os apaixonados pela bebida descubram novos rótulos, sabores e aromas.  “A experiência e o impacto proporcionado ao consumidor é uma das apostas adotadas com sucesso pelas cervejarias, em atrações como visitação a fábricas, tours acompanhados para conhecer sobre insumos e processos de produção da bebida, degustação guiada por beer sommelier, além de oficinas e cursos sobre a preparação da cerveja e história da bebida”, afirma o Presidente Executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV, Márcio Maciel. 

Festas temáticas como a Oktoberfest também comprovam a popularidade do turismo cervejeiro. Afinal, assim como na Alemanha, a cerveja é paixão nacional e por isso inspira cada vez mais eventos temáticos em diversas cidades do País.  O Brasil é o terceiro maior produtor no mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos.

O retorno dos grandes eventos, como a Oktoberfest impulsionou o consumo de cerveja em 2022, alcançando o volume de cerca de 15,4 bilhões de litros, crescimento de 8% ante 7,7% em 2021, segundo levantamento da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International, para o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV.

As associadas do Sindicerv disponibilizam tours agendados em algumas das suas cervejarias. O Grupo Heineken oferece a experiência chamada Inside the Star, na cidade de Jacareí, em São Paulo. Pela Ambev é possível agendar um tour presencial nas cervejarias de Ponta Grossa (PR), Agudos e Jaguariúna em São Paulo, Itapissuma (PE) e no Rio de Janeiro. Clique aqui para saber mais.

Sobre o Sindicerv  

O Sindicato Nacional da Industria da Cerveja é a entidade que representa as empresas responsáveis por cerca de 80% da produção de cerveja no Brasil. Atua continuamente para o debate de regulamentos, leis, normas, políticas públicas e práticas que contribuam com o desenvolvimento da indústria e suas respectivas cadeias produtivas. 

Folia com moderação: como a Ambev vai promover o consumo responsável de álcool no Carnaval

Depois de uma demanda reprimida de dois anos de pandemia, a folia de Carnaval retorna como uma das festas mais esperadas do ano. E, para fazer parte de um Carnaval de sucesso, a Ambev aposta no consumo responsável de álcool como um dos principais pilares. 

Nos blocos de rua, na avenida, nos camarotes ou festas, uma coisa é inegociável: diversão com responsabilidade e respeito – e isso passa pelo consumo responsável de bebidas alcoólicas. Para promover a moderação, a Ambev, com suas marcas Brahma e Beats, vai levar ativações e experiência para os foliões em todo o país.

Brahma, a cerveja oficial do Carnaval de rua em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Florianópolis, além de apoiar o trabalho de mais de 30 mil trabalhadores ambulantes e fornecer os kits com materiais de vendas, fez um treinamento obrigatório sobre temas relevantes como o consumo responsável de bebidas alcoólicas e enfrentamento ao assédio, junto com a Think Olga, consultoria de inovação social que ajuda a criar soluções para as desigualdades de gênero. 

A marca vem promovendo ações de conscientização em outros grandes eventos, como a Copa do Mundo e os tradicionais rodeios que acontecem ao redor do país. Exemplo dessas ativações é o “Minuto da Moderação”, com a distribuição de água mineral ao público, que agora chega aos Camarotes Brahma do Carnaval deste ano.  

Além disso, a Ambev também transmitirá um vídeo de conscientização com dicas e orientações para que o público possa aproveitar a folia de forma equilibrada. O conteúdo já está disponível no perfil institucional das redes da companhia. 

Já Beats, que há alguns anos promove ações de consumo moderado entre os jovens, vai usar o conceito “Paradinha Beats!”. Neste carnaval, a marca será a grande apoiadora de todas as paradinhas, que vão lembrar as pessoas de pararem para beber água e se alimentarem bem. 

Para que a festa dure mais e seja equilibrada, On By Beats volta à cena como uma barrinha prática, menos volumosa em comparação com refeições tradicionais, nutritiva (157 kcal a unidade), e sendo uma ótima alternativa para promover a saciedade dos foliões. Resultado do trabalho do Smart Drink LAB da Ambev, a barrinha foi testada clinicamente no Canadá e na Universidade de Passo Fundo (RS) e demonstrou ser eficiente especialmente quando há o consumo de álcool. Serão distribuídas mais de 60 mil barrinhas On By Beats pelos trios e blocos de rua patrocinados pela marca. 

Além disso, a Ambev realizou uma parceria com a Neli Pereira, consultora de mixologia e brasilidades, para compartilhar com os foliões diversas dicas de moderação para o carnaval e receitas de drinks sem álcool para que aproveitem a festa da melhor forma. 

“Vamos aproveitar a retomada oficial do Carnaval e a grande expectativa do público para falar de moderação. Nossas marcas vão incentivar o consumo responsável de álcool em todos as cidades onde estamos presentes, para impactar ainda mais pessoas”, destaca Rodrigo Moccia, Diretor de Relações Institucionais e responsável pela agenda de Consumo Moderado na Ambev. 

Mais de 20 anos de Moderação

Com sua plataforma de consumo moderado rodando por todo Brasil há mais de duas décadas, a Ambev trabalha com um objetivo claro: compartilhar com seus consumidores a importância da cultura de moderação da bebida alcoólica. Para se ter ideia, em menos de dois anos a companhia cumpriu o compromisso público de impactar mais de 2,5 milhões de pessoas com a sua plataforma de moderação.

De lá para cá, a Ambev investiu desde treinamentos dentro de universidades até campanhas públicas, mudança nas embalagens e inovação dos seus produtos. Entre 2009 e 2015, a companhia realizou parceria com órgãos públicos, ONGs, bares e restaurantes para o combate do consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos, além de ações focadas em segurança viária. Em 2020, lançou uma plataforma de moderação aberta ao público, na qual as pessoas podem fazer um raio-x da sua relação com a bebida e mudar hábitos. 

Além disso, a companhia lançou, em 2021, a Smart Drink LAB, uma área de inovação dedicada a traduzir os conceitos de moderação em tecnologia e ciência. E, anualmente, a Ambev também celebra o seu tradicional Dia de Responsa, com várias ações ao redor do país, promovendo o diálogo sobre autoconhecimento, sobretudo quanto ao consumo moderado, e a inovação.

Vendas de cerveja crescem 8% em 2022

O retorno dos grandes eventos, festivais musicais, festas tradicionais e torneios esportivos impulsionou o consumo de cerveja em 2022, alcançando o volume de cerca de 15,4 bilhões de litros, crescimento de 8% ante 7,7% em 2021, segundo levantamento da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International, para o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV.

Euromonitor – Dados da pesquisa feita pela Euromonitor International no Brasil no início de 2023. Os dados poderão variar na próxima atualização da edição.

“Mesmo em um período tão desafiador para a economia e a indústria, marcado pelo cenário de alta inflacionária, somado a restrições impostas pela pandemia de Covid-19 e o impacto do conflito entre Rússia e Ucrânia, o resultado consolida a relevância e o compromisso do setor cervejeiro no desenvolvimento econômico e social do Brasil, explica Márcio Maciel, Presidente Executivo do Sindicerv.   

O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo de cerveja e a cadeia produtiva representa 2% do Produto Interno Bruto e gera mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos, com massa salarial de R$ 27 bilhões.

Em termos de faturamento, a projeção das vendas da cadeia cervejeira apresentou alta de aproximadamente 19,8% em comparação a 2021, totalizando R$ 277,4 bilhões ante R$ 231,6 bilhões no ano anterior.

Entre os brasileiros, a categoria de cerveja mais popular continua sendo a lager, que representa 97% do volume total de vendas de cerveja no varejo, com uma notável performance de venda das cervejas premium entre os consumidores.

 Zero álcool em alta

A crescente busca do consumidor por um estilo de vida mais leve, saboroso e equilibrado e os investimentos do setor em inovação e oferta do produto fizeram, a categoria de cerveja zero álcool, a mais bem-sucedida em 2022.

A projeção do volume por litros de aproximadamente 390 milhões, o que corresponde ao crescimento de 37,6 % nas vendas em comparação com 2021 (284,6 milhões/litro).

Liderança

Skol e Brahma permaneceram na liderança das marcas com maior volume de vendas no país seguida da Antarctica, Itaipava, Nova Schin e Kaiser. 

Sobre o Sindicerv

O Sindicato Nacional da Industria da Cerveja é a entidade que representa as empresas responsáveis por cerca de 80% da produção de cerveja no Brasil. Atua continuamente para o debate de regulamentos, leis, normas, políticas públicas e práticas que contribuam com o desenvolvimento da indústria e suas respectivas cadeias produtivas.

Qual a melhor cerveja puro malte do mercado?

Todo brasileiro se acha um pouco sommelier de cerveja, não é mesmo? Cada um tem a sua favorita da vida ou, ao menos, a queridinha de uma temporada de verão. Se há alguns anos contava-se nos dedos das mãos as marcas disponíveis nas prateleiras, hoje temos cerveja de sobra para escolher. De procedência, tipo, cor e teor alcóolico variados.

De acordo com o SINDICERV (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja), o Brasil ocupa o terceiro lugar na lista dos maiores fabricantes de cerveja do mundo, com a marca de 15,4 bilhões de litros produzidos anualmente com base em cálculos realizados em 2022. Os dois primeiros lugares ficam com a China e com os EUA.

PURO MALTE

Foram avaliados quesitos como cor, estabilidade de espuma, brilho, aroma e sabor

No teste de Paladar, foram escolhidas 13 marcas de cerveja puro malte vendidas nas redes de supermercado. Na definição do sommelier de cervejas Guto Procópio, um dos jurados convidados por Paladar para esta degustação, uma cerveja com o “selo” de puro malte no rótulo é aquela que leva malte de cevada em sua composição. Trata-se de uma cerveja que não substitui o malte de cevada por outro tipo de açúcar, como o açúcar cervejeiro, o arroz ou o milho. “Isso define qualidade?”, questiona Guto. “Não, ela pode ser uma puro malte ruim ou boa, mas sempre esperamos mais intensidade em uma bebida com essa denominação”.

QUEM É QUEM?

Todo teste de Paladar começa com a escolha dos experts que irão avaliar alimentos, bebidas ou equipamentos de uso culinário. Para avaliar 13 das marcas mais populares de cerveja puro malte do mercado, convidamos um time de cinco sommeliers de cerveja: Edu Passarelli, professor do Instituto da Cerveja Brasil e dono do Escarcéu Bar; Bia Amorim, editora da @farofamagazine; Junior Bottura, mestre cervejeiro, fundador da @cervejaavos; Guto Procópio, sócio da @cervejariavaia e do @letsbeer, locação escolhida para este teste de Paladar, e Julia Leme, consultora de hospitalidade e gestão de restaurantes e bares.

Reunimos os cinco em uma tarde de segunda-feira para provar e avaliar às cegas cada uma das marcas (o vídeo dos bastidores da degustação já está no nosso canal no YouTube). O teste foi realizado marca por marca. Ou seja, cada jurado experimentava, em pequenas doses, uma marca de cerveja por vez. A bebida chegava gelada à mesa e depois era reservada para ser provada em temperatura ambiente, o que evidencia eventuais “defeitos” da cerveja.

TESTE DE RESISTÊNCIA

“As marcas de cerveja testadas foram feitas para serem consumidas muito geladas”, explica Edu Passareli. “Quando a prova é feita com a bebida em temperatura ambiente, temos indicativos mais claros das características de cada uma delas”.

A sommelier Bia Amorim explicou durante o teste que os jurados procuram os defeitos para que o consumidor, posteriormente, só encontre coisa boa no mercado. O mestre cervejeiro Junior Bottura completa dizendo que a data de validade do produto também é fator de qualidade que vale ser levado em conta: quanto mais nova a cerveja, melhor.

Foram avaliadas características como cor, estabilidade de espuma, brilho, aroma e, claro, sabor. Os jurados davam notas de 0 a 10 para cada categoria avaliada. A nota média das cervejas avaliadas ficou entre 6,44, a cerveja menos desejada da avaliação, e 8,96, média da cerveja eleita como a melhor pelo time de jurados.

AS MELHORES CERVEJAS PURO MALTE DO MERCADO

PRIMEIRO LUGAR – SPATEN

SEGUNDO LUGAR – AMSTEL

TERCEIRO LUGAR – IMPÉRIO

AS 13 MARCAS NA AVALIAÇÃO DOS JURADOS

AMSTEL (R$ 3,72, 350ml) – A segunda colocada no ranking foi avaliada como uma bebida com notas aparentes de malte e nota floral de lúpulo bem presente. Uma cerveja com leve oxidação, sabor equilibrado que remete a pão. Amargor presente, delicado e muito agradável.

BOHEMIA (R$ 3,29, 350ml) – Uma bebida de baixo amargor. Aroma agradável e levemente floral, indicando a presença do lúpulo. Uma cerveja equilibrada, com leve oxidação e final doce.

BRAHMA (R$ 3,36/ 350ml)- Uma bebida com defeitos perceptíveis no aroma, com sinais de oxidação e sabor desagradável. Na boca, sabor tem amargor prolongado.

CERPA PRIME (R$ 5,79, 350ml) – No quesito sabor, a cerveja foi avaliada como doce e sem grandes defeitos. Presença de malte bem marcante, lembrando casca de pão. A coloração foi avaliada como dourada e bastante translúcida. Faltou lúpulo para ficar perfeita. Espuma branca com boa retenção

EISENBAHN (R$ 5,21/ 350ml)- Cerveja levemente frutada, de amargor agradável. Aroma que remete a biscoito. Sabor levemente metalizado, oxidação presente, final seco e agradável. A presença do malte é evidente na bebida. Uma cerveja boa, mas não excelente.

HEINEKEN (R$ 5,00/ 350ml) – Para o nosso time de jurados, a cerveja apresentou leve oxidação, baixo teor alcoólico e final adstringente. Uma bebida visualmente quase perfeita. Sabor de malte muito suave e amargor prolongado e indesejado no retrogosto.

IMPERIO (R$ 2,70/ 269ml) – A terceira colocada no ranking apresenta, na opinião dos jurados, aroma de lúpulo e malte adequados. Aroma agradável, que remete a fermento de pão e biscoito cream-cracker. Uma bebida leve e equilibrada. Uma leve acidez que deixa a cerveja mais fácil de beber. Final limpo.

ITAIPAVA (R$ 3,25/ 350ml)- Cerveja muito leve e bem carbonatada. Leve aroma de manteiga. Na boca, sensação de cereal tostado agradável, falta um pouco de amargor, mas ele é presente.

ORIGINAL (R$ 3,75/ 350ml)- Os jurados identificaram um aroma leve de grãos, sabor muito leve e pouco atraente. Uma cerveja leve, com final limpo e agradável. Na boca, apresenta bastante oxidação. Alguns ainda identificaram a falta de um amargor desejável.

PETRA (R$ 3,19, 350ml) – A bebida foi avaliada como bastante leve, com um leve toque de maçã, proveniente da fermentação. Retrogosto quase doce, aroma que lembra maçã verde. Para os jurados, faltou amargor e sabor de malte. Espuma com alta formatação, mas baixa retenção.

STELLA ARTOIS (R$ 4,38/ 350ml)- Cerveja de amargor agradável e bem balanceada. Alguns jurados identificaram aroma desagradável, porém volátil. Sabor leve, para ser consumida bem gelada.

SPATEN (R$ 4,65/ 355ml) – A campeã entre as cervejas avaliadas pelos jurados convidados por Paladar apresentou sensação agradável de biscoito. Uma bebida leve, fácil de beber, com boa estabilidade de espuma; amargor baixo, mas aparente. Uma cerveja mais fresca do que o esperado para um produto comercial. Equilibrada, com notas de cereais e levemente frutada. Ótima formatação e retenção.

SKOL (R$ 3,23/ 350ml) – Os jurados avaliaram a cerveja como bastante oxidada no paladar. Falta frescor, cor deixa a desejar. Baixa sensação de amargor aparente. Apesar de bastante translúcida e clara, uma bebida suave demais, vazia.

Fonte: https://www.estadao.com.br/paladar/qual-a-melhor-cerveja-puro-malte-do-mercado/

Márcio Maciel é o novo Presidente Executivo do Sindicerv

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SINDICERV) anuncia a chegada de Márcio Maciel para o cargo de Presidente Executivo da entidade. Formado pela Universidade de Brasília (UNB), com pós-graduação em Gestão de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) e mestre em Políticas Públicas pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Maciel acumula experiência profissional de mais de 18 anos nas áreas de Relações Governamentais e Institucionais na indústria da alimentação, do agronegócio e da radiodifusão.

Entre as prioridades da sua gestão estão a coordenação dos assuntos comuns à categoria, o compromisso do setor com a agenda socioambiental e consumo responsável, para o contínuo desenvolvimento, em âmbito nacional e regional, de todo o setor da cerveja e das suas respectivas cadeias produtivas. 

Para Márcio, a contribuição do setor cervejeiro no Brasil reflete a força motriz para o desenvolvimento e crescimento da economia do país. Somos o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos. Então, vamos trabalhar a favor de toda a cadeia produtiva, unindo os seus elos, em prol dessa bebida que não sem razão, é uma paixão nacional”, explica Maciel.

O novo Executivo terá o apoio do atual superintendente da entidade, Luiz Nicolaewsky. Mauro Homem, vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos do Grupo HEINEKEN, continua presidindo a diretoria colegiada do Sindicato.

A indústria cervejeira é um dos principais setores que contribui para geração de empregos e retomada econômica do país, que movimenta uma extensa cadeia produtiva responsável por 2,02% do PIB, geração de mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos.

O setor cervejeiro gera uma massa salarial de R $27 bilhões sendo um multiplicador de empregos. Segundo estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas para o Sindicerv, a cada emprego em uma cervejaria, outros 34 novos postos de trabalho são criados na cadeia produtiva.

Mestre Cervejeiro: o especialista na produção da bebida

O Brasil é sem dúvida, um país cervejeiro.  São 1.549 cervejarias cadastradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, segundo o Anuário da Cerveja 2021, um aumento de 12% em relação ao ano anterior.

Dentro desse setor existe um profissional que é essencial para a produção da cerveja, desde a seleção de matérias-primas até a controle final de qualidade do produto e da gestão de uma cervejaria.

O Mestre Cervejeiro garante tanto que a fórmula da bebida produzida apresente o mesmo sabor, cor, espuma e aroma, de acordo com cada receita, mas também que o local de produção seja seguro, eficiente e que respeite o meio ambiente e os colaboradores.

O campo de trabalho é vasto. O profissional pode atuar tanto em uma pequena cervejaria quanto em grandes empresas. Só em 2021, as cervejarias brasileiras registraram 35.741 produtos e 45.984 marcas de cerveja, de acordo com o MAPA.

Para saber mais sobre essa profissão, o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja conversou com Alfredo Ferreira, químico formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Mestre Cervejeiro pela Doemens Academy, da Alemanha. Ferreira também é Sócio do Instituto da Cerveja do Brasil (ICB), uma das principais escolas cervejeiras do país, localizada na cidade de São Paulo.

“O Mestre Cervejeiro é um profissional essencial na medida em que as empresas crescem, começam a se profissionalizar e se preocupar com qualidade e ganhos de produtividade e competitividade”, afirma Ferreira.,

Mercado em expansão

Segundo ele, muito embora a profissão seja centenária em países como a Alemanha, no Brasil apesar de recente, teve um expressivo crescimento nos últimos dez anos, acompanhando a expansão das cervejarias no país.

“A demanda explodiu nos últimos 10 anos, saindo de 129 em 2011 para 1.549 no ano passado, aumentando assim a demanda por Mestres Cervejeiros, que estão buscando se especializar para preencher os espaços que estão sendo abertos nas cervejarias”, explica o Mestre Cervejeiro.

Formação

Apesar da profissão não exigir formação de nível superior, para se tornar um Mestre Cervejeiro é preciso ter conhecimento técnico, pois o profissional comanda todas as etapas de produção da cerveja em grandes, médias e micro cervejarias.

“Engenheiros químicos, de alimentos, de produção, químicos e biólogos são formações desejáveis, mas o diploma por si só, não garante colocação nas cervejarias.”

O ideal, ele explica, é que a pessoa interessada em se tornar Mestre Cervejeiro busque primeiro uma experiência prática, trabalhando de fato em alguma produção, e então procure cursos de formação técnica e teórica que expanda os conhecimentos, mas já com alguma base adquirida na vivência na cervejaria.

Essa formação técnica, aliada à experiência prática e, preferencialmente, a uma formação universitária em cursos correlatos, são os requisitos essenciais para uma boa colocação do profissional no mercado de trabalho. Atualmente, cursos de formação técnica específicos para a profissão não são ainda oferecidos no Brasil, o que leva aos interessados na profissão buscarem a capacitação no exterior, em países como Alemanha, Estados Unidos ou Espanha.  

Além do conhecimento técnico para exercer a função, o sócio do ICB acredita que é fundamental que o profissional tenha capacidade de gestão de processos e pessoas. “O Mestre Cervejeiro vai muito além da análise sensorial do produto. É um profissional que deve estar atento a temas que vão desde a produtividade, sistemas de qualidade, controle dos processos físico-químicos e microbiológicos, supervisão das atividades executadas pelos demais colaboradores da empresa envolvidos no processo de produção da cerveja, sempre preocupado com a segurança de todos e com o meio ambiente”, explica Alfredo.

Participação feminina

 A participação feminina de Mestres Cervejeiras vem crescendo no país. “Quando iniciei minha trajetória na indústria há mais de vinte anos praticamente não havia mulheres atuando na área. Hoje vemos muitas mulheres à frente de cervejarias que são responsáveis pela produção de milhares de hectolitros produzidos no Brasil.

Ainda que a paridade absoluta não tenha sido alcançada, ele afirma ser bem mais comum a presença de mulheres no mercado de trabalho da cadeia cervejeira atualmente, em comparação quando iniciou a profissão.  Vemos também crescer essa participação em sala de aula, de uma forma mais equilibrada”, comenta Ferreira.

Qualificação no setor de bebidas

O SINDICERV, como entidade representativa do setor, apoia todas as partes da cadeia produtiva da cerveja, ajudando a disseminar conhecimento regulatório e de negócios, a fim de auxiliar profissionais envolvidos com os mais diversos processos que trazem a cerveja da plantação ao copo. Confira no site mais informações sobre os procedimentos para registrar uma cervejaria ou estabelecimento cervejeiro.