Com apoio da Ambev, empreendedores pretos movimentam mais de R$ 106 milhões em negócios

Depois de superar a meta de aumentar o número de fornecedores pretos e pardos, estabelecida em 2021, a Ambev segue avançando em sua agenda para promover a equidade racial dentro e fora da companhia. Atualmente, a empresa trabalha para promover a diversidade também no seu ecossistema de parceiros e fornecedores, e conta com uma base composta por mais de 800 profissionais autodeclarados pretos ou pardos. Somente durante este ano, foram movimentados mais de R$ 106 milhões em negócios gerados com empreendedores pretos.

Para contribuir ainda mais com o seu ecossistema, recentemente a Ambev lançou o Bora, programa de inclusão produtiva pelo qual pretende impactar a vida de cinco milhões de pessoas nos próximos dez anos, gerando oportunidades de capacitação, emprego, renda e crescimento compartilhado.

Maurício Delfino, fundador da marca Da Minha Cor” – site multiprodutos que comercializa produtos inovadores e socialmente inteligentes para a comunidade negra – é um dos fornecedores parceiros da companhia. Segundo ele, a parceria com a companhia proporciona senso de pertencimento, igualdade e segurança aos profissionais. “Com o fortalecimento das boas práticas de ESG na Ambev, mais especificamente no quesito de diversidade de raça, culminando no maior acesso da população, se faz necessário fornecer EPI — Equipamento de Proteção Individual, como toucas descartáveis adequadas para cabelos afro, desenvolvidas e patenteadas pelo Da Minha Cor. Dessa forma iniciamos nossa parceria com a Ambev.”, explica.

A marca fundada por Maurício é uma das empresas que estão participando da campanha recém-lançada “Novembro Preto”, iniciativa em que a Ambev destina parte dos seus espaços de mídia na TV Globo e nas redes sociais da Ambev para a valorização de empreendedores negros da sua base de parceiros e fornecedores. A ação tem o objetivo de reforçar o compromisso da companhia pela equidade racial e promover a inclusão produtiva.

Segundo ele, a campanha é um apoio admirável ao empreendedor negro. “Sozinhos não teríamos condições de realizar uma ação como essa. O movimento é a demonstração na prática de que o ESG é muito além de uma sigla e está em sinergia com o nosso propósito de fomentar nosso negócio para que cada vez mais pessoas tenham acesso aos produtos que pensamos e desenvolvemos para a comunidade negra.”, afirma.

Outros parceiros reais também participaram da ação. Inicialmente, as ativações foram com a participação de dois bares e cinco fornecedores de São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro — Zanzi Bar (BA), Barkus Educacional (RJ), Boteco da Dona Tati (SP), Boutique 08 Eventos (SP), FR Brindes (SP), Diversidade io (SP) e Da Minha Cor (SP).

Beatriz Santos, sócia-fundadora da edtech “Barkus Educacional” – criada para democratizar o acesso à educação financeira por meio da tecnologia, relata que os empreendedores negros precisam de apoio como este. “Está sendo bem interessante poder participar de uma ação que busca destacar empreendedores negros, porque são essas pessoas que mais precisam de visibilidade. Para além da evidência, precisamos pensar e executar ações de fomento ao empreendedorismo negro, além de dar apoio, por meio de cursos, mentorias e orientação financeira. Nós da Barkus Educacional estamos participando enquanto startup selecionada pela Aceleradora 100+, programa de inovação aberta da Ambev para startups de impacto socioambiental, e sei o quanto essa aproximação foi benéfica para nós. Fico feliz por fazer parte desse movimento e espero que seja apenas o início. Só deste modo, alcançaremos a igualdade racial”, afirma.

Carol Sá Fortes, fundadora da Boutique 08 Eventos, também reconhece a importância do projeto e ressalta que participar da iniciativa é uma realização. “Para nós da Boutique 08, foi gratificante demais ter a oportunidade de organizar o encontro do MOVER para a Ambev e, consequentemente, ser uma das empresas divulgadas no movimento Novembro Preto. Estar ao vivo no programa Encontro com Patrícia Poeta e aparecer no intervalo do Jornal Nacional nos deixou extremamente felizes. A atenção com a agenda de equidade racial – e estar entre os parceiros selecionados pela Ambev – mostra que nosso empenho e dedicação em cada projeto é notado e valorizado. Queremos agradecer publicamente ao time Ambev pelo convite, pois entendemos que mais portas vão se abrir após essa divulgação.”, destaca.

A campanha “Novembro Preto” foi criada pela Agência Africa e conta com filmes e ativações na grade de programação da emissora e em programas como o Encontro com Patrícia Poeta, É de Casa e Domingão com Huck. Para conhecer mais sobre o movimento Novembro Preto e a base de empreendedores parceiros da Ambev, acesse o link: Link

Trajetória Ambev pela equidade racial

Nos últimos anos, a Ambev reconheceu que tinha uma longa jornada pela frente sobre a temática racial e assumiu compromissos importantes para promover uma agenda de equidade dentro e fora da companhia. Além dessas ações, em 2020 a Ambev assinou os 10 Compromissos das Empresas para a Promoção da Igualdade Racial, anunciou 13 metas específicas para aumentar a diversidade étnico-racial dos seus líderes e da sua cadeia de valor, além de constituir um comitê de especialistas externos relacionados à pauta.

A companhia também lançou o Estágio Representa – programa exclusivo para pessoas pretas, fechou parceria com o MOVER — Movimento de Equidade Racial, iniciativa que reúne atualmente 47 grandes empresas do País em um movimento inédito para promover a equidade racial, que ambiciona gerar 10 mil novas posições de liderança para pessoas negras e gerar oportunidades para 3 milhões de pessoas nos próximos anos por meio de ações práticas.

Neste ano, a Ambev avançou nas ações de equidade racial e acelerou o desenvolvimento de líderes negros para ocuparem posições seniores e de lideranças, com o programa Dàgbá – Líderes do Futuro.

A Ambev tem consistência em seus projetos e já colhe frutos importantes com as suas iniciativas, como a superação do número de colaboradores negros nos cargos de liderança – a meta previa a contratação de 200 profissionais entre janeiro e dezembro de 2021. Até hoje, dentro do perfil estipulado, já foram incorporados mais de 500 profissionais ao quadro de líderes. A companhia também foi reconhecida em duas categorias no IERE — Índice de Equidade Racial Empresarial de 2021 e foi destaque na inclusão étnico-racial da pesquisa Ethos/Época 2022. Essas primeiras conquistas foram possíveis com o trabalho de um time direcionado promover as iniciativas pela equidade dentro e fora da companhia.

Fonte: https://www.cidademarketing.com.br/

Programa da Ambev prepara profissionais negros para assumir cargos de liderança na cervejaria

A Ambev acaba de finalizar a primeira edição do Dàgbá, seu Programa de Desenvolvimento de Lideranças Negras.

A iniciativa visa desenvolver soft skills e outras competências de funcionários negros, promovendo-os para cargos de lideranças mais seniores.

Ao todo, 68 líderes em níveis e setores variados participaram da primeira turma, dos quais nove foram promovidos a posições mais seniores. Com o sucesso desta primeira edição, a Ambev pretende lançar uma nova turma do Dàgbá em 2023.

Durante o programa, foram ministradas 56 horas de conteúdo em atividades, debates, imersões e treinamentos, e três trilhas de aprendizagem sobre: Antropologia, Desenvolvimento Pessoal e Design.

“Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas se queremos mais diversidade em nossos cargos de lideranças, precisamos continuar investindo nessa jornada de criar oportunidades reais para que pessoas ocupem esses cargos e espaços”, diz Michele Salles Villa Franca, Diretora de Diversidade, Equidade, Inclusão e Saúde Mental da Ambev.

“Por isso, desenhamos esse programa de desenvolvimento, centrado na pessoa negra, fortalecendo nosso potencial e negritude, gerando visibilidade, estruturando conhecimento e construindo um futuro realmente de mais razões para brindar”, completa.

500 profissionais negros foram contratados para cargos de liderança

Hoje, dos mais de 32 mil funcionários da Ambev no Brasil, 51% são negros, sendo 36,6% autodeclarados pardos e 14,1% pretos.

Elayne Freitas, Gerente de Gente e Gestão no Centro de Distribuição da Ambev de Ilhéus, fez parte da primeira turma do Dàgbá e conta que o programa ajudou que ela aperfeiçasse o seu protagonismo dentro da companhia.

Nas principais tendência de carreira e do mercado

“O Dàgbá me deu ainda mais coragem pra ser ousada e inovar. Despertou a minha voz, para que saísse dos bastidores e me tornasse protagonista. Me fez evoluir no meu autoconhecimento, mas o melhor foi conhecer histórias tão lindas e inspiradoras, fortalecer amizades antigas e me abrir para novas. Sou uma pessoa melhor, porque SOMOS”, diz.

O programa de formação de lideranças negras faz parte de uma série de ações que a fabricante de bebidas vem desenvolvendo sobre a temática racial.

Em 2020, por exemplo, Ambev assinou os 10 Compromissos das Empresas para a Promoção da Igualdade Racial, anunciou 13 metas específicas para aumentar a diversidade racial dos seus líderes e da cadeia de valor e constituiu um comitê de especialistas externos relacionados à pauta racial.

A companhia também lançou o Representa, programa de estágio exclusivo para pessoas pretas. Os resultados dessas ações já começam a aparecer: 500 profissionais negros foram contratados para cargos de liderança entre janeiro e dezembro de 2021 — a meta eram 200 contratações.

Fonte: https://exame.com

Programa da Ambev vai capacitar e conectar MPEs a potenciais clientes

A Ambev está lançando o Bora, um programa de inclusão produtiva cujo objetivo é capacitar e conectar micro e pequenos empreendedores da área da alimentação ao mercado consumidor. A meta é ambiciosa – incluir 5 milhões de brasileiros no período de 10 anos, treinando, por intermédio de organizações parceiras do terceiro setor, e obtendo crédito e novos clientes para os participantes.

“O Bora é um convite, não usamos a marca da Ambev, a organização parceira pode dar nome ao próprio programa”, diz Carla Crippa, vice-presidente de impacto positivo e relações corporativas da Ambev para América do Sul. A empresa não informa o investimento previsto no programa como um todo.

No momento, duas instituições participam da fase piloto, com previsão de, juntas, formarem 3 mil pessoas. Uma delas é o Instituto da Criança, no Rio de Janeiro, que está capacitando mil jovens maiores de 18 anos para trabalhar em bares, restaurantes, hotéis e eventos e depois conectá-los com empresas do setor, aumentando as chances de conquistar um emprego.

O segundo é a Rede Mulher Empreendedora, que deu o nome de “Bora Empreender com Comida” para seu projeto. A rede foi fundada em 2010 pela empreendedora social Ana Fontes e já impactou a vida de 9 milhões de mulheres no Brasil inteiro. “Alimentação é uma das áreas em que as mulheres mais empreendem – fazendo bolos, marmitas, salgadinhos para festas – e o que a gente fez foi desenhar o programa junto com a Ambev, usando metodologias que ensinam o básico da gestão do negócio, dá noções de auto conhecimento e autoestima”, afirma Fontes. “Empreender é muito solitário. Para essas mulheres é ainda mais difícil, porque elas são questionadas pela família, amigos, com perguntas do tipo – ‘Ah, mas será que não é muita coisa para você dar conta? Tem a casa e os filhos, será que você consegue?’ São questionamentos sutis que minam a auto confiança delas.”

O “Bora Empreender com Comida” está com vagas abertas em Recife (PE) e São Luís (MA), e a meta é atingir duas mil mulheres em seis meses. Ao final, 40 mulheres que se destacarem receberão uma doação de R$ 1 mil, para investir no negócio. Parece pouco, mas ela conta o caso de uma senhora que vendia geladinhos na rua, e os carregava num grande isopor. O isopor era pesado, ela não podia ir muito longe com ele, e às vezes o produto derretia. “Com R$ 1 mil que ela obteve de um outro programa, ela pode comprar um carrinho de sorvete, que permitiu que fosse mais longe e começasse a vender em eventos. Isso deu outra dimensão a suas vendas”, conta. Segundo ela, o faturamento médio dessas microempreendedoras é de R$ 2.500 por mês e muitas vezes esta é a única fonte de renda da família.

Segundo Carla Crippa, o Bora se baseia em três pilares: conhecimento, apoio financeiro e conexões. No primeiro eixo, entram cursos profissionalizantes e oficinas, sempre ligados à área de alimentação e bebidas. No apoio financeiro, o programa oferece microcrédito, bolsas de estudo com vale alimentação e transporte; e nas conexões, faz a ponte entre quem precisa de trabalho e quem tem a vaga disponível. Neste último caso, a ferramenta utilizada para ligar as pontas é a Bees, plataforma digital da Ambev que cria conexões entre empresas e milhares de pontos de vendas, oferecendo soluções que ajudam os negócios a crescerem e se digitalizarem. A rede Bees tem 2,7 milhões de usuários cadastrados, mais de 100 fornecedores de 500 marcas. A plataforma é utilizada em 18 países onde a Ambev está presente.

“Vimos durante a pandemia nossa potência para usar estrutura, talentos e capilaridade e engajar nossos parceiros visando a resolver um problema de saúde pública. Vimos como esse engajamento trouxe resultados concretos”, afirma Crippa. “No pós-pandemia, a grande questão que ficou é a da pobreza e do desemprego. Por isso começamos um grupo de discussão para entender como poderíamos ajudar. O problema da pobreza é tão grande que, como dizem, as pessoas vendem o almoço para pagar o jantar. Não é que não queiram se qualificar para uma posição melhor, é que elas não conseguem se dar o luxo de financiar o próprio estudo.”

O Resilia Educação, organização que faz capacitação de jovens para trabalhar com tecnologia, será o próximo parceiro a ser anunciado. Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), Pacto Global da ONU e Fundação Getúlio Vargas são organizações com as quais a Ambev está conversando para tentar ampliar parcerias.

Fonte: https://valor.globo.com

Indústria da cerveja tem meta de zerar as emissões de carbono até 2040

De 6 a 18 de novembro, o setor industrial estará no Egito, na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP27, para apresentar estratégias, programas e tecnologias que contribuem para que o Brasil avance nas metas estabelecidas no Acordo de Paris.

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja – SINDICERV, que reúne as empresas Ambev e Heineken, responsáveis por 80% da produção e fabricação de cerveja no país, marca presença no maior evento sobre mudanças climáticas do planeta.

 Além da troca de experiência com outros setores e empresas de todo o mundo, os  representantes dos times do Brasil e do Global, que fazem parte da entidade vão acompanhar as negociações do Acordo de Paris, e um potencial mercado de carbono e participar de rodadas técnicas na discussão de descabornização. Até 2040, as empresas da entidade têm o compromisso de zerar as emissões líquidas de carbono em toda a sua cadeia de valor.

E para alcançar uma economia de baixo carbono, a indústria da cerveja já adota o uso de tecnologias limpas, como a geração de energia fotovoltaica e eólica e processos produtivos mais eficientes, implementados na produção, distribuição e engajamento da cadeia de valor da cerveja por redução das emissões.

“A indústria brasileira da cerveja está cada vez mais comprometida com uma agenda de desenvolvimento sustentável do Brasil e sempre em busca de fontes que resultem em menor impacto ambiental ao longo de toda cadeia produtiva, do campo ao copo”, afirma o Superintendente do Sindicerv, Luiz Nicolaewsky.

Sobre o Sindicerv

O Sindicato Nacional da Industria da Cerveja é a entidade que representa as empresas responsáveis por cerca de 80% da produção de cerveja no Brasil. Atua continuamente para o debate de regulamentos, leis, normas, políticas públicas e práticas que contribuam com o desenvolvimento da indústria e suas respectivas cadeias produtivas.

Passos ganha sete novos empreendimentos imobiliários com a Heineken

A instalação da CERVEJARIA Heineken em Passos deve mesmo mudar o panorama imobiliário da cidade. Prova disso é que o Conselho Municipal da Cidade (Concid) analisou e aprovou 7 novos empreendimentos no município. Com isto, novos 2.434 lotes estarão à venda para a população nos próximos meses. Um dos empreendimentos é comercial e fica nas proximidades de onde será instalada a indústria da Heineken, assim como um loteamento também será naquela região.

Segundo a arquiteta Marli Gutierres, da Transform Arq e Urb, uma das responsáveis pelo empreendimento do Centro Empresarial e Comercial Ibicatu, o objetivo do projeto é elevar o conceito de arquitetura na região de Passos, trazendo um centro comercial extremamente moderno e requintado.

“Nosso objetivo é tornar este lugar um ponto de encontro entre as pessoas que desejam encontrar empresas de bom gosto e qualidade, ou seja, todas as empresas que participarem deste centro comercial serão bem-posicionadas no mercado e vistas como referência. Por se localizar em uma grande referência turística nacional, o empreendedor que é da Figueiredo Incorporadora e Infraestrutura, tem uma enorme responsabilidade de modernizar seu centro comercial, trazendo consigo, uma equipe de arquitetos e engenheiros especializados para realizar este grande projeto. Numa área privilegiada e com a Heineken como um propulsor também para esta região”, assegurou Marli.

A ideia é que nos 52 hectares sejam implementados hotéis, postos de combustíveis, revendas de automóveis, mall (mini shopping), todos os empreendimentos seguindo o padrão de paisagismo, roupagem e elegância que o local exige. Também terá uma área para empresas de logísticas e todo o perímetro vai receber uma ciclofaixa.

Outro empreendedor de fora que está apostando em Passos é Jorge Junqueira da Rocha Botelho Martins, Engenheiro e Sócio Fundador da Ecolar, de Ribeirão Preto, que desde 2010 atua no ramo de loteamentos e construção. O empreendimento dele também é na área próxima à Heineken e deve trazer um novo conceito de residencial popular de alto nível. O empresário adquiriu também outra área que será para uma próxima etapa de 300 mil metros quadrados.

Os empreendimentos são o Chacreamento Jardim Belvedere, com 75 lotes; o Loteamento Antônio Ávila, com outros 173; o Loteamento Nova Passos IV, com 327; o Loteamento Residencial Canto da Serra, que abre 620 lotes; o Loteamento Santa Isméria/Santa Beatriz, o maior deles com 656, e o Loteamento Viena, abrindo outros 583 lotes. Também foi aprovado o Loteamento Centro Empresarial e Comercial Ibicatu, ainda com o número de lotes não exatos

Heineken e Uber reforçam estímulo ao consumo responsável em campanha para F1

Patrocinadora global da Fórmula 1 e detentora dos naming rights da etapa brasileira em Interlagos, a Heineken 0.0 lançou uma ação para incentivar o consumo responsável de bebidas. De sexta-feira (11) a domingo (13), durante o Grande Prêmio de São Paulo, os usuários da Uber em todo o Brasil terão acesso a vouchers com descontos de R$ 10 nas viagens. 

A ação visa promover a discussão sobre o uso de bebidas alcoólicas e mudar positivamente o comportamento dos consumidores. Os códigos dos cupons disponibilizados no app, no momento em que o usuário da Uber solicitar uma viagem, trarão os nomes de três personalidades do automobilismo mundial: Daniel Ricciardo, da McLaren; Sergio Pérez, da Red Bull; e Naomi Schiff, embaixadora e pilota de corrida da W Series. 

Os três também são protagonistas da campanha da Heineken “Quando beber nunca dirija”, feita para a Fórmula 1. A parceria global com a Uber inclui ainda inserções no Waze, com anúncios dentro das plataformas e mensagens que estimulam o consumo responsável. 

“Álcool e direção nunca combinam. Culturalmente, não há um tipo de estímulo para as pessoas falarem sobre esse assunto, mas a Heineken tem realizado um forte trabalho para tentar mudar esse mau hábito global. No Brasil, este é o primeiro passo de uma série de ações que estamos programando até 2030, já que o consumo responsável é uma das nossas principais metas”, afirmou Eduardo Picarelli, diretor da unidade de negócios da Heineken no Brasil.

Investimentos em conscientização

A Heineken revelou que tem investido, desde 2010, 10% de toda sua verba de mídia em ações de consumo consciente. O lançamento da Heineken 0.0, por exemplo, representa outro importante estímulo nessa linha.

“Pesquisas em todo o mundo mostram que a chegada da Uber reduziu drasticamente o número de acidentes de trânsito provocados por motoristas alcoolizados. Ainda temos um longo caminho até que atitudes responsáveis ligadas ao consumo consciente sejam a regra, e não a exceção, mas são ações como essa, em parceria com a Heineken, que ajudarão a tornar isso possível”, disse Luciana Ceccato, diretora de marketing da Uber no Brasil. 

“Quando beber nunca dirija”

A campanha “Quando beber nunca dirija” tenta abordar, de forma criativa e envolvente, situações causadas pelo excesso de confiança ao beber álcool e conta com vídeos estrelados por Daniel Ricciardo, Sergio Pérez e Naomi Schiff.   

Fonte: https://maquinadoesporte.com.br

Corona escolhe Rio para lançar cerveja com vitamina D no Brasil

O mercado do Rio de Janeiro foi escolhido como o local de teste para o lançamento da Corona Cero Sunbrew, a nova cerveja da marca zero álcool e com vitamina D em sua composição.

A ideia do novo produto da Ambev foi construída pela David em conjunto com a marca há algum tempo e a primeira versão da bebida foi disponibilizada no Canadá, no início deste ano. Posteriormente, foi lançada também nos mercados da Europa e Ásia.

Agora, a marca traz o produto ao Brasil, a fim de aproveitar o período do verão. Ao Meio & Mensagem, a comunicação da Corona diz que o mercado do Rio de Janeiro, por enquanto, será o território de testes para a cerveja mas pontua que, ao longo de 2023, a bebida poderá chegar a outras praças.

Ainda de acordo com a marca, a nova cerveja possui 48 calorias em uma long neck e tem a proposta de atender ao paladar de quem procura uma bebida mais leve.

Em entrevista ao Meio & Mensagem em janeiro deste ano, Pancho Cassis, sócio e CCO global da David, contou que a ideia de criar uma cerveja com vitamina D em sua composição nasceu no escritório da agência. A Corona sempre teve o sol no centro de suas estratégias de marketing e comunicação e, por isso, a agência procurou levar o conceito da vitamina D, elemento presente nos raios solares, para a bebida.

Experiências e estratégias de marketing

A Corona diz que, nessa primeira fase de lançamento, a marca está investindo em experiencias de experimentação do produto para tornar a bebida mais conhecida. A cerveja já está disponível em bares, restaurantes e supermercados do Rio de Janeiro.

Outra estratégia de divulgação da Corona Cero Sunbrew é uma parceria com o aplicativo de entregas Zé Delivery, também da Ambev.

Fonte: https://www.mktesportivo.com

A inovadora conexão da Heineken com os eSports – Eduardo Picarelli (Heineken)

Com uma presença consolidada no futebol, fruto dos seus mais de vinte anos na Champions League, e o início de um relacionamento com o automobilismo a partir de 2016 com a Fórmula 1, a Heineken decidiu, em 2021, que apostaria nos eSports. E que naturalmente seria do jeito dela: com muita inovação e experiências memoráveis.

Nestes dois anos, a cervejaria mostrou o porque estes pilares são partes fundamentais do seu DNA e serão sempre características de suas campanhas. Uma competição de automobilismo virtual batizada de Player 0.0, cuja final é realizada no Autódromo de Interlagos no dia do Formula 1 Heineken Grande Prêmio de São Paulo; a criação de um Show do Intervalo para o seu acordo com o CBLOL; e Gaules como um porta-voz dentro da comunidade, foram algumas das iniciativas da cervejaria.

No Lideranças, podcast oficial do MKTEsportivo, Eduardo Picarelli, Diretor da unidade de negócios da Heineken no Brasil, contou detalhes deste trabalho de construção de marca que tem sido feito dentro dos esportes eletrônicos.

Em comum, o uso do seu produto sem álcool, a Heineken 0.0, para também fomentar assuntos importantes para a sociedade, como consumo responsável e a incompatibilidade de bebidas alcoólicas e direção.

E a Heineken promete muito mais para 2023.

Heineken deixa de vender 14 mil toneladas de plástico ao tirar PETs do portfólio

O Grupo Heineken deixou de comercializar 14 mil toneladas de embalagens de plástico em 2022,como efeito da decisão de deixar de envasar seus produtos de 1 litro ou mais nesse tipo de solução. O balanço foi apresentado pela própria companhia, confirmando o impacto da medida, anunciada em outubro de 2021.

Naquela oportunidade, o Grupo Heineken comunicou a retirada de embalagens de garrafas PET de 1 e 2 litros das marcas Itubaína, FYs, Skinka e Viva Schin e as PETs de 1,5 litro das marcas Skinka e Água Schin do seu portfólio no Brasil.

A decisão de abandonar tais SKUs, além do efeito sustentável, também causou forte impacto na participação de mercado do Grupo Heineken em refrigerantes. Segundo o relatório financeiro do terceiro trimestre, o volume de não alcoólicos declinou 43,8% no período de um ano.

A iniciativa, atrelada à redução do uso do plástico e à circularidade de 100% desse material nos canais on-trade e off-trade, faz parte da série de medidas adotadas pelo Grupo Heineken para alcançar a meta de neutralidade de carbono em toda a cadeia de valor até 2040. A retirada desses SKUs do portfólio do Grupo Heineken também está relacionada com o compromisso estabelecido de ser 100% circular em plástico no on-trade (bares e restaurantes) e no off-trade (supermercados e varejistas) até 2025. E, segundo a companhia, resultou na redução de 80% do volume de PET do seu portfólio, o que representa 25% de diminuição no volume total de plástico utilizado pela companhia.

O Grupo Heineken também está envolvido em outras frentes para reduzir o uso de plástico. Assim, no mês passado, anunciou a utilização de 30% de PCR (post consumer resin – resina pós consumo – em uma tradução livre) nas embalagens de filme shrink da marca Devassa neste ano.

A companhia também afirma que pretende expandir a adoção do uso de PCR por todas as marcas de cerveja da categoria mainstream do seu portfólio a partir de 2023, prevendo um potencial de reutilização de 765 toneladas de plástico no próximo ano.

“Temos buscado por novas soluções, identificado os desafios e oportunidades e testando caminhos para que possamos, então, atingir os nossos objetivos, mas garantindo o cuidado e o respeito com todos os públicos impactados por nossas decisões”, afirma Ornella Vilardo, diretora de sustentabilidade do Grupo Heineken. Além da redução do uso do plástico, a agenda sustentável do Grupo Heineken também envolve projetos de conscientização e engajamento dos consumidores no descarte correto dos materiais de vidro pós-consumo, como o programa Volte Sempre.

Fonte: https://guiadacervejabr.com/

Programa de inclusão produtiva vai impactar 5 milhões de brasileiros

A Ambev lançou nesta quinta-feira (3) um programa de inclusão produtiva que deve impactar 5 milhões de brasileiros nos próximos dez anos.

O Bora vai oferecer conhecimento, apoio financeiro e conexão para pessoas que estão enfrentando a pobreza, em busca de trabalho ou de oportunidades de crescimento nos negócios.

A plataforma foi anunciada em evento com diversos atores do ecossistema de impacto social. Mesas de debate e um happy hour aproximaram o público dos pilares de ESG da empresa.

“Há um ano atualizamos nosso propósito de lutar por um futuro com mais prosperidade e inclusão e hoje, com o ESG Day, deixamos uma mensagem e fincamos essa bandeira para toda a nossa comunidade”, disse Jean Jereissati, CEO da Ambev, na abertura do encontro.

“O Bora é uma plataforma para a Ambev ajudar a incluir produtivamente milhões de brasileiros”, explica Carla Crippa, vice-presidente de impacto positivo e relações corporativas da Ambev para a América do Sul.

“O Bora é um movimento, não é só da Ambev”, enfatiza ela, ao fazer uma convocação para que todos usem a plataforma.

A mesa ‘Inclusão produtiva: o que é isso?” reuniu Adriana Barbosa (Feira Preta e Preta Hub), Edgard Barki (FGVCenn) e Priscila Martins (Artemisia).

Adriana resgatou o histórico de empreendedorismo no Brasil, ressaltando que o recorte racial é transversal quando se fala de inclusão produtiva e combate à desigualdade no país.

Já Barki citou o gap gigantesco na periferia, em que o empreendedor dispõe de 37% menos de recurso na largada, enquanto Priscila Martins salientou que pobreza significa falta de acesso.

“A inclusão produtiva melhora o panorama da sociedade para a redução da desigualdade, mas para isso requer capital financeiro e humano”, afirmou Barki.

A segunda mesa, ‘Soluções coletivas e inovadoras’, trouxe Ana Fontes (Rede Mulher Empreendedora) e Raphael Mayer (Simbiose Social).

Mayer falou sobre a necessidade de democratizar o acesso ao investimento social privado.

“Precisa botar dinheiro na mesa. A Rede colocou R$ 40 milhões nas contas de mulheres durante pandemia”, disse Fontes, sobre programa que empodera principalmente negras e mães em todo o país, lembrando também da importância de oferecer conhecimento.

Mediadora do painel, Andreza de Souza Machado, gerente de impacto social da Ambev, pegou o gancho para explicar os pilares do Bora, estruturado em três frentes: conhecimento, apoio financeiro e conexão.

Na primeira, serão disponibilizadas ferramentas de expansão e aperfeiçoamento de negócios para micros e pequenos empreendedores. Na segunda frente, serão oferecidas soluções financeiras com programas de pontuação e opções personalizadas de microcrédito, além de bolsas de estudos.

E, na terceira, a Ambev conecta parceiros para networking, indicações de vagas e profissionais em uma plataforma virtual.

“A sacada é usar nosso ecossistema gigante para conectar pessoas”, afirmou Andreza.

Prova disso são os dois projetos em andamento: no Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto da Criança, o programa treina 1.000 jovens, maiores de 18 anos, para atuar em bares, restaurantes, hotéis e eventos. A ideia é conectá-los a empresas do setor, aumentando as chances de conquistar um emprego.

Em Recife e São Luís, por meio da parceria com a Rede Mulher Empreendedora, 2.000 micros e pequenas empreendedoras que atuam com gastronomia estão sendo treinadas pelo programa.

Para incentivar o ecossistema, a Ambev vai ainda reconhecer dez práticas de inclusão produtiva no país. O 1° Prêmio Ambev de Inclusão Produtiva: Empreendedorismo e Empregabilidade distribuirá R$ 20 mil para dez organizações. As propostas podem ser enviadas até 17 de novembro em boraambevaprov.netlify.app.

Outro incentivo ao empreendedorismo é a Aceleradora 100+, programa de inovação aberta para fomentar impacto social e que atendam aos desafios de sustentabilidade elencados pela marca.

Desde a primeira edição, mais de 60 startups foram aceleradas e R$ 15 milhões investidos em negócios parceiros.

“Podemos ajudar o Brasil por meio do empreendedorismo e da inclusão produtiva, usando o superpoder da Ambev para transformar nosso ecossistema para o bem”, concluiu Jereissati, sobre os compromissos da marca com a agenda ESG.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br